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    quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

    O 5º ano, da 2ª década, do 1º século, do 3º milênio – 2014.







    O 5º ano, da 2ª década, do 1º século, do 3º milênio – 2014.
    (artigo substitutivo)

    [Por: Luiz Clédio Monteiro Filho]

    Vamos chegando juntos ao um novo tempo, o ano 2014, o 5º ano, da 2ª década, do 1º século, do 3º milênio; e, a pergunta ainda é a mesma de três mil anos atrás: O sucesso resolve? - Então você pensa: “Vou experimentar a alegria e conhecer o prazer!” Mas concluí que também isso é fugaz. Do riso, você diz: “Tolice!” E da alegria: “Para que serve?”

    Então decide entregar-se à bebida, em busca da sabedoria, e entregar-se à insensatez, para descobrir o que convém fazer debaixo do céu, no curto tempo da vida de 2014.

    Então você realiza grandes obras: constrói mansão, atuas no agronegócio e pomares com todo tipo de árvores irrigadas. Emprega pessoas em suas empresas. Possuí muitos rebanhos de vacas e ovelhas. Acumula dinheiro nos bancos. Em festas arranja cantores e cantoras para a delícia dos amigos em grande número.

    Dessa forma, você fica maior, e mais poderoso do que todos os que concorrem contigo, conservando o sucesso como sendo a sua sabedoria. Não recusa nada do que os seus olhos pedem, e nunca priva o seu coração de nenhum prazer. Sabe desfrutar de todo o seu trabalho, e em todo o seu trabalho foi esta a sua porção.

    E, novamente vem outro ano, outro tempo e, então você examina todas as obras que havia feito e o trabalho que elas tinham custado. E concluí que tudo é fugaz e uma corrida atrás do vento, e que não há nada de permanente debaixo do sol. Depois examina a sabedoria, a tolice e a insensatez, pensando: “O que fará o homem que virá depois de mim?” Fará o que já foi feito. Então percebe que a vantagem da sabedoria sobre a insensatez é a vantagem da luz sobre as trevas. O sábio tem os olhos abertos, e o insensato caminha na escuridão. Mas logo nota que ambos têm o mesmo destino.

    Então você pensa: “Vou ter o mesmo destino que o insensato! Para que me tornei sábio?” E concluí que também isso é fugaz. De fato, a lembrança do sábio desaparece para sempre, como a do insensato. Logo tudo ficará esquecido: o sábio morre da mesma forma que o insensato. [ECLESIASTES 2, 1-16]

    Sucesso, grandes obras, prazeres, dinheiro, saber e poder são as coisas que todo mundo espera para 2014. Um ano, cheio de pessoas felizes e realizadas. E, embora a morte esteja por aí a nivelar todo mundo. Ninguém espera se encontrar com ela. O que todos nós queremos mesmo é desfrutar do nosso próprio trabalho. Contudo não devemos pensar que o sucesso no trabalho possa assegurar felicidade acima do amor.

    Usufruir o fruto do próprio trabalho é o grande dom de Deus, que o homem conquista para satisfazer as suas necessidades. Portanto cuidemos para que nossas conquistas não venham ser através de pagamentos de salários injustos, visto que é roubo do dom de Deus dado aquela pessoa.

    Para esse novo tempo de 2014, digamos em uma só voz: “não adianta roubar para acumular”.  Porque sabemos que Deus inverterá a situação.

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