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    domingo, 7 de outubro de 2012

    Em meio a tempestade.


    Em meio a tempestade.
     
    [At. 27: 13b] Eles pensaram que haviam obtido o que desejavam.
     
    A tempestade sobrevém de um vento forte, que sucede de um vento brando. As nossas dificuldades são assim também. Encontramos uma boa idéia, logo achamos que conseguimos o que esperávamos e, nos jogamos de cabeça na coisa por nossa própria conta; como um marinheiro que pegando um bom vento, levanta ancora do seu barco e se deixa navegar pela costa [v.13].
     
    Mas, basta um vendo contrário tempestuoso para que o barco seja arrastado sem capacidade de resistir; e, quando isso acontece o melhor é cessar as manobras e, se deixar à deriva. Com a nossa vida é da mesma forma, às vezes não medimos o nível de dificuldade e terminamos sendo levado pelas circunstâncias; e, por mais que pedimos ajuda financeira para prosseguir, o certo seria dar um tempo e, pedir direção em oração antes que seja tarde demais [v.14-15].
     
    Da mesma forma que, todo barco tem salva-vidas, graças a Deus que em meio às dificuldades sempre deparamos com um modo salvador do Pai, quando laçamos mão da fé para reforçar nosso barco como se fora cordas; e, confiando em Deus, baixamos as velas do nosso amor-próprio e esperamos no nome de Jesus, não encalhar mesmo que momentaneamente estejamos à deriva [v.16-17].
     
    Todavia, um barco à deriva em meio à tempestade, está sujeito a ser violentamente castigado pela situação; assim sendo, mesmo em confiante oração; estando nas adversidades, somos como crianças que os pais se verem no direito de bater para serem educadas. É como se o castigo físico fosse legítima forma de nos convencer a lançar fora toda carga extra para não afundarmos [v.18].
     
    Como um navio, cuja esperança de salvamento sua tripulação Já perdeu e, lança ao mar sua armação a fim de evitar o naufrágio devido o temporal, assim é o nosso estado espiritual ante, a continua infelicidade pela desventura momentânea, que, nos humilha, gera rancor, destrói a capacidade de confiança e a auto-estima [v.19-20].
     
    Buscando lembrar os conselhos que teriam evitado os danos emocionais e os prejuízos financeiros, recorremos às intercessões da igreja; e, deparamos com uma estrutura concreta de amparo espiritual, tanto no nível pastoral como pessoal de irmãos dedicados. O conselho é que devemos ter coragem; e, continuar a confiar no Senhor, que, é valioso e extraordinário para nossa vida, mesmo em meio a todo perda material que possamos passar. É como quando o navio é destroçado nos recifes, mas a tripulação permanece completamente a salva [v. 21-22].
     
    Assim como a Paulo, apesar de tudo, Deus nos diz que não devemos ter medo, pois é preciso que apareçamos perante a sociedade com testemunho de livramento. A prova é que pela sua graça Deus nos oferecer a socorrer em meio ao temporal, todos os que navegam conosco neste barco da vida [v.24].
    Assim, tenha ânimo, senhores! Creio em Deus que acontecerá do modo como foi dito [v. 25].


    Luiz Clédio Monteiro
    Fundador da Rede Social Cristã
    Site: http://doutrinacrista.ning.com/
    Web: http://doutrinacrista.ning.com/profile/luizclediomonteirofilho
    Blog [Doutrina Cristã]: www.cledio.blogspot.com
    E-mail: Lcmf56@hotmail.com





     



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