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    quarta-feira, 28 de março de 2012

    A oposição a Jesus.




    A oposição a Jesus.

    [Mt. 11: 1] Quando Jesus terminou de dar essas instruções aos seus doze discípulos, partiu daí, a fim de ensinar e pregar nas cidades deles.

    Muitos do que viviam a plenitude de suas vidas com saúde e bem está ao se encontrar em dificuldade pede ao Senhor uma visão, uma confirmação; se Jesus é mesmo o Filho de Deus. Isso porque sempre que lhes falam sobre o poder de Jesus, preferem deixar para depois uma decisão.

    Isto acontece também com os crentes. Quando nos sentimos desamparados e amargurados, vem em nosso íntimo à famosa pergunta: “Será que Jesus é verdadeiramente o Messias esperado?” é que tem momento na vida em que desejamos olhar atrás. João Batista quando estava preso necessitou de uma confirmação, não porque não havia mais crido naquele jovem a quem ele tinha batizado, mas por causa do seu sofrimento e, para que seus discípulos pudessem crer e continuar a crer no Messias.

    Jesus não tem carteirinha de identidade para que possa se identificar com tal. Sua forma de responder nossa pergunta não será através de documento de identificação pessoal e nem por palavras, mas pela suas atividades concretas que realiza nas pessoas. Os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres é anunciada a Boa Notícia. E feliz aquele que não se escandaliza por causa de Jesus mesmo que vivendo em tribulações [v.1-6]. Amem!

    Nossa opção por Jesus não pode se tornar em uma simples idéia ou doutrina; do contrário quando viver a tribulação, perseguição, tentação, enfermidade, traição nos tornaremos uma oposição a Jesus. Crer no messianismo é crer em uma vida completamente diferente da forma como vivíamos e completamente nova nos aspectos contundentes sobre a liberdade e opressão.

    Afinal o que esperamos do Evangelho messiânico, quais nossas verdadeiras intenções com relação ao Messias? O que esperávamos que as pessoas vissem em nós por sermos chamados de filhos de Deus, povo santo, sacerdócio real, raça eleita?  Por acaso seria um louco agitado pelo vento das facções? O que queremos mostrar ao mundo? Um homem vestido com roupas finas? Mas aqueles que vestem roupas finas moram em palácios de reis. Então, o que é que queremos mostrar mesmo? Um profeta? Jesus afirmou que sim. Nós os seus seguidores temos que nos apresentar ao mundo como um profeta. Se possível alguém que seja mais do que um profeta. Aleluia!

    Este tempo de plenitude, no qual vivemos, também está precisando de mensageiros como João Batista que possa preparar diante do mundo a igreja do Nosso Senhor para sua segunda vinda. Muitos foram os homens piedosos que viveram e morreram a serviço do Senhor, mas nenhum deles poderá vir ate aqui para fazer o que o Reino está precisando; a não sermos nós os predestinados mais que profetas; por que desde os dias no Velho Testamento o Reino tem sofrido violência, porque a velha estrutura injusta resiste para não ser destruída e reage violentamente.

    Essa violência dos que se opõem à vontade de Deus foi experimentada pelo próprio Jesus e, agora será por nós nesta missão [v.7-15].

    Luiz Clédio Monteiro
    Fundador da Rede Social Cristã
    Blog [Doutrina Cristã]: www.cledio.blogspot.com

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