TODO PODER, VEM DO ALTO.



TODO PODER, VEM DO ALTO.

A falta de contentamento testemunhal com relação a Ressurreição Gloriosa de Cristo é o motivo pelo qual perdemos o poder de ressuscitar mortos, curar enfermos, falar em línguas estrangeiras, dominar demônios; e, se tomar veneno, não morrer. [Mc. 16: 17-18] “Os sinais que acompanharão aqueles que acreditarem são estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem cobras ou beberem algum veneno, não sofrerão nenhum mal; quando colocarem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados. ”

Nos foi dito sobre o Espírito Santo que ele seria o nosso Consolador e/ou Auxiliar por causa da ausência de Cristo [Jo. 16:7] entretanto, eu lhes digo a verdade: é melhor para vocês que eu vá embora, porque, se eu não for, o Advogado não virá para vocês. Mas se eu for, eu o enviarei.

Isso porque a morte de Cristo tem sido mais acentuada em nossa vida, entristecendo-nos, do que a ressurreição Dele, nos alegrando. Fomos norteados na tradição religiosa de nos fixar na penosa e sacrificante morte de Jesus, inclusive como culpados, ao invés, da gloriosa ressurreição e ascensão de Cristo ao céu.

Em vista disso, o papel do Espirito Santo ficou paliativo como medicamento de tristeza para atenua o mal da nossa culpa, subestimando a expansão da sua eficácia [At. 2: 26-28] por isso, meu coração se alegra, minha língua exulta e minha carne repousa com esperança. Porque não me abandonarás na região dos mortos, nem permitirás que o teu santo conheça a corrupção. Tu me ensinaste os caminhos da vida, e me encherás de alegria na tua presença. ’

Já se disse, que o mal do mundo consiste em não procurar conhecer à verdade, para que assim, pudesse ver o grande poder que está ao alcance deste conhecimento através do Espírito Santo. “Errais vós em razão de não compreenderdes as Escrituras nem o poder de Deus” [Mc. 12:24].

Porque é possível de alguém ser “crente”, batizado e incluindo no rol dos membros, pelo fato de acreditar na verdade do Evangelho, e ao mesmo tempo, não converter sua vida, por ambicionar proveito pessoal do poder desta verdade – [Jo. 2:23-25] Jesus estava em Jerusalém durante a festa da Páscoa. Vendo os sinais que ele fazia, muitos acreditaram no seu nome. Mas Jesus não confiava neles, pois conhecia a todos. Ele não precisava de informações a respeito de ninguém, porque conhecia o homem por dentro. Não se deixando conter-se pelo Espírito Santo.

Por outro lado, pode alguém desconhecer o Evangelho, e pesquisando com diligência, ser capaz de crer e, finalmente converter-se crente, confessando satisfeito com a nova vida – [At. 8:26-40] Filipe lhe disse: “É possível, se você acredita de todo o coração”. O eunuco respondeu: “Eu acredito que Jesus Cristo é o Filho de Deus”! E, assim, receber do Espírito Santos o complemento do que teve no início na sua vida.

Cristo, através do Espírito Santo, é a nossa força controladora e transformadora que evita suscitar em nós, nossa natureza pecaminosa. Esse controle, exige toda uma vida.

Na verdade, o Espírito Santo pode ser mais que um Consolador e/ou Auxiliador em nossa vida, se assim desejarmos (Lc. 11:13); Ele pode fazer de nós, uma obra relevante como a que fez com os apóstolos, nos tornado semelhante a Cristo, se acaso existisse alguém, com tamanha fé, ou pelo menos de “mostarda”, para receber tão notável derramamento pentecostal desta Graça. “Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos”? [1Co. 6:19].

O Espírito Santo, age de três formas fundamentado no “Norte” de cada irmão, com relação a Jesus Cristo:
- Aos que se fixaram na sua penosa Morte, inclusive como culpados, recebem o “consolo”, pela tristeza do motivo;
- Quanto aos que celebram e testemunham a Ressurreição gloriosa, revestem-se da “eficácia do poder”, pelo vigor da fé;
- Já, os que comtemplam a Ascenção ao Céu, tem o “auxílio” da presença em vista a solidão na espera da volta.

[Por: Luiz Clédio Monteiro – fev/2017]



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