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Anfíbios perdidos



Anfíbios perdidos

Por: Luiz Clédio Monteiro

A União Mundial vai gastar milhões em um programa para tentar redescobrir cem espécies de anfíbios considerados “perdidos” (Fonte: Folha.com). Quem deveria se importar; enquanto milhões de famílias sofrem grandes declínios em todos os níveis?

Se por um lado esses anfíbios “perdidos” ajudam a controlar insetos que espalham doenças e destroem plantações agrícolas; o que dizer dos benefícios que uma família possibilitaria à sociedade, se recebesse assistência governamental em saúde, escola, transporte, saneamento, moradia. E, acima de tudo convertida ao cristianismo?

Se as espécies de anfíbios encontram-se ameaçadas, segundo informe da ONG. E, muitos dos anfíbios que estão sendo procurados não são vistos há várias décadas; o que dizer das crianças que caíram nas mãos dos traficantes, pedófilos, macumbeiros ou vivem nos sinais de trânsitos?

Se os anfíbios são particularmente sensíveis às mudanças no meio ambiente, por isso é geralmente um indicador do dano que tem sido causado aos ecossistemas. O que dizer da família, que pelo novo conceito jurídico não pode corrigir fisicamente seus filhos? E ainda tem que explicar aos seu filhos assuntos polêmicos concernente ao casamento homossexual, e, dentre outros vê suas estruturas se balançarem, com o livre pensar da democracia.

Uma frase popular é: “a coisa principal é fazer a coisa principal.” E, qual é a coisa principal, há não ser a família, que abrange todas as camadas sociais da humanidade. E, que mais sofreu modificações no conceito do modelo familiar na esfera jurídica?

Ela, a família que poderia ser o lugar de origem da educação; por falta de assistência, vive a selvageria do cada um por si. O que era adequado tornou-se perverso. As denúncias de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes chegam à centena de casos relatados por dia. Os pais estão entre os principais agressores; enquanto o mundo está preocupado com os “anfíbios perdidos.”

Os pais que hoje abusam das crianças, foram outrora, as crianças abusadas pelos pais. Um abismo traz outro abismo. Portanto, se ensinarmos a Bíblia gradualmente as crianças, no futuro elas serão os pais que ensinarão as crianças no caminho de Cristo. "Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão" (Salmos 12:3).

Será que estamos falando de alguma coisa nova? Claro que não. E, sim de algo que foi abandonado drasticamente e substituído pelos “anfíbios perdidos” da sociedade moderna, que arquiteta preocupação por qualquer coisa que possa os fazer parecer ser deus para os outros.

Isto é o verdadeiro retrato do falso líder, que se diz preocupado com o meio ambiente, mas nega o valor de ajuda da família, portanto os atos de Jesus. Por amor ao poder, manipulam a fé do povo, e, falseiam o grande princípio do Evangelho – o amor. Amar anfíbios perdidos é fácil de dizer e fazer, difícil é amar o homem, principalmente o homem pobre, do terceiro mundo.

As autoridades governamentais estão sempre voltadas para o gnóstico perdido que nada tem com a vida prática. São atos venais e corruptos que eles anunciam com tanta ênfase. No fundo é uma falsa preocupação, e, deixa cada vez mais o povo na escravidão e degeneração.

Deus tem uma severa advertência dirigida a eles. Enquanto Deus quer, sobretudo, que a família permaneça fiel a se mantenha firme numa fé comprometida, a fim de preservar as crianças nos dias futuros como aconteceu com Noé e Ló (2Pe. 2: 1-22).
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