A forma de amar é tudo.




A forma de amar é tudo.

[Mc. 10: 15] “Eu garanto a vocês: quem não receber como criança o Reino de Deus, nunca entrará nele”.

Parece que nem todo mundo recebe de Deus a graça necessária para a vida. Mas na verdade todos nós independente de quem somos temos recebido de Deus seu quinhão de bençãos. Porque Deus não faz acepção de pessoas.

Amar a Deus e uma relação que se contrapõe à lógica do mundo, visto que o amor a Deus se ocupa na definição espiritual de Jesus, enquanto que a lógica do mundo se debruça sobre as estruturas e padrões formais da coerência. Nosso verdadeiro significado de amar é somente visto por Deus; e, isso Ele leva com bastante consideração.

Vejamos dois episódios em que ambos amando a Deus levaram em consideração a forma de amar: num caso, o homem era muito rico, mas não concordou com Jesus no fato de ter que partilhar sua riqueza com os outros. Apegado a lógica do mundo não confiou no amor de Jesus; e, enquanto ia embora com o que era seu Jesus comentava sobre o quanto seria difícil pessoa assim entrar no céu [v. 17-31]. No outro caso, vemos uma criança com um pouco de pão e peixe; ao ser requisitado a oferecer tudo o que tinha para alimentar o povo, obedeceu. O que se ver como resultado é aquela criança que optou pelo amor de Jesus voltando para casa com doze cestos cheios, derramando de pães [cp. 6: 30-44]. Ambos receberam as bençãos de Deus, porem a forma de amar foi que definiu em que pessoa a benção seria vivida e multiplicada.

Portanto embora tenhamos recebido de Deus a mesma benção, no entanto é do nosso enfoque de amar, que depende a concepção de fé que se tenha; isso nos trará conceitos e resultados diferentes um dos outros. Assim como estabelecerá um significado igual ou diferente à vontade de Deus.

Para entrar no Reino [ou vida eterna] é preciso mais do que observar leis ou regras. A benção é dom de Deus aos homens, e nela tudo deve ser partilhado entre todos. Isso significa confiar mais em Deus do que nas riquezas; e, pela fé revogar o sistema classista. É por isso que o apego às riquezas entristece o coração e, dificilmente entenderá o sacrifício de Jesus. Ao passo que ao deixamos tudo para seguir a Jesus e continuar o seu projeto, nos levará ao encontro com uma nova sociedade, embora em meio à perseguição, e viveremos a certeza da plenitude que virá.

Ao que dar sobra; ao que nega falta.

Luiz Clédio Monteiro
Fundador da Rede Social Cristã
Blog [Doutrina Cristã]: www.cledio.blogspot.com

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