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Falando de Cristo, usando a cultura.




Por: Luiz Clédio Monteiro

Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. Essa luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram apagá-la (Jo.b 1:4-6).

O cristão deve levar luz aonde está escuro. Ou seja, enfrentar o "Antinomismo" – Conceito que nega que a lei de Deus, nas Escrituras deve controlar diretamente a vida dos cristãos. Ou lutar contra o "Docetismo" – Que diz que Cristo não encarnou de verdade (só tinha uma aparência de humano) e que a sua morte foi aparente, não havendo um Salvador divino pelos pecadores.

Mas há um desafio a enfrentar com relação à cultura espiritual. Sendo ela, distinta entre nós, requer flexibilidade na forma do diálogo. No entanto, não podemos nos desviar dos fundamentos, e, propósitos estratégicos, que, desmascara a falsidade do amor, que, não aceita as responsabilidades para com Cristo e o próximo.

A visão da luz da verdade do Evangelho a serem alcançadas, enfrentará a escuridão da mentira; a regra do ódio, e, a confusão mental pelo anticristo, existente nos indivíduos. E, o estilo de fazer isto, varia de pessoa para pessoa. Tem umas, em que é necessário se ser bem detalhista; com outras, o trabalho precisa ser mais realista, e, em alguns casos, é mais simples, e, imediato a abertura.

O cristão antes de mais nada, para levar luz, tem que mostrar coerência entre o que pensa, diz, e, faz – não atribuindo uma confiança tal à atuação interior do Espírito Santo, ao ponto de negar a necessidade dos preceitos, que regem o modo de viver. Deve ter transparência – sobre a intenção do "amor," como a única lei que Deus exige, ao ponto de deixar de levar em conta, os demais mandamentos. Em fim, ser vibrante – passo a passo, numa seqüência lógica da experiência com o Evangelho, enquanto leva luz em todos os lugares. Desta forma, as pessoas querem aprender com ele, cada vez que o encontrarem.

Para o cristão, as pessoas estão acima dos modelos, perdidos, e, irremediável. Elas são pensadoras e executoras de tipos gnósticos, que ensinam, que salvação, é coisa para alma, tornando irrelevante o comportamento desenfreado do corpo tanto para o interesse de Deus, quanto para a saúde do espírito, não dando a menor importância. Não sabendo portanto que o Espírito, concede o poder para cumprir a lei, que torna o crente cada vez mais semelhante a Cristo.

Não pensem que eu vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim abolir, mas dar-lhes pleno cumprimento. Eu garanto a vocês: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem sequer uma letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo aconteça. Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazer o mesmo, será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem os praticar e ensinar serão considerados grandes no Reino do Céu. Com efeito, eu lhes garanto: se a justiça de vocês não superar a dos doutores da Lei e dos fariseus, vocês não entrarão no Reino do Céu (Mt. 5.17-20).
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