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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

LAÍS.
Vem do hebraico Laith ou Laish - Significa "a democrática", "a popular" - é o nome antigo de Dan, uma cidade cananéia do norte da Palestina, nos tempos modernos chamada de Tell-el-Kadi.

A antiga cidade, foi destruída pelos danitas, que depois reconstruíram-na sob o nome de Dan. A bíblia sagrada cristã faz referência à cidade em um de seus textos: [Jz. 18: 7] Os cinco homens da tribo de Dã [Dan], partiram e chegaram a Laís. Viram que os habitantes do lugar viviam em segurança como os sidônios [Fenícios, pertencente ao grupo de nações camitas]; viviam tranquilos e seguros, e não passavam privações ou apertos de nenhuma natureza. Sidônia [norte da Palestina], ficava longe, e eles não mantinham relações com os arameus [nome dado às tribos de pastores que habitavam Aram Naharaim, fazendo fronteira com Assur (até 323 a.C.)].

A aprazível vila de Laís, que tinha sua localização próxima às margens do Rio Jordão abrigava os sidônios, um povo que lá vivia pacificamente, seguro e felizes não tinham, porém um espírito comprometido com Deus para faze-los esperar como um vigilante. Não tinham preocupação com os outros povos. E aconteceu que os exploradores quando voltaram ... foram indagados ... Eles responderam: “Vamos lutar contra eles, pois vimos que a terra é excelente! Não fiquem aí parados, não hesitem para tomar posse do território. Chegando lá, vocês vão encontrar um povo tranquilo. O território é extenso, e Deus o entregou na mão de vocês. É um lugar onde os produtos da terra são abundantes”. [Jz. 18: 8-10].

Os danitas atacaram Laís. Passaram todos ao fio da espada e incendiaram a cidade, sem que ninguém fosse socorrer os habitantes, porque eles não se relacionavam com os arameus. [v.28]. Laís, não tinha aliança com nenhum povo e um Deus protetor que a defendesse. Da mesma forma são os homens que confiam em suas riquezas e nos amigos que ocupam altos cargos, empregador, legisladores, magistrados ou pastores, pois acreditam que isto será uma vantagem quando assim necessitarem. Mas quando se sentirem seguros como foi com a cidade de Laís e disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão [1Ts. 5:3].

Esse tipo de homem lembra a Parábola - “O espírito impuro volta à casa” [na Bíblia – Mt. 12:43-45] "Quando um espírito imundo sai de um homem, passa por lugares áridos procurando descanso. Como não o encontra, diz: 'Voltarei para a casa de onde saí'. Chegando, encontra a casa desocupada, varrida e em ordem. Então vai e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, passam a viver ali. E o estado final daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim acontecerá a esta geração perversa".

Mas os que confiam no Senhor estão sobre o testemunho cristã do verdadeiro combate com as armas da fé, do amor e da esperança: a fé leva ao conhecimento da verdade e da justiça; o amor produz novas relações entre os homens; a esperança abre o futuro para a liberdade e a vida [cf. nota em Cl 1,3-8]. Você tem inimigos? A vingança é de Dele; Ele recompensará (Rm 12:19). As suas preocupações são pesadas demais? Ele as tomará sobre Si mesmo (IPe 5:7). Você está solitário? Ele nunca vai lhe deixar ou abandonar (Hb 13:6). Você tem necessidades? Ele as conhece e as suprirá (Mt 6:25-33). Seus governantes estão lhe oprimindo? Ele é, ainda, mais alto do que eles (Ec 5:8). Você está com medo? Ele o esconderá em Seu pavilhão e o protegerá dos seus inimigos (Sl 27:1-6). [cf. nota em Pv. 29:26 – LetGod]

Davi disse bem. "Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito, e eles tornam para sua terra; naquele mesmo dia, perecem os seus pensamentos." (Sl 146:3-4). "É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem. É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes." (Sl 118:8-9).

