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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019




O mundo todo diz até hoje, que Davi estava confiante no fato de que poderia matar Urias numa batalha para ter a sua mulher. O que ninguém está levando em conta, é que um Rei não pode ser contestado publicamente, principalmente por um militante das forças armadas. E, foi o que aconteceu com Urias.

Davi mandou dizer a Joab: “Mande que Urias, o heteu, venha falar comigo”. E Joab mandou Urias até Davi. Quando Urias chegou, Davi lhe perguntou como iam Joab, o exército e a guerra. 8 Depois disse a Urias: “Vá para casa e lave seus pés”. Urias saiu do palácio e recebeu um presente da mesa do rei. Entretanto, Urias não foi para casa: dormiu na porta do palácio com os guardas do seu senhor. Informaram então a Davi: “Urias não foi para casa”. Davi perguntou a Urias: “Você não chegou de viagem? Por que não foi para casa?” Urias respondeu: “A arca, Israel e Judá estão vivendo em tendas, e meu chefe Joab e os guerreiros do meu senhor estão acampados ao ar livre. Como posso ir para minha casa, para comer e beber e dormir com minha mulher? Por sua própria vida, eu nunca faria uma coisa dessas!” Então Davi disse a Urias: “Fique ainda hoje aqui. Amanhã o deixarei partir”. Urias ficou mais esse dia em Jerusalém. No dia seguinte, Davi convidou Urias para comer e beber em sua presença, e o embriagou. Pela tarde, Urias saiu e foi deitar-se no mesmo lugar em que dormiam os guardas de seu senhor, e não foi para casa. Na manhã seguinte, Davi escreveu uma carta para Joab e a mandou por meio de Urias. Na carta, ele mandava: “Coloque Urias no lugar mais perigoso da batalha e retirem-se, deixando-o sozinho, para que seja ferido e morra”. [2Sm. 11].

O poder pode ser ambíguo e pode tornar-se algo extremamente perigoso, porém mais arriscado é não obedecer esse poder, mesmo tendo uma boa razão para isso.

O servir sem obediência torna-se totalmente mau, pois passa a dar cumprimento para satisfazer o interesse pessoal para obter privilégio, à custa do cargo. Deus estava vendo o ato; cabia a Urias obedecer.

[Por: Luiz Clédio Monteiro – fev/2019]

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

LAÍS.
Vem do hebraico Laith ou Laish - Significa "a democrática", "a popular" - é o nome antigo de Dan, uma cidade cananéia do norte da Palestina, nos tempos modernos chamada de Tell-el-Kadi.

A antiga cidade, foi destruída pelos danitas, que depois reconstruíram-na sob o nome de Dan. A bíblia sagrada cristã faz referência à cidade em um de seus textos: [Jz. 18: 7] Os cinco homens da tribo de Dã [Dan], partiram e chegaram a Laís. Viram que os habitantes do lugar viviam em segurança como os sidônios [Fenícios, pertencente ao grupo de nações camitas]; viviam tranquilos e seguros, e não passavam privações ou apertos de nenhuma natureza. Sidônia [norte da Palestina], ficava longe, e eles não mantinham relações com os arameus [nome dado às tribos de pastores que habitavam Aram Naharaim, fazendo fronteira com Assur (até 323 a.C.)].

A aprazível vila de Laís, que tinha sua localização próxima às margens do Rio Jordão abrigava os sidônios, um povo que lá vivia pacificamente, seguro e felizes não tinham, porém um espírito comprometido com Deus para faze-los esperar como um vigilante. Não tinham preocupação com os outros povos. E aconteceu que os exploradores quando voltaram ... foram indagados ... Eles responderam: “Vamos lutar contra eles, pois vimos que a terra é excelente! Não fiquem aí parados, não hesitem para tomar posse do território. Chegando lá, vocês vão encontrar um povo tranquilo. O território é extenso, e Deus o entregou na mão de vocês. É um lugar onde os produtos da terra são abundantes”. [Jz. 18: 8-10].

