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    domingo, 19 de fevereiro de 2012

    Certidão de divórcio.




    Certidão de divórcio.

    [Mc. 10: 4b] “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e depois mandar a mulher embora”.

    A multidão permanecia em torno de Jesus, que, continuava a ensiná-la. Entretanto alguns opositores em meio ao povo tentavam a Jesus com perguntas a fim de achar uma justificativa para suas leis. Foi quando perguntaram a Jesus se a Lei permitia um homem se divorciar da sua mulher. Jesus então explicou o ato de Moises: “Foi por causa da dureza do coração de vocês que Moisés escreveu esse mandamento. Mas, desde o início da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e os dois serão uma só carne. Portanto, eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu o homem não deve separar”. [igual aos versos de 2 a 9].

    Jesus nunca, jamais aceitará o divorcio como solução para um casamento em conflito. Jamais. O matrimônio é uma aliança irrevogável. Imaginem se Jesus em consequência da pecaminosidade da humanidade, resolvesse desobrigar-se de nos guiar no caminho da salvação, dando-nos uma certidão de independência que nos permitisse seguir o Diabo ou a quem quer que seja sem, contudo ter que prestar conta dos nossos atos a alguém? Estaríamos justificados na perdição para sempre, recomeçando aqui e ali.

    Deus, no entanto segundo a doutrina da predestinação, preferiu escolher ficar conosco, colocando seu filho Jesus a disposição destes seres humanos degradados em meio a vales de lágrimas sem nenhum merecimento, mas somente pela graça para salvá-los da perdição e restaurar suas vidas para Seu Reino. Em vista disto, temos ou não temos que fazer o mesmo para com nosso cônjuge em necessidade de perdão e reconciliação, mesmo não fazendo jus a isso, mas pelo nome de Jesus? Sim! Claro que sim.

    A certidão de divórcio, portanto é uma ímpia ingratidão para com a misericórdia de Deus. Todos nós já experimentamos a misericórdia de Deus; logo devemos recusar ver nossa família ser avaliada por concessões ou ressalvas legalista. A família deve ser sempre reconduzida pelo sentido fundamental e irrevogável da aliança do amor e da benção de Deus eternamente.

    Dessa forma o casal é igualmente responsável pela justa manutenção dessa aliança. Não há nenhum momento em que um tenha razão e o outro não ou vice versa. Ambos serão culpados se a união falhar; pois os dois se equiparam quanto aos deveres e direitos. Porque a falha sempre virá pelo egoísmo. O que Deus uniu o homem não deve achar justificativa; e, criar lei para separar. Maiores razões tem o Senhor para nos odiar; e, não o faz!

    Deus não vai nos dar a certidão que pensamos ter para pecar à vontade. Isso nunca. “O homem que se divorciar de sua mulher e se casar com outra, cometerá adultério contra a primeira mulher; e, se a mulher se divorciar do seu marido e se casar com outro homem, ela cometerá adultério” [v 11-12].

    Luiz Clédio Monteiro
    Fundador da Rede Social Cristã
    Blog [Doutrina Cristã]: www.cledio.blogspot.com

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