Ha fatos na vida que provocam dores nas nossas incertezas, que de tão acomodadas, já não lembramos que existem: Um sujeito chamado Demétrio, que era ourives e fabricava nichos (estátua, imagem) de prata da deusa Ártemis. E isso dava muito lucro aos artesãos. Ele reuniu esses artesãos, juntamente com outros que trabalhavam no ramo, e lhes disse: “Amigos, vocês sabem que o nosso bem-estar provém dessa nossa atividade. Ora, vocês mesmos podem constatar e ouvir por aí que esse tal de Paulo, com a sua propaganda, está desencaminhando muita gente, não só em Éfeso, mas em quase toda a Ásia. Ele afirma que os deuses fabricados pelas nossas mãos não são deuses. Não é só a nossa profissão que corre o risco de cair em descrédito, mas também os santuários da grande deusa Ártemis acabarão sendo desacreditado e, assim, ficará despojada de majestade aquela que toda a Ásia e o mundo inteiro adoram.” Ao ouvir isso, ficaram furiosos e não paravam de gritar: “Grande é a Ártemis dos efésios!” (Atos 19: 23-28). Muito parecido com a mariologia (conjunto de estudos teológicos acerca de Maria, mãe de Jesus Cristo), nos dias de hoje.
Assim são as incertezas, que sustentadas por arte de magias, aliena aqueles que a praticam, especialmente porque ha interesse de poder econômico. São como as dores reumáticas que só aparecem com o frio intenso, necessitando de medicamento.
Outras incertezas estão enraizadas no mundo cristão através de seguidores que apesar de tempos andando na palavra e ouvindo os testemunhos, ainda não entenderam a verdadeira vida cristã pela fé e apelam para loterias esportivas, submete-se a serviços que não condizem com sua fé tornando-se tão comum suas atitudes quanto qualquer um dos homens naturais, chegando ao ponto de não provocar conversão em ninguém e ainda sentem vergonha quando se ver com algum evangelista proclamando as Aleluias!
A estes, ainda falta entregarem suas vidas a Jesus como oferta viva de amor e sacrifício.
Uma oferta que fala, canta, proclama, exalta, glorifica, adora, louva... Tanto no altar do Senhor como nos caminhos deste mundo numa figura tão ímpar que, quem o ver, assevera que ele nasceu para adorar somente, adorar.
Homens deste naipe de fé, vêem em suas vidas as promessas de Jesus realizadas na formas e desejos do Seu coração. E, a cada dia, esse relacionamento cresce mais e mais no desejo de ambos estarem lado a lado.
Orava pela manhã com minha esposa – quando me veio um desejo de ofertar minha vida, minha família e tudo mais que havia em mim – quando, fui tomado pelo Espírito; pedia a Jesus que glorificasse o meu nome, da mesma forma que glorificava o Dele. Pedia que a gloria Dele resplandecesse em mim – para que todos pudessem ver o milagre Dele na minha vida. Assim todos me ouviriam e me respeitariam no que eu dissesse sobre Ele. E nas circunstâncias eu teria certamente honra por confiarem nos negócios que faço.
Foi maravilhoso e ousado – eu pedir a gloria do Senhor em mim, justificando que se assim fosse, todos saberiam sobre o amor do Deus que eu creio, e amo, e sirvo.
Aquela força salvífica pela fé pôde libertar-me naquele momento de todas as incertezas levando-me a sentir a paz cristã da verdade e da vida eterna.
A maturidade da fé cristã é chegada quando você se ver pedindo e recebendo glorias sobre si, para que revelada, possa glorificar mais ainda o nome de Jesus. Mas, ela só se realiza quando a ação do Espírito Santo, se faz presente pelo nome de Cristo.
(Luiz Clédio)
Novembro 2007

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