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    domingo, 5 de outubro de 2008

    O casamento é como a ponta do iceberg

    O casamento é como a ponta do iceberg

    Havia um homem que desencantado com a sua vida amorosa, vagava distraidamente pelas encostas quando ouviu a voz de uma sentinela: Quem é você? O que está fazendo aqui? O homem pensou bem e perguntou ao jovem: “Meu jovem, quanto você recebe por mês?” “Para que você quer saber?”, retrucou. “Estaria disposto a lhe pagar o mesmo valor só para você me fazer todos os dias essas mesmas perguntas”, disse.

    Quando casamos, pensamos está realizando um sonho pessoal que diz respeito à intimidade do nosso amor. Na realidade, sim, embora na maioria das vezes, apenas legalizamos uma situação amorosa.

    É comum recém casado dizer que ainda não estão pensando em filhos no momento e fazem projetos para uma vida a dois. Não passa pela cabeça, o que são agora e qual o verdadeiro projeto de Deus com essa união. Incertos desse caminho a trilhar, não crêem na ajuda do Espírito Santo para distender o horizonte do desenvolvimento da ascendência preferindo manter o status de casados sem filhos que é mais simples e fácil a tentar uma mudança para futuros pais que é complicado e incerto a seu ver.

    Quando muito, alguns corajosos que se lançam ao destino de ser pai, o fazem no intuito de multiplicador justificado por Deus (Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra Gn. 1:28), outros são pais por intuição ou porque precisam de um herdeiro e a maioria por simples instinto humano mesmo. Quando deveria ser da forma de um missionário que é chamado a faz discípulos pelo próprio Senhor Jesus (ide e fazei...).

    A mulher tem um papel significante nesse ide de gerar filhos discípulo e tem tudo haver com a mudança do seu nome que indica um compromisso com Deus para realizar uma missão de viver conforme Deus quer e um convite para que o homem também realize essa coincidência com Deus.

    Se os filhos forem criados como discípulos conforme o Senhor nos instruiu, onde antes eram alguns, agora serão muito mais. Na medida em que queremos construir filhos discípulos com as bênçãos de Deus, não estamos a acrescentar simplesmente nomes quantitativos de inadaptados sociais, mas membros íntegros de um corpo tão necessários ao seu crescimento, como o sal é para terra - sabendo responder a cada um como convém (Cl.4:6); e a luz é para o mundo - que brilha em lugar escuro (2Pe 1:19).

    Filhos assim, alem de serem indicadores da saúde da nação, são verdadeiros adoradores e mordomos de Cristo em seus dons, estilo e paixão levando outros ao conhecimento de Jesus. Essa é a parte do iceberg que não vemos quando estamos comemorando um enlace matrimonial.



    Luiz Clédio Monteiro Filho
    São Luiz – MA
    Nov. 2006

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