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Objetos Perdidos



Por: Luiz Clédio Monteiro.

A foto é de um filme mexicano (Coisas Insignificantes. 2008 – e comentário inical, do blog Movies and Life), que conta a história de Esmeralda, uma adolescente com uma obsessão incomum: ela coleciona objetos perdidos, esquecidos ou descartados e os guarda em uma caixa embaixo de sua cama. É, a história dessas coisas insignificantes e das pessoas por trás deles, todos de alguma maneira incapazes de se conectar com quem mais amam.

Somos com objetos perdidos, que de um momento para outro desaparece, esvaece, submerge de onde está. Do que foi, do que era, do que iria ser, só resta lembrança de um plano abortado.

Por que nos perdemos? Ou por que perdemos, aqueles que confiaram em nós? Com Jesus foi diferente – Ele disse, “Pai, eu não perdi nenhum daqueles, a que a mim, confiou.” O perdido, foi abandonado por alguém ou por ele mesmo. Ao perder a batalha, e, sem esperança, recorre ao sobrenatural, às entidades espíritas. Daí, vem, promessas, rezas, crendices, que passam de pai para filho e seguem como geração de geração de perdidos. A seara é grande, e, já foi muito mais fácil encontrar pessoas que fazem responsório ou responso, como é mais conhecida a oração para achar objetos perdidos.

Mas nem todo perdido, é pedido para sempre - pensamos. Como alguns objetos perdidos, que, são encontrados, assim também podemos ser achados, resgatados. Nisso temos vantagem sobre os objetos. Como seres humanos, podemos nos esforçar para sermos rastreados. Aí então começamos a gritar. Não conseguindo fazer-se ouvido, pomo-nos a gritar; como o ferido, grita de dor. Ao ver-nos acuado, gritamos pelo amigo. Insultado, gritamos vingança. Sem o caminho certo – Jesus, continuamos a grita pela vida a fora, até esgotar todas as possibilidades humanas; porque muitos interlocutores são surdos. A solução é Jesus. Mas até crermos, os gritos são alarmantes.

Dimas e Gestas, os dois ladrões crucificados entre Jesus. Ambos perdidos na caminhada da vida, têm uma lição para nós. Dimas, conhecido como o bom ladrão, viu o caminho, porque tinha o coração humilhado. Ao ver Jesus, se arrependeu. Ele fez aquele instante existir, acontecer, e, a sua vida foi encontrada. O outro ladrão, o Gestas, não viu o caminho. Porquanto diante do Mestre, não disse o porquê da sua causa, motivo, razão. Só gritava blasfemas. Deus é educado, quando você grita, ele se cala, mas quando você se cala em oração, ele ouve, e, se ele ouvir, o perdido será achado.

Os destinos eternos dos condenados, são como dos objetos perdidos - a favor de ambos serão feitos buscas incessantes, porem, alguns, jamais serão encontrados. Não por falta de sorte. Não. Mas, pela desesperança que não os deixam ver a saída. Onde você ler (em inglês), Exit (tradução – saída), não hesite, saia.

Que estamos fazendo de nossa oportunidade? Der uma mãozinha para ser encontrado. Os plantonistas do além do setor de achados e perdidos, estão a teu encalce. Como que, uma escolta de cavalaria de polícia, armada de revólveres e espadas, encalçando criminosos, assim, está as Esmeraldas e demais guerreiros do Senhor em busca dos perdidos, porquanto o Espírito da verdade lhes tem dito que muitos no calado dos vossos corações, compreenderam seus pecados e estão pronto a ouvirem a mensagem do Evangelho. Mas para isto, é necessário um artesão que possa restaurar a fé; são como objetos perdidos a serem procurados.

A coisa exata, feita no tempo exato, garante o fim exato. A hora de se ouvir a voz de Cristo, e, se arrepender é "agora". - Jo. 5:25. O tempo de obedecer ao convite do Espírito, e, completamente desperto, santificarmos, é: "hoje" - Heb. 3:15.
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