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FOFOQUEIROS ESPIRITUAIS




Por: Luiz Clédio Monteiro

Em II Tessalonicenses 3:16, diz – “Ora, o mesmo Senhor da paz vos dê sempre paz de toda a maneira. O Senhor seja com todos vós”.

Assim, sem exceção, exalto a graça do Nosso Senhor Jesus Cristo a todos. No entanto rejeito a comunhão com discípulos negligentes, para sua própria restauração. Sim porque provérbio diz que aquele que faz pelo relaxado, outra vez fará. Então o crente negligente, deve ser afastado da comunhão do grupo, não por discriminação, mas para que ele sinta a necessidade de arrependimento; com isso, o perdão, e, o mérito pela reconciliação com a comunhão.

Esse tipo de crente vive à custa de badalações e são peritos em perturbar os outros. As tensões normais que poderiam facilmente ser superadas se agravam por causa desses “fofoqueiros espirituais”. "Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós." (1. Co. 1: 11). Não sei se aqui é um caso de fofoca ou de preocupação com os membros da igreja de Corintos que estavam formando “panelinhas”, segundo ela. Mas o interessante é que dessa senhora, Cloé, não se sabe nada, no entanto ela sabia tudo que se passava com os outros. Tome cuidado. Você precisa saber se eles estão falando em nome de Jesus, ou se, pelo seu próprio nome.

O fofoqueiro, não é só criador de fofoca, ele na verdade tem muito mais coisas perigosas escondidas dentro dele. Altair Germano (http://www.ensinodominical.com.br/ ), em seu artigo “corinto-uma-igreja-fervorosa-mas-nao-espiritual” diz com muita categoria: "Existem crentes, que na mesma proporção que falam em línguas, maltratam a mulher, o marido, os filhos e os pais. São caloteiros, presunçosos, arrogantes, fofoqueiros, semeadores de contenda, mentirosos, facciosos, infiéis, empregados enganadores, patrões exploradores, etc.

Definitivamente, fervor não é sinônimo de espiritualidade. Por vezes, muito barulho e animação é uma tentativa consciente ou não, de esconder a realidade. Não adianta fazer “aviãozinho” ou “trenzinho”, “marchar”, dá “tiro”, “rolar no chão”, “cair noespírito”, “chiar”, “uivar”, “urrar”, pois estas coisas não provam nada, a não ser, em muitos casos, o desequilíbrio emocional e até mental, e na melhor das hipóteses, pura “meninice”. Neste último caso, é preciso ter sabedoria para não matar os “meninos”. Eles precisam ser orientados com amor e paciência, para poderem alcançar a maturidade."
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