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O vigilante.



O vigilante.

[Cl. 4: 2] “Sejam constantes na oração; que ela os mantenha vigilantes; dando graças a Deus”.

O vigilante é constante na oração por sabedoria, que, o fez simples e a simplicidade o tornou prudente, dando graças a Deus em tudo. O vigilante vigia os da casa, com o olho do coração voltado em oração; enquanto abre uma porta com amabilidade para os de fora [não-cristãos] a fim de anunciar o enigma de Cristo, por quem vigia [v.3].

O vigilante não se encontra nos púlpitos nem na frente dos ministérios. Ele não está no rol dos diáconos nem faz parte do conselho presbítero da igreja. Ele é somente o vigilante. Uma espécie de segurança espiritual da mesma forma como notamos os seguranças patrimoniais. O vigilante é uma testemunha silenciosa seu contexto não é polêmico, embora sua atitude signifique testemunhar e defender a fé cristã, ameaçada por doutrinas e práticas que a podem desfigurar.

No silencio do serviço, ora para que a igreja tenha uma linguagem mais humana, conveniente [v.4]; para com o mundo; e, tenha sabedoria em aproveitar bem as oportunidades, as ocasiões [v.5] tudo para que a evangelização seja sempre agradável, temperada com sal, esclarecendo como convém na graça de Deus [v.6]. Evitando extremos como no caso do rei Asa quando fazia a reforma religiosa decretou: [2 Cr. 15: 13] “Quem deixasse de buscar a Javé, o Deus de Israel, deveria ser morto, pequeno ou grande que fosse, homem ou mulher”.    

No momento em que os termômetros estão negativos pelo frio que vem do sul; e, cidades inteiras entram em estado de alerta, preocupadas por não terem acomodações adequadas que possa combater o frio; podemos entender a posição de um vigilante e sua eterna preocupação com a conseqüência que pode causar a sensação das baixas temperaturas espirituais. Esses “ventos de argumentos frios” carregados de razões inconsistentes, sem sentido, podem destruir a fé e eliminar a oração! Acusando o vigilante de querer ser mais sábio do que a própria tradição que acumulou explicações para todos os acontecimentos.
Mas o vigilante inspira a Palavra, e usa a linguagem do Espírito pela oração. O vigilante ore continuamente [Its. 5: 17]. E, Deus ouve sua oração!

Luiz Clédio Monteiro 
Fundador da Rede Social Cristã
Site: http://doutrinacrista.ning.com/
Web: http://doutrinacrista.ning.com/profile/luizclediomonteirofilho
Blog [Doutrina Cristã]: www.cledio.blogspot.com


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