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    quinta-feira, 31 de outubro de 2013

    Somos como a terra






    Somos como a terra 

    [Marcos 4, 1-20]

    Vivemos em meio à tão grande multidão, no entanto é como se estivéssemos sós. Contudo dela aprendemos muitas coisas e em seu meio testemunhamos nosso crescimento.

    Aprendi que somos como a terra que recebe a semente e a fertiliza para que ao gerar raízes se torne arvore frutíferas para alimentar o povo. 

    Aprendi que o campo fecundo que éramos ao nascer [pois criança, não mente, não rouba, não mata não cobiça, não levanta falso, não idolatra, em fim não peca, e honra os pais]; sofreu densas modificações [por desobediência aos Dez Mandamentos Sagrados]; que contribuem para o fracasso do crescimento. 

    Em alguma parte o campo se tornou caminho de solo endurecido que impede qualquer germinação em virtude de tanto ser pisado. Com isso se tornou fraco, indefeso não dando segurança à semente quanto às assolações das aves do céu.
    Emergiram também em seus meio, pedregulhos provocados por erosões que encobriram a terra tirando a profundidade que a semente necessita para o crescimento.
    Ainda nasceram plantas espinhosas advinda de outras fontes que sufoca o desenvolvimento da semente para não dar fruto.
    Mas como por milagre, ainda existe em algum lugar, boa terra neste campo onde a semente vingando, cresce e dar fruto; e um grão produz trinta, outro sessenta, e outro cem. Cumprindo assim sua determinação. 

    Aprendi, portanto que como campo destinado a abrolhar raízes, que gera arvore frutíferas, somos terras para o semeador – como um mistério do reino de Deus revelado. 

    Entendi que sendo nós a terra – a semente é a Palavra; e, o semeador, Jesus; logo não devemos temer a Satanás que como aves do céu assolam-nos como criaturas estranhas querendo tirar a palavra que nos foi dada. Que sendo pedregulho é como a tribulação ou perseguição que escandaliza o crescimento da palavra em nosso coração. Que sendo espinhos são como os cuidados do mundo, a sedução das riquezas e a cobiça doutras coisas, que entrando, sufocam a palavra, e ela fica infrutífera em nossa vida.

    Não vamos desistir, pois, vencendo todas essas dificuldades será como os que ouvem a palavra e a recebem, e dão fruto, a trinta, a sessenta, e a cem, por um.

    Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. 

    [Por: Luiz Clédio Monteiro Filho]

    Um comentário:

    1. Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,reparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho,posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,decerto que virei aqui mais vezes.
      Sou António Batalha.
      Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
      PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.

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