Os danitas atacaram Laís. Passaram todos ao fio da espada e incendiaram a cidade, sem que ninguém fosse socorrer os habitantes, porque eles não se relacionavam com os arameus. [v.28]. Laís, não tinha aliança com nenhum povo e um Deus protetor que a defendesse. Da mesma forma são os homens que confiam em suas riquezas e nos amigos que ocupam altos cargos, empregador, legisladores, magistrados ou pastores, pois acreditam que isto será uma vantagem quando assim necessitarem. Mas quando se sentirem seguros como foi com a cidade de Laís e disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão [1Ts. 5:3].

Esse tipo de homem lembra a Parábola - “O espírito impuro volta à casa” [na Bíblia – Mt. 12:43-45] "Quando um espírito imundo sai de um homem, passa por lugares áridos procurando descanso. Como não o encontra, diz: 'Voltarei para a casa de onde saí'. Chegando, encontra a casa desocupada, varrida e em ordem. Então vai e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, passam a viver ali. E o estado final daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim acontecerá a esta geração perversa".

Mas os que confiam no Senhor estão sobre o testemunho cristã do verdadeiro combate com as armas da fé, do amor e da esperança: a fé leva ao conhecimento da verdade e da justiça; o amor produz novas relações entre os homens; a esperança abre o futuro para a liberdade e a vida [cf. nota em Cl 1,3-8]. Você tem inimigos? A vingança é de Dele; Ele recompensará (Rm 12:19). As suas preocupações são pesadas demais? Ele as tomará sobre Si mesmo (IPe 5:7). Você está solitário? Ele nunca vai lhe deixar ou abandonar (Hb 13:6). Você tem necessidades? Ele as conhece e as suprirá (Mt 6:25-33). Seus governantes estão lhe oprimindo? Ele é, ainda, mais alto do que eles (Ec 5:8). Você está com medo? Ele o esconderá em Seu pavilhão e o protegerá dos seus inimigos (Sl 27:1-6). [cf. nota em Pv. 29:26 – LetGod]

Davi disse bem. "Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito, e eles tornam para sua terra; naquele mesmo dia, perecem os seus pensamentos." (Sl 146:3-4). "É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem. É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes." (Sl 118:8-9).

Dessa forma, nunca seremos pego de surpresa como foi com a cidade de Laís.

[Por: Luiz Clédio Monteiro – Jan/2019]



sexta-feira, 21 de dezembro de 2018



EU SOU.

Luiz Clédio Monteiro Filho - Luiz, que vem de luz; Clédio - Clerical religioso de Deus; Monteiro dos montes sagrados; e, Filho de pai legitimo na terra; e, pela fé - filho adotado pelo Pai no Céu; batizado nas águas do arrependimento, embora pecador consciente na fraqueza, deixei de pertencer à velha humanidade corrompida; e, pelo Nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo  fui ajustado pelo Espírito da Verdade para seguir Cristo Jesus – O Todo Poderoso Filho Criador, outorgado com todo honra e poder pelo Seu Pai Universal,  dessa forma, para começar uma nova humanidade, como um ser mortal em evolução ao moroncial no sistema planetário do tempo e do espaço.

Meu nascimento se deu em 21 de dezembro, quanto ao ano registrado de 1.949 paira uma dúvida de que seja 1950 – A data marca o fenômeno do Solstício, que, é o instante em que o hemisfério da Terra está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol, "ponto onde a trajetória do sol aparenta não se deslocar", fazendo com que receba mais raios solares. No dia em que Javé entregou os amorreus aos israelitas, Josué falou a Javé e disse na presença de Israel: “Sol, detenha-se em Gabaon! ...” E o sol se deteve ... No Livro do Justo está escrito assim: “O sol ficou parado no meio do céu e um dia inteiro ficou sem ocaso”. [Js. 10:12-13]. Este foi o evento astronômico do dia do meu nascimento.

Também o ano do meu nascimento [1.949?], foi marcante por grandes acontecimentos político social, visto que, a maior população da terra – China, se libertava dos domínios dos opressores que escravizavam seu povo. Enquanto que no Brasil, iniciava a “Quarta República” ou “Republica Populista”, presidida pelo democrata Eurico Gaspar Dutra, que assumia por pleito com a renúncia forçada de Getúlio Vargas. E o Maranhão [minha terra] era governado por Sebastião Archer.

