Plenamente humano.




Plenamente humano.

[Ez. 2: 1] Esta voz me disse: Filho do homem põe-te de pé, e falarei contigo.

Somos humanos, apenas humanos. E, como filhos do homem, indivíduos envolvidos em fraquezas e tentações. Porque somos de natureza rebelde, obstinados a liberdade lasciva, e de coração duro com relação às coisas de Deus. 

Jesus também se chamou de Filho do homem [Mt. 8: 20], isto para nos ensinar que é capaz de entender as nossas dificuldades emocionais, sociais, morais e espirituais. 

Mas quer ouçam, quer deixem de ouvir, o homem sabe que Deus está em seu meio: através dos profetas, missionários, pastores, bispos e demais homens convertidos na interseção por onde Deus está mais do que pronto para derramar a plenitude do seu poder e benção.
Precisamos examinar nossos pecados como primeiro passo em direção ao compromisso que devemos assumir com Jesus ou não sobreviveremos. E, a maior dificuldade encontrada está no desânimo para encarar uma vida cristã, pois as coisas contribuem para o seu esmorecimento, desesperança, visto que a ciência tenta provar a não existência de Deus através de ações científicas, e o mundo apóia as nuanças do poder do dinheiro, dos prazeres, e principalmente do pretexto social de ser “normal”.

Para os que querem tentar mudar para uma nova vida convertida no Evangelho de Cristo, só tem uma saída: é fazer como Alejandro Bullón. Ele conta que casou com uma mulher ribeirinha amazonense criada com frutas principalmente papaia. Ele por sua vez um peruano nativo dos confins meridional do planalto de La Raia, não gostava de mamão; não foi criado comendo frutas, pois não tinha fruta na sua região. E no seu primeiro café da manhã de casado a sua amada esposa lhe deu como desjejum uma enorme banda de papaia. Sua primeira reação foi de rejeição, mas quando olhou para sua esposa a viu ali assentada em sua frente ansiosa, com os olhos brilhando – como quem esperava dele um elogio pelo café da manhã, pensou: não posso decepcioná-la tenho que arriscar a comer esse mamão. Tornou a olha para sua esposa, ela continuava ali apreensiva. E, de um “salto” comeu a fruta mesmo sem gostar. Ele preferiu agradar a sua esposa, ao decepcioná-la. Resultado: hoje já acostumado, adora comer mamão no café da manhã.

Você pode ate não está se sentindo o homem mais feliz do mundo por está isolado dos velhos amigos por está indo à igreja, participando dos cultos, do discipulado para o batismo. Mas lembre-se, se você estiver disposto a prosseguir em disciplinar sua vida como fez Jesus, isso vai agradar a seu Pai que está no céu, e a você será dada permissão de entrar na dimensão do Espírito por onde serás capaz de “ver e ouvir” o que Deus quer que você faça e diga através da oração. 

Agora, embora continue sendo um modo pleno de um simples humano, no entanto, não é mais um irracional na presença de Deus. Contudo um homem feliz, intercessor de Deus neste mundo, por onde Ele derramará a plenitude do Seu poder e benção.

O que conta é o fim da caminhada [Sl.73: 18-22].

[Por: Luiz Clédio Monteiro Filho]
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