Dessa forma, nunca seremos pego de surpresa como foi com a cidade de Laís.

[Por: Luiz Clédio Monteiro – Jan/2019]



sexta-feira, 21 de dezembro de 2018



EU SOU.

Luiz Clédio Monteiro Filho - Luiz, que vem de luz; Clédio - Clerical religioso de Deus; Monteiro dos montes sagrados; e, Filho de pai legitimo na terra; e, pela fé - filho adotado pelo Pai no Céu; batizado nas águas do arrependimento, embora pecador consciente na fraqueza, deixei de pertencer à velha humanidade corrompida; e, pelo Nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo  fui ajustado pelo Espírito da Verdade para seguir Cristo Jesus – O Todo Poderoso Filho Criador, outorgado com todo honra e poder pelo Seu Pai Universal,  dessa forma, para começar uma nova humanidade, como um ser mortal em evolução ao moroncial no sistema planetário do tempo e do espaço.

Meu nascimento se deu em 21 de dezembro, quanto ao ano registrado de 1.949 paira uma dúvida de que seja 1950 – A data marca o fenômeno do Solstício, que, é o instante em que o hemisfério da Terra está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol, "ponto onde a trajetória do sol aparenta não se deslocar", fazendo com que receba mais raios solares. No dia em que Javé entregou os amorreus aos israelitas, Josué falou a Javé e disse na presença de Israel: “Sol, detenha-se em Gabaon! ...” E o sol se deteve ... No Livro do Justo está escrito assim: “O sol ficou parado no meio do céu e um dia inteiro ficou sem ocaso”. [Js. 10:12-13]. Este foi o evento astronômico do dia do meu nascimento.

Também o ano do meu nascimento [1.949?], foi marcante por grandes acontecimentos político social, visto que, a maior população da terra – China, se libertava dos domínios dos opressores que escravizavam seu povo. Enquanto que no Brasil, iniciava a “Quarta República” ou “Republica Populista”, presidida pelo democrata Eurico Gaspar Dutra, que assumia por pleito com a renúncia forçada de Getúlio Vargas. E o Maranhão [minha terra] era governado por Sebastião Archer.

Meu universo envolvia um pai e uma mãe e cinco irmãos. De criado, fui criador e sustentador da minha própria vida; e todas as coisas que eu fiz, foi por vontade do meu coração – nunca tendo portanto me deixado levar pelas vontade dos outros.

Meu alvorecer para a humanidade, trazia uma certeza na minha mente: “Apenas eu, é que sou capaz de ajustar-me; e não há ninguém além de mim, que possa me converter”. Busquei um caminho que fosse verdadeiro, longe do mal, independente e agradável. Assim preservei e controlei tudo que amava e gostava jurando, que nunca mataria, assaltaria ou cobiçaria; mas se eu matar, que seja a fome dos pobres; se eu assaltar, que seja o medo dos órfãs; e, se eu cobiçar, que seja a vontade de amar a Deus mais que qualquer vivente.   

Meus pensamentos voavam como um condor; mergulhava com um tubarão; corria às terras como uma corsa sedenta. Assim foram feitos os meus dias nos lugares de muitos deuses — como um homem mortal encontrei e compreendi o Pai do Céu como um criador divino e um controlador infinito do universo e da minha vida.

Compreendi portanto que o mundo fora todo criado para ser afinal habitado por vários tipos diferentes de criaturas inteligentes ou não, pessoas que poderiam conhecer a Deus ou não, receber a afeição delas ou não; e amá-las em retribuição ou não. Tudo era obra de Deus e morada das Suas diversas criaturas. “Deus criou os céus e formou a Terra; e não foi em vão que Ele estabeleceu o universo e criou este mundo; Ele o formou, para que fosse habitado”.

