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A vida é como uma moeda



Por: Luiz Clédio Monteiro

É impossível ter uma moeda com apenas uma face. Quem quiser possuí-la, forçosamente terá uma moeda com duas faces.

Analisando as condições necessárias de viver, encontramos os fundamentos: querer, poder, saber, pensar, falar, ouvir e ousar.

Querer – É o motor de tudo. E se esse motor falhar ou inexistir, não haverá possibilidade de atingirmos a meta nem de obtermos resultado algum, por muito que essa meta e esses resultados tão desejados estejam nos esperando após a primeira curva do caminho.

Poder – Todos podem. É mais do que certo que o poder da fé é enorme e que ela "move montanhas".

Saber – Na realidade o saber vem da soma da inteligência que nos capacita a fazer as coisas acontecerem, e da sabedoria que nos orienta como melhor usar o que sabemos.

Pensar – Nós somos o que pensamos ser. Mesmo que de maneira inconsciente, se sentirmos desejos malignos, isso é o que obteremos. Já estaremos imaginando a perda, a derrota, e será isso o que transmitiremos aos planos mais sutis da realidade e a Deus que atenderá às nossas súplicas; como conseqüência, é bom que pesemos sempre com benignidade. Sejamos muito cuidadosos, pois receberemos exatamente aquilo que sentimos.

Falar – Lembre-se sempre do imenso poder criativo da palavra. Somos senhores das palavras que guardamos dentro de nós, assim como, somos escravos das palavras que as pronunciamos. A fala inconsciente e ociosa contém sempre um perigo, e esse perigo se multiplica por mil quando os termos empregados têm uma carga transcendente ou divina. Precisamente, dois dos mais freqüentes abusos da palavra, são a blasfêmia e a maldição. Por isso é conveniente evitarmos a companhia daqueles que costumam contaminar o espaço com palavras ociosas. Isso tem a mesma conseqüência de jogar uma pedra para o alto e ela, ao cair, atingir nossa própria cabeça. Tudo irá melhor na nossa vida se reservarmos as palavras importantes para momentos importantes. Devemos ser claro e conciso, evitando as incongruências. Da mesma forma, ninguém gosta de ouvir bobagens.

Ouvir – Saiba perceber as coisas em silencio em consideração à pessoa que fala, isso é sinal de sabedoria, pois aprendemos mais quando ouvimos do que quando falamos. Nunca devemos cair no absurdo de brincar com as palavras dos outros. Em segredo, reserve-se o direito de absolver somente o que é bom, sem necessariamente contestar o outro, solvo se for o caso.

Ousar – Finalmente, é importante ser corajoso, empreendedor. Isto fecha e conclui o ciclo. A ação de abalançar-se consolida o nosso querer e nos confere título de propriedade sobre o poder e o saber. Omitir a vontade de fazer acontecer aquilo que queremos é deixar aberto um círculo, pelo qual a vitória pode escapar deixando efeitos indesejados. É preciso dar passos mais decisivos e ousarmos pensar que, mesmo que nossa ação possa não trazer bons resultados, existe a possibilidade de que seja perfeitamente possível de dar certo. Quem já possui essa coragem, precisa evitar ter medo de errar e acreditar que algo próprio de sua sabedoria pode lhe ajudar a acertar. Estamos falando de uma realidade que supera o pessimismo por isso é conveniente desprendermos de todo sentimento negativo, mantendo a mente totalmente aberta, sem querer forçosamente encurralar idéias preconcebidas.

“Peçam, e lhes será dado! Procurem, e encontrarão! Batam, e abrirão a porta para vocês! Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura, acha; e a quem bate, a porta será aberta. Quem de vocês dá ao filho uma pedra quando ele pede um pão? (Mateus 7:7-9)”.
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