Meu universo envolvia um pai e uma mãe e cinco irmãos. De criado, fui criador e sustentador da minha própria vida; e todas as coisas que eu fiz, foi por vontade do meu coração – nunca tendo portanto me deixado levar pelas vontade dos outros.

Meu alvorecer para a humanidade, trazia uma certeza na minha mente: “Apenas eu, é que sou capaz de ajustar-me; e não há ninguém além de mim, que possa me converter”. Busquei um caminho que fosse verdadeiro, longe do mal, independente e agradável. Assim preservei e controlei tudo que amava e gostava jurando, que nunca mataria, assaltaria ou cobiçaria; mas se eu matar, que seja a fome dos pobres; se eu assaltar, que seja o medo dos órfãs; e, se eu cobiçar, que seja a vontade de amar a Deus mais que qualquer vivente.   

Meus pensamentos voavam como um condor; mergulhava com um tubarão; corria às terras como uma corsa sedenta. Assim foram feitos os meus dias nos lugares de muitos deuses — como um homem mortal encontrei e compreendi o Pai do Céu como um criador divino e um controlador infinito do universo e da minha vida.

Compreendi portanto que o mundo fora todo criado para ser afinal habitado por vários tipos diferentes de criaturas inteligentes ou não, pessoas que poderiam conhecer a Deus ou não, receber a afeição delas ou não; e amá-las em retribuição ou não. Tudo era obra de Deus e morada das Suas diversas criaturas. “Deus criou os céus e formou a Terra; e não foi em vão que Ele estabeleceu o universo e criou este mundo; Ele o formou, para que fosse habitado”.

Todos os seres esclarecidos reconhecem e adoram o Pai Universal, o elaborador eterno e sustentador infinito de toda a criação. As criaturas de vontade, de universo em universo, embarcaram na jornada imensamente longa até o Paraíso, a luta fascinante da aventura eterna de alcançar Deus, o Pai. A meta transcendente dos filhos do tempo é ir ao encontro do Deus eterno, é compreender a Sua natureza divina e reconhecer o Pai Universal. As criaturas sabedoras de Deus têm uma única ambição suprema, um só desejo ardente, que é o de tornar-se, nas suas próprias esferas, perfeitos como Ele é Perfeito na Sua perfeição de personalidade no Paraíso e na Sua esfera universal de supremacia na retidão. Do Pai Universal que habita a eternidade, emanou o supremo mandado: “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”. Em amor e misericórdia, os mensageiros do Paraíso levaram essa exortação divina, através dos tempos e em todos os universos, até mesmo às criaturas inferiores de origem animal, tais como as raças humanas da Terra. [Do Livro de Urântia].

Esse mandado, magnífico e universal, tem sido o espírito que me conduz até hoje, não importando tudo o que fiz, como fiz, porque fiz e com quem fiz; ou, o que deixei de fazer para fazer o que não devia fazer; em paralelo dessas coisas, houve sempre um esforço em minh’alma para atingir o esmero da fraternidade e paternidade, como o primeiro dever e que deveria ser (embora as vezes não tenha sido), a minha mais alta ambição de batalhar nessa possibilidade de seguir o destino certo e final do eterno progresso espiritual.

Mas um mortal como sou, dificilmente pode esperar ser perfeito, no sentido infinito, todavia, se a graça de Deus me transfigurar no arrebatamento, e partindo como tal, deste planeta, é inteiramente possível a mim, alcançar a meta suprema e divina que o Deus infinito estabeleceu para o homem mortal.

Tal perfeição pode não ser universal, no sentido material, nem ilimitada, em alcance intelectual, nem final, enquanto experiência espiritual, mas ela é final e completa, sob todos os aspectos finitos, em divindade, vontade, perfeição de motivação da personalidade e consciência de Deus. [Do Livro de Urântia].

[Por: Luiz Clédio Monteiro – 21 de dez/2018]
PS. – Eu sou um homem do século passado; faço nesta data, 69 anos, ou 25.197 dias, ou 604.728 horas de vida vivida pela vida que Deus me fez para viver.
[A foto, são dos meus 56 anos]

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