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Uma santa ansiedade!



 Uma santa ansiedade! 

[Jo. 17: 4] Eu te glorifiquei na terra, completei a obra que me deste para fazer.

A despeito de que a ansiedade é um mal que assola a sociedade há muitos séculos através da sensação de aflição, de receio ou agonia, sem causa aparente. Ou na inquietação e impaciência causada por desejos absurdos ou vontades não realizadas. Persiste a ansiedade em ser também algo bom, uma benção, quando aplicada corretamente.  

Jesus que glorificou Deus na terra com sua obra, disse desejar ansiosamente comer com os apóstolos a ceia pascal, antes do seu sofrimento [Lc 22: 15]. Logo ele que nos ensinou a não estarmos ansioso pela nossa vida quanto ao que havemos de comer ou beber [Mt. 6: 25]. Isso por que Ele Jesus usou corretamente a ansiedade para o bem; visto que, a consternação era para estarem juntos em comunhão e não por medo de não ter o que comer ou beber como sobrevém a nós. 
 
Podemos ver uma ansiedade sendo mal usado em Cazuza, que se afirmava exagerado, “eu sou ansioso. Sim, ansioso. E não aconselho a ninguém que o seja. É terrível não conseguir se contentar em estar somente em si. O que fui e o que sou nunca me foram suficiente”. 

Luiz Mendes [Blog Mundo livre] em seu artigo Ansiosidade - o mal do Século relata a história ansiosa de um poeta que se suicidaria estupidamente depois de questionar: “Onde existo que não existo em mim?” ele próprio diz desesperar-se a viajar outras vidas. Alastrar-se para viver em outros clarões, já que não pode ser muitos e apenas ele mesmo. Desejos absurdos da ansiedade.  

Já uma santa ansiedade se pode ver quando o sacerdote Aquimelec foi ansiosamente ao encontro de Davi no início da sua vida de fugitivo, pois precisava recorrer à proteção de Deus (pães sagrados), para usar a sua própria força (espada) e, sobretudo, à própria astúcia [1 Sm. 21: 2-16].

Também se ver uma boa ansiedade quando Davi em perigo de morte, novamente esperou ansiosamente por Javé em oração. Ele se inclinou para Davi, e ouviu o seu grito e libertou o salmista. A ação de Deus torna-se motivo de confiança para a comunidade que participa do agradecimento [2 Sl. 40: 2-4].    

Paulo, que deixou tudo em troca da fé em Cristo, e se apresenta como modelo para a comunidade afirma [em santa ansiedade], que, a nossa cidadania, porém, está lá no céu, de onde esperamos ansiosamente o Senhor Jesus Cristo como Salvador [Fl. 3: 20].

Jesus mais uma vez ansioso para anunciar e tornar presente o Reino, entrou em choque com as concepções dominantes na sociedade e, dizia precisar ser batizado com um batismo, e como esteve ansioso até que isso se cumprisse! [Lc. 12, 50].

Portanto ansioso por coisas deste mundo não se deve está nunca; mas para irmos ao encontro dos amados irmãos; para anunciar o Reino, para entrar em oração com Deus por suplica de livramento, aí sim devemos está sempre ansiosos em colocar nas mãos de Deus todas as nossas ansiedades, pois é ele quem cuida de nós [1 Pe. 5: 7].

Luiz Clédio Monteiro
Fundador da Rede Social Cristã
Blog [Doutrina Cristã]: www.cledio.blogspot.com

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