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Os anjos torcendo assopravam suas vuvuzelas nas alturas



Por: Luiz Clédio Monteiro

Aquele que ler a Bíblia e achar que milagre advindo da aflição, não é sinal do cristão está lendo a Santa Escritura, mas não está compreendendo. O assunto tem estimulado filósofos, psicólogos e teólogos a pesquisarem centenas de testemunhos com aspiração sincera de se inteirarem sobre tão misteriosa graça pela provação.

O milagre existe e não importa quantas explicações tentemos fornecer. Mas junto com ele, o crente carrega a certeza da prova que sua fé terá que passar com Deus, porque Deus é o Deus da consolação dos santos.

Havia um crente cuja situação era conhecida de toda igreja pelo seu sofrimento. Apesar de ser um homem participante dos cultos e eventos, e intercessor nas orações, ha anos passava por uma situação difícil; levava a vida no “quase”- quase não tem isso, quase não consegue aquilo... Seu emprego era modesto, e pouco remunerado; o carro já com o designer vencido, precisava de uma boa manutenção. Contudo ele sabia que suas orações, não era fruto de uma alma ferida, e que, os nossos sofrimentos mais secretos são conhecidos de Deus, e no momento certo, Ele nos consolará para não desanimarmos.

Certo dia, um bom homem de situação financeira estável se converteu a Cristo em sua igreja. E, ele foi indicado para ser o seu discipulador. Em pouco tempo o bom homem se convalesceu da sua situação, e propôs aos irmãos, a idéia de juntos, comprarem um carro (em sigilo), e doar a ele. Logo surgiram em meio aos irmãos, várias idéias, uma das quais, que havia pessoas com mais necessidade que ele. Mas o bom homem insistiu na idéia, e foi ganhando adeptos.

Deus apoiou a idéia, e, os anjos torcendo, assopravam suas vuvuzelas nas alturas. Isso chamou a atenção de Satanás, que imediatamente entrou em operação. Dias depois, seu carro estacionado na porta da igreja, veio alguns homens e começaram a tirar fotos dele. Alguém correu e avisou: “irmão, agora a pouco tinha umas pessoas tirando foto do seu carro”. Ele ficou muito preocupado, achava que poderia ser do DETRAN, com finalidade de emitir uma proibição, impedindo seu carro de trafegar (o carro era muito velho mesmo). Coitado!

No serviço, todo muito notou sua tristeza. Apesar da vida difícil, ele não era triste, pelo contrário era resignado e às vezes até sorria. Quando perguntaram o motivo de tanta tristeza, ele disse que era a preocupação de achar que seu carro iria ser proibido de trafegar, pois haviam tirado fotos dele. Foi quando seus colegas, preocupados, revelaram que estavam organizando uma surpresa para ele. E, as fotos eram para serem enviadas junto com a carta para o programa do “Caldeirão do Huck da TV Globo”. Só tinha um porem, disseram seus amigos: “você terá que dança pra todo mundo ver”.

Ele ouviu tudo aquilo e ao invés de ficar alegre pela iniciativa dos seus colegas estarem querendo lhe proporcionar uma condição de ter um carro melhor, ficou mais triste ainda, e orou ao seu Deus: “Senhor, não deixe que eu venha a dançar nesse programa, não. Não deixe meu Senhor, que isso venha acontecer comigo. Livra-me Senhor”. Lembra quando o Satanás ofereceu a Jesus todos os reinos da terra, se Ele apenas se prostrasse aos seus pés? (Mt. 4:8-9). Pois é, o nosso crente sofredor rejeitou também. Aleluia!

Para essas pessoas sofrimento de crente não passa de vento, não sabe de onde vem. Qualquer idéia é uma boa idéia, para se sair dele. Enquanto isso a igreja já tinha comprado o carro novo, e programava o momento certo para fazer a entrega.

E, aconteceu que em sua casa, certa noite, atendendo um chamado, abriu o portão, e lá estava o carro cheirando a novo com laço de presente e tudo mais que tinha direito. Imaginem com que cara ele ficou... Quando disseram a ele. “irmão, nós viemos lhe entregar este carro de presente"

Essa história é verídica, e, se deu no seio da irmandade da Igreja Presbiteriana de Vinhais em São Luis – MA.

“Seremos controlados ou por Satanás, ou pelo eu, ou por Deus. O controle de Satanás é escravidão; o controle do eu é futilidade; o controle de Deus é VITÓRIA” (autor desconhecido).
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