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    quarta-feira, 8 de outubro de 2008

    Os laços de família formam empresas fortes

    A família não gira em um ambiente social relativamente igualitário e culturalmente homogêneo, mas sim num recinto fraternal que demonstra amparo como afeto e carinho em compreender. É um relacionamento em que cada um é protetor do seu irmão.
    Portanto fazer da família uma comoditização social de classe, é ressuscita entre parentes o oposto da concórdia: a auto-suficiência. Uma vez introduzida no seio da família, a rivalidade e a competição toma conta do recinto. A harmonia de vontades e/ou de opiniões é destruída e, em vez de proteger, cada um fere e mata os sonhos do outro. Este contexto de família social competitiva aparece pela primeira vez na Bíblia (Gêneses, 4) e o resultado foi, morte entre irmão.
    A relação verdadeira em família é construída a partir de uma série contínua de ação recíproca de forças na mesma obra. A ação faz crescer um "encadeamento das idéias" no qual os participantes através de interações sucessivas são beneficiados. Gera o que todos nós conhecemos como “empresa familiar”. Na realidade a relação torna-se mais e mais inteligente, satisfazendo cada vez mais as necessidades da família.
    Existe ate o Instituto da Empresa Familiar, IEF, uma organização sem fins lucrativo profissional global dedicada a assistir às empresas familiares através do fomento e difusão de conhecimentos e habilidades interdisciplinares, através da provisão de oportunidades e serviços educacionais, informações, documentação e pesquisas.
    Seu principal objetivo é o de se tornar o centro de referência e fórum multidisciplinar para empresários, suas famílias, executivos, acionistas, conselheiros e todos os profissionais que trabalham com empresas familiares (www.empresafamiliar.org.br).
    Hoje, em minha família, vivemos um ambiente empresarial totalmente familiar. Constituímos uma empresa (familiar) comercial no ramos de distribuição de cimentos e afins e já operamos com frota próprio-arrendada a logística de distribuição.
    Mesmo continuamente intervindo e controlando o curso das atividades do negócio, fornecendo novas idéias e estratégias, na medida em que vamos interagido, vamos nos adequando melhor às necessidades e se já éramos unidos, mas do que nunca estamos vivendo um ambiente agradabilíssimo e próspero, graças a Deus. Estamos sempre juntos no trabalho, na comunhão, na oração e portanto nas decisões. Essa interação provavelmente fará parte de uma série de interações encadeadas, que juntas construirão um contexto cada vez mais rico para nossa relação familiar com o passar do tempo. Nisso, cada família é diferente e inerentemente singular aos seus laços individualmente.
    Um conjunto de família pode formar uma sociedade, mas uma sociedade não representa um conjunto de família como sendo um projeto de Deus, mas tão somente o seu lado de auto-suficiência e da violenta competição cada vez mais agravante entre elas, gerando uma busca simultânea fundada na hostilidade e na competição que todos conhecemos.
    Tudo perdido? Não. Jesus, a antítese da violência, busca reunir novamente aquilo que a sociedade auto-suficiente divide e separa entre as famílias.
    A Bíblia narra em Mt 18,21-22 que Pedro aproximou-se de Jesus, e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não lhe digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.”
    A vida na sociedade precisa, portanto, basear-se no amor e na misericórdia familiar, compartilhando entre todos, esse perdão que cada um recebeu.
    (Luiz Clédio)
    Dezembro/2007

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