Todos os seres esclarecidos reconhecem e adoram o Pai Universal, o elaborador eterno e sustentador infinito de toda a criação. As criaturas de vontade, de universo em universo, embarcaram na jornada imensamente longa até o Paraíso, a luta fascinante da aventura eterna de alcançar Deus, o Pai. A meta transcendente dos filhos do tempo é ir ao encontro do Deus eterno, é compreender a Sua natureza divina e reconhecer o Pai Universal. As criaturas sabedoras de Deus têm uma única ambição suprema, um só desejo ardente, que é o de tornar-se, nas suas próprias esferas, perfeitos como Ele é Perfeito na Sua perfeição de personalidade no Paraíso e na Sua esfera universal de supremacia na retidão. Do Pai Universal que habita a eternidade, emanou o supremo mandado: “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”. Em amor e misericórdia, os mensageiros do Paraíso levaram essa exortação divina, através dos tempos e em todos os universos, até mesmo às criaturas inferiores de origem animal, tais como as raças humanas da Terra. [Do Livro de Urântia].

Esse mandado, magnífico e universal, tem sido o espírito que me conduz até hoje, não importando tudo o que fiz, como fiz, porque fiz e com quem fiz; ou, o que deixei de fazer para fazer o que não devia fazer; em paralelo dessas coisas, houve sempre um esforço em minh’alma para atingir o esmero da fraternidade e paternidade, como o primeiro dever e que deveria ser (embora as vezes não tenha sido), a minha mais alta ambição de batalhar nessa possibilidade de seguir o destino certo e final do eterno progresso espiritual.

Mas um mortal como sou, dificilmente pode esperar ser perfeito, no sentido infinito, todavia, se a graça de Deus me transfigurar no arrebatamento, e partindo como tal, deste planeta, é inteiramente possível a mim, alcançar a meta suprema e divina que o Deus infinito estabeleceu para o homem mortal.

Tal perfeição pode não ser universal, no sentido material, nem ilimitada, em alcance intelectual, nem final, enquanto experiência espiritual, mas ela é final e completa, sob todos os aspectos finitos, em divindade, vontade, perfeição de motivação da personalidade e consciência de Deus. [Do Livro de Urântia].

[Por: Luiz Clédio Monteiro – 21 de dez/2018]
PS. – Eu sou um homem do século passado; faço nesta data, 69 anos, ou 25.197 dias, ou 604.728 horas de vida vivida pela vida que Deus me fez para viver.
[A foto, são dos meus 56 anos]

domingo, 18 de novembro de 2018




OS FILHOS DE NAZARETH

Era uma vez uma menina chamada Nazareth que viveu abrigada em uma família abastada no Maranhão. Tornou-se uma moça feliz, íntegra e reta, seguidora de Maria, ela temia a Deus e evitava o mal. Teve cinco filhos e uma filha no casamento que teve com um bom homem chamado Luiz que a honrou por toda a sua vida. Criou também um jovem que ela adotou antes mesmo de seus filhos nascerem. Possuía ela uma grande ternura pelos necessitados; e, não foram poucos os que dela receberam ajuda por longos tempos. Ela era a mais rica em misericórdia.

Os filhos de Nazareth costumavam fazer pândegas, aqui e ali, eram convidados pelos amigos para comer e beber com eles. Quase sempre ela rezava seu terço para purificá-los. Ela madrugava e oferecia promessas em rezas para cada um deles, pensando: “Talvez meus filhos tenham pecado, ofendendo Deus em seu coração”. E ela fazia assim todas os dias. [Jó]

Nazareth, era um modelo de esposa e mãe justa. Acreditava na teologia da retribuição, Deus lhe premiava com justiça protegendo seus filhos.

Seus filhos se chamam inicialmente de Luiz por causa do nome do pai, seguido do nome individual de cada um. Começando pelo mais velho: Os gêmeos - Luiz Carlos e Carlos Luiz, [tendo o segundo falecido dias após seu nascimento]; depois veio, Baltazar, Clédio, houve um espaço de sete anos; em seguida veio, Sergio e pôr fim, a menina Vera Lúcia. O adotado, que amamos com um verdadeiro irmão se chama Manoel.

