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    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

    CONFIEI A DEUS, O QUE FIZ.




    Por: Luiz Clédio Monteiro.

    A sinopse do desenrolar dos meus doze anos de crente mencionado no meu artigo, “Minha Vida Convertida”. Alude; Atos 3:16 – “Graças à fé no nome de Jesus, esse Nome acaba de fortalecer este homem que vocês vêem e reconhecem. A fé em Jesus deu saúde perfeita a esse homem que está na presença de todos vocês”. Referindo-se a minha enfermidade cristã pelo pecado, que foi restaurada pela fé em Jesus. E conclui, “O Senhor realiza sinais, maravilhas e prodígios para confirmar com poder a mensagem do evangelho do seu Filho”.

    Confie a Deus o que você faz, e seus projetos se realizarão (Pv. 16:3).

    Eu, Luiz Clédio Monteiro Filho, herdei o mesmo nome do meu pai, (como Jesus era Um com o Pai), que de “Luiz”, é da luz. O “Clé...”, é do clero, ministro consagrado. O “Dio”, vem de Deus para abençoar. Como “Monteiro”, sou homem dos montes de oração. E, também nazareno como “Filho” de Dona Nazareth; assim como Jesus, da cidade. De canal poluído que fui, ironicamente, é o pecado deste esgoto, que mantém a misericórdia de Deus, alimentando o fluxo da minha vida. Do contrário, como sal que agora sou, por vontade de Jesus; aumentaria a salinidade, incompatibilizando o habitat, para a irrigação da Palavra.

    Aprovisionado pelo afluente desta fé, foi que viajando pelos arredores de Guimarães, interior do Maranhão; estava, com alguns amigos, e, um deles chamado Osmar, ao chegarmos às margens de um rio, pediu que eu o batizasse. Tendo conhecimento do meu passado, sabia da transformação que Jesus fizera em mim. Portanto, ele queria também essa graça. Pois, tempos atrás, inclusive, testemunhou a conversão de um parente dele; e, o que resultou dela.

    Isso me fez pensar por um momento; de duas uma, ou Deus estava me usando para salvar uma alma; ou o Diabo estava querendo prejudicar ambos. Mas se o Espírito Santo que está ligado ao nome de Cristo, despertou a minha fé em Jesus, não tenho que esperar uma voz, vindo do céu dizendo o que devo ou não fazer. Contudo, pela fé na plenitude do “Ungido Salvador” careceria consultar Deus em oração, para saber se deveria, ou não, ir adiante. Tenha visto, que a obra de uma fé obediente, é imprescindível para a salvação. E, Jesus após a morte, disse claramente que, “aquele que crê e for batizado será salvo” (Marcos 16:16a).

    Portanto, se todo o que crer deve batizar-se, obedecendo à ordenança de Jesus, dando o testemunho público de sua fé e salvação; então, pedi um tempo ao homem; fui mais alem da margem do rio,consultei meu Deus; e, após a oração, tomei a decisão de batizá-lo.

    Ele confessou com fé, Cristo como Filho de Deus ressuscitado, e, o aceitou como salvador de sua vida. Foi o que ele afirmou perante todos ali. Então disse, “A pessoa que tem pela fé a certeza da salvação pelo sangue de Cristo derramado na cruz, é qualificado para se batizar. Para que, pelo batismo, possa ser unido a Cristo”. E, assim o fiz. Batizando-o em nome do Pai, do Filho, e, do Espírito Santo, naquelas águas, sedentas de desejo de receber, mais, e, mais almas para a glória de Jesus, amem!

    Os acontecimentos cristãos em nossas vidas, servem para nos esclarecer, o tipo de fé que temos. Se, uma fé que identifica Cristo, como uma obra salvadora realizada na cruz. Ou, uma outra; que questiona o que pode, ou não pode; absolutizando as pessoas. Por que, o que faz a unidade da Doutrina Cristã, é a fé no Evangelho de Jesus. E, a submissão a Ele como único Senhor (1Co. 10:16).

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