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SINAL DE PROVA.


SINAL DE PROVA.

Somos submetidos a provar quem somos de fato e de direito o tempo todo, física ou juridicamente.  Isto é normal; se não, não teríamos Certidão de Nascimento, de Casamento, CPF, Registro de Identidade, Passaporte. Também não teríamos Diploma Universitário (o canudo), que certifica nossa formatura profissional.  Assim sendo, toda vez que formos questionados ou abordados por quem quer que seja quanto à veracidade [prova] da nossa pessoa física ou jurídica e também profissional [é lei], seremos constrangidos a nos identificarmos através da apresentação de documentos de nossa referencia pessoal.

Esse fato levou o povo a pedir prova de tudo. É comum se ter que apresentar a prova dos fatos. Sem prova nada se resolve [foi-se o tempo em que um fiapo de cabelo do bigode valia alguma coisa]. As pessoas não confiam somente na palavra. Tem que haver prova cabal, plena, juramentada; do contrario nada feito, ninguém acredita num só til. Da nossa própria ação e atitudes são tiradas as provas. E, para que não haja deslize, temos que provar o antagônico se necessário – [Marcos 7: 9] E Jesus acrescentou: “Vocês são bastante espertos para deixar de lado o mandamento de Deus a fim de guardar as tradições de vocês”. Deus conhece o nosso caráter, o homem não.

Com Jesus não foi diferente. Seus inimigos pediam prova de tudo, Foi assim quando Ele andou com os desprezados e marginalizados – [Marcos 2: 16] Quando os mestres da lei que eram fariseus o viram comendo com os publicanos e outras pessoas mal afamadas, perguntaram aos discípulos de Jesus: “Por que Ele se alimenta na companhia de publicanos e pecadores?” [v, 17] Jesus ouviu e respondeu: “As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes. Eu não vim para chamar justos, e sim pecadores.” Devemos romper os esquemas sociais que dividem os homens em bons e maus, puros e impuros. E, não só, se preocupar em dar satisfação.

Jesus desmascarou as falsas tradições, quando foi questionado, que alguns discípulos comiam pão com mãos impuras, isto é, sem lavar as mãos. – {Marcos 7: 5-6] Os fariseus e os doutores da Lei perguntaram então a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, pois comem pão sem lavar as mãos?” Jesus respondeu: ‘Isaías profetizou bem sobre vocês, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas o coração deles está longe de mim’. O que as pessoas pensam da gente, não nos torna um homem culpado, e sim o que sai do nosso coração, isto é, da consciência humana. Não devemos nos preocupar em querer provar tudo.

Certa vez, um advogado da Lei levantou-se com o propósito de submeter Jesus à prova e... Eles falavam assim para prová-lo e terem alguma coisa de que o acusar – [Marcos 8: 12] Mas Jesus deu um suspiro profundo e disse: “Por que essa geração pede um sinal?” “Eu garanto a vocês: a essa geração não será dado nenhum sinal.” Porque nenhum milagre é capaz de despertar a fé naqueles que não querem se comprometer com Jesus. 
Da mesma forma deveríamos recusar dar um sinal de prova para garantir a nossa veridicidade. Mas não. Temos medo de sermos censurados.

Nossa própria ação deveria ser o sinal de prova de quem somos física ou juridicamente. Outra prova de identidade é mostrar-nos triunfalista, que provoca admiração com os diplomas, mas que não libera confiança – [Marcos 8: 14c] Vocês ainda não entendem e nem compreendem? Estão com o coração endurecido?

Jesus nos chama a atenção para não ficarmos presos a um sistema que visa acumular diplomas de habilidade profissional para ter segurança. É preciso confiar na sabedoria dos dons que recebemos do Espírito Santo; e, crer que tudo isso se torna até mais do que suficiente – [2Tm. 1: 6] O convido a reavivar o dom de Deus que está em você.


[Por: Luiz Clédio Monteiro – jul/2016]
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