Cada um dos filhos de Nazareth tem o caráter completamente diferente dos seus irmãos. Eles aprenderam de sua mãe sobre o Reino do céu; e Jesus, Maria e José. Aprenderam muito com ela sobre a natureza humana. Eles representam muitos tipos diferentes de temperamentos humanos, e a instrução escolar não os havia transformado em doutores; exceto a menina Vera.

Todos os filhos de Nazareth a amava; mas ainda assim é verdade que cada um deles sentia-se atraído por algum aspecto, na personalidade dela.

Manoel foi o único escolhido de Nazareth, pois não é seu filho legitimo e foi o primeiro a chegar em casa quando ela ainda não tinha tido o primeiro parto. Dessa forma, se tornou o líder dos que iam nascendo. Nunca nos importou conhecer a sua linhagem ancestral, para nós ele é mesmo um irmão legítimo. Manoel quando menino já era um homem de coração valente, organizado, ajudava mamãe em tudo e era o seu principal apoio. Ele nunca teve inveja da capacidade dos outros, raro é ver um irmão mais velho do tipo dele exercendo uma influência tão profunda sobre seus irmãos mais jovem e nunca ter a menor inveja deles por serem legítimos. Ele admirava mamãe por causa da consistência da sua sinceridade e da sua dignidade sem afetação.

Luiz Carlos e Carlos Luiz os gêmeos – os primeiros dos filhos legítimos. Luiz Carlos foi apartado do seu irmão Carlos Luiz, que veio a falecer ainda nos primeiros dias de nascido. Não há muito a ser dito sobre ele, a não ser, que era um irmão comum. Ele amava mamãe e ela o amava, mas ele nunca contestou as suas ordens e as de ninguém com perguntas. Luiz Carlos entendia pouquíssimo sobre as discussões dos seus irmãos, mas rejubila-se por se ver incluído e aceito neste grupo de irmãos. Na sua mocidade ele era o primeiro nas horas de prestar ajuda e, de fato, era o servidor geral dos seus amigos e parentes. Ele cuidava de qualquer pessoa com suprimentos, levava-os para casa quando os via pelas ruas e estava sempre pronto para dar uma mão e ajudar a qualquer dos irmãos. Ele era benevolente, não possuía pontos fortes nem pontos fracos. Luiz Carlos amava mamãe especialmente por causa da simplicidade dela. Ele foi que melhor captou o laço de compaixão entre ele próprio e o coração dela.

Luiz Baltazar [o terceiro], podemos chama-lo de - o “incrédulo”. É bem verdade que a sua mente desde menino era do tipo lógico, cético, mas ele tinha uma forma de lealdade corajosa que proibia aos seus irmãos de considerá-lo como um cético por leviandade. Quando jovem, era um exime carpinteiro, com uma faca fazia qualquer coisa de um peça de madeira; possuía uma mente perspicaz e de bom raciocínio. Ele era realmente o cientista do grupo. Baltazar nutria um vestígio de suspeita, que tornava sobremaneira difícil relacionar-se pacificamente com ele. Apesar de as vezes ele ser mesquinho, desagradável, contudo ele construía brinquedos para nós; e, era estupendamente honesto e inflexivelmente leal. Ele tinha uma excelente mente analítica, acompanhada por uma coragem inflexível — A sua grande fraqueza é o seu duvidar suspeitoso, coisa que ele nunca venceu inteiramente em toda a sua vida. Baltazar respeitava mamãe por causa do caráter dela tão esplendidamente equilibrado.

