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    domingo, 13 de março de 2011

    Pai e filho - Três pontos fundamentais



    Pai e filho - Três pontos fundamentais
    Por: Luiz Clédio Monteiro

    “o amigo quer o nosso bem, mesmo quando nos fere” (Prov. 27:6)

    Todo pai com base no amor cheio de preocupada dedicação, tem feito com que o seu filho viva sobre constante “auditoria” sobre algo que parece estar atrasado na sua conclusão e que todos por isto, se acham decepcionado.

    O acontecer é oriundo do livre arbitro do homem. Deus age dentro desse acontecimento. Nesse discernimento e clima, Deus faz do incômodo pretendido, um projeto transformado em benefício, a fim de cumprir o que se realizará na tua vida.

    O filho está acumulando experiências diretas e indiretas para se tornar com elas, uma pessoa madura. A verdadeira medida da sua idade não está nos anos que passaram; mas sim de quantos desses anos ele foi aceito com amor por seu pai. E é deste pai que virar o apoio na decisão definitiva da sua vida. Todos nós precisamos de ajuda desinteressada. Ele também.

    Então quem já evoluiu (o pai) é que deve assumir o papel da sabedoria assim sendo - deve entender e trabalhar os três pontos fundamentais no filho: “o que ele é; o que ele gostaria de ser; e o que você acha que ele é”. 


    O “o que ele é” – tem que ser acolhido com muito amor e compreensão para depois serem trabalhadas as mudanças se forem o caso. Só sabemos onde podemos chegar a partir do momento em que sabemos o que somos;

    O “o que ele gostaria de ser” – tem que ser trabalhado na base da colaboração. Com simples desejo de liberdade e vida, que se manifesta como insatisfação dentro de uma situação.

    E “o que você acha que ele é” – tem que ser esclarecido com sabedoria. A vida é mais forte que todas as armas do opressor. A fim de que, no “o que ele é” – ele possa sentir o poder do pai que mesmo podendo condená-lo, perdoa-o nas suas franquezas; para que no “o que ele gostaria de ser” – ele possa ver o espírito de um pai confidente que tudo ouve e acalenta com conselhos; assim, no “o que você acha que ele é” – ele possa assistir a emoção de um pai preocupado com o futuro do seu filho.

    Por fim, seja qual for o aspecto dos três pontos, o filho sempre verá a mão de Deus presente em sua vida através do pai que ele tem. Um pai que nunca faz crítica, nunca censura, nunca reprime! Deste modo, o amor vencerá mais uma batalha e o pai terá um filho vencedor, em paz com suas dificuldades – feliz!

    De outra forma o filho é um bastardo – morando com um pai psíquico, que com raríssimas e louváveis exceções, sempre se dar à impressão de prepotência. Não apenas porque faz do saber analítico um privilégio inacessível, mas, sobretudo porque parece se acostumar a lidar com incredulidades e timidez humana como se elas não fossem algo que provocasse a misericórdia do Senhor.

    Família feliz – não é onde todos cumprem seus papeis, mas onde todas as pessoas são boas para perdoar.

    2 comentários:

    1. Muito bom o texto e resumindo ,acredito que o amor implica em responsabilidades sobre ele.Em qualquer aspecto e relacionamentos,pois ele é nosso e somos responsáveis à quem damos né?! Vim agradecer ter me prestigiado no cor de rosa choque. Adorei! Montão de bjs e abraços

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    2. Verdade Elaine. Obrigado pelo comentário

      abraço

      luiz

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