Luiz Clédio [este que lhes escreve] foi o quarto – caçulo, irmão mais novo por sete anos. Herdeiro do nome do pai. Podem me chamar de o “arbitrário”. Desde pequeno já gostava de trabalhar com meu pai e funcionava como o agente pessoal dele para cuidar dos meus irmãos; e, continuei com essa responsabilidade enquanto fui solteiro. Sendo o mais jovem dos filhos e mantendo um contato tão íntimo com meu pai, fui muito respeitado por ele e ansiado por minha mãe, pois eu tinha uma saúde debilitada que requeria muita atenção. Em vista do fato de que eu cheguei a ser o mais próximo de papai, eu era o filho em que ele mais acreditava. Meu caráter é a minha confiabilidade; eu estava e estou sempre disposto e sou corajoso, fiel e devotado ao trabalho. Mas a minha maior fraqueza é a vaidade característica de um jovem arbitrário, que se auto surpreendia. Talvez por ser o mais jovem membro da família, tenha sido apenas um pouco mimado; e, eu tivesse sido condescendido um pouco demais. A características que eu mais apreciava em mamãe eram o seu amor e a falta de egoísmo.

Luiz Sergio – [o quinto filho], podemos chama-lo de o “curioso”. Me desbancou do trono de caçulo. Como a estrela mais nova da família, em tudo ele queria participar; até nas conversas dos adultos ele dava palpite; era preciso regra-lo. Quando não tinha onde se meter, ele se envolvia em experiências farmacêuticas preparando remédios do mato e queria que a gente tomasse. Sergio foi também, de um certo modo, influenciado pelo fato de eu ter sido aceito no meio dos negócios de papai. Ele estava sempre querendo que tudo se lhe fosse mostrado. Ele nunca parecia se ver longe, diante de qualquer questão. Porem a falta de imaginação construtiva ainda é a sua fraqueza. A sua característica mais forte é a minuciosidade metódica; é tanto matemático quanto sistemático. Ele é um homem que pode fazer coisas pequenas de um modo grande, fazia-as e faz bem e aceitavelmente. Sergio é o homem comum típico, de todos os dias. A qualidade de mamãe que ele tão continuadamente admirava era a generosidade infalível dela.

Vera Lucia – a única filha. Foi um espanto para a família quando viram que era uma menina. Sendo solteira, era o único esteio dos nossos pais já idosos e enfermos, vivendo com ela até faleceram. Seus irmãos já eram pessoas casadas e nenhum deles vivia mais lá, [exceto o quinto]. Ela é a mais bem instruída dos irmãos. Podemos classifica-la com sendo uma pessoa “sem artifícios”. E, essa é a sua grande virtude; ela é tanto honesta, quanto sincera. A fraqueza do seu caráter é o seu amor-próprio; ela é muito orgulhosa, da sua formação, da sua própria reputação e dos seus afazeres; e, tudo isso seria louvável, não fosse levado tão adiante. Vera, contudo, é inclinada a ir aos extremos nos seus preconceitos pessoais. Quando está com o humor certo, é provavelmente a melhor contadora de histórias. Todos seus irmãos a ama e a respeita. Muitas vezes, quando as coisas estão ficando tensas e confusas entre nós, Vera alivia a tensão com um pouco de filosofia ou com um lance de humor; e um humor certamente de boa qualidade. O carecer de Vera é o de cuidar dos seus familiares. O que ela mais reverenciava em mamãe era a sua tolerância.

Cada um dos filhos de Nazareth tem um testemunho eloquente do encanto e da retidão da vida dela, embora houvesse ela desprezado os confetes e a ambição que os seus filhos alimentavam de exaltação pessoal. E, nos momentos difíceis, apesar de tudo, ela não pecou e não acusou Deus ou sua amada Maria de ter feito alguma coisa injusta.

Seus filhos ainda estão todos vivos, na graça da teologia da recompensa em que tanto ela acreditou. E o pão nosso de cada dia, nunca faltou a nenhum de nós até hoje.

Amém, amém e amém!

[Por: Luiz Clédio Monteiro – nov/2018]

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