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Pra que poder?



Pra que poder?

Por: Luiz Clédio Monteiro

Para o mundo, ter poder, é mais que importante para vencer. É ser, o cara ou a cara, do cara. Vencer, é essencial e eufórico. A competição do poder, é um poço de fadiga sem fim. A fadiga é a maior barreira contra a paz. E, não será passando por cima de tudo e de todos que se vai recobrá-la. Ela só pode ser recuperada dormindo. Dormir bem, é um presente de Deus (Sl. 3:5). Portanto, pra que poder, se queremos paz?

Quem confia em Deus, não precisa de poderes sobrenaturais, nem do poder de ter. Porque é a fé que nos sustenta enquanto Deus trabalha (Hb. 11:1). Embora a visão de fé, não signifique ignorar as circunstâncias, mas sim, vencê-las (Rm. 4: 19-21). Devemos fazer pela fé, e, não pelo pacto satânico da afobação.

Mesmo sendo treinado incorretamente pelo mundo, devemos reconquistar nossa confiança no Senhor, que, é a realidade da nossa vida (Ef. 4:17). Se não soubermos que Deus nos ama, fica difícil acreditamos que Ele deseja nos abençoar (Sl. 84:11). Do contrário nos tornamos serviçal de alguém que exercerá poderes sobre nós. E, confiar em outro homem, aparta o nosso coração do Senhor. E faz da carne a morte (Jr. 17:5). Não devemos permitir que a pressão de circunstâncias alheias, nos desvie da busca da verdade de Deus (Pv. 11:14).

Querer é poder. Disseram. Quem quer ser o maior, precisa ir à luta, e, não há ação ou peleja sem sofrimento. E, uma vez desejado, fica estabelecido um vínculo de sangue, que, busca a qualquer custo tanto na existência física como na celestial, poderes inéditos. Assim, vemos pessoas correndo atrás de: Senso de Direção. Ambidestra. Empatia. Carisma. Bom Senso. Noção do Perigo. Memória Eidética. Imunidades. Facilidade para Línguas. Cálculos Instantâneos. Sorte. Aptidão Mágica. Talento p/ Matemática. Talento Musical. Voz Melodiosa. Prontidão. Pra que tanto poder? Se a visão de Deus pode ainda estar para cumprir-se no tempo determinado. Assim sendo, se, a fé diz tratar disto, espere-a, não falhará (Hc. 2: 2-3).

Porque o perigo deste “poder” está em ser deus pra si e para outros, em combate com Cristo, levando a pessoa ao orgulho mortal, e, a falhas ou aberrações variáveis. Isto pode ser a maldição da desvantagem que atinge áreas espirituais tais como: Estigma Social. Disopia. Cegueira. Daltonismo. Epilepsia. Obesidade. Duro de Ouvido. Hemofilia. Disosmia e Ageusia. Distração. Vício e Alcoolismo. Código de Honra. Paralisia Facial. Compulsão. Mentir Compulsivamente. Covardia. Fanatismo. Gula. Cobiça. Intolerância. Inveja. Cleptomania. Preguiça. Megalomania. Avareza. Excesso de Confiança. Pacifismo. Paranóia. Piromania. Sadismo. Timidez. Teimosia. Veracidade. Voto. Magreza sem atributo. Vontade fraca. Impulsividade. Flashbacks.

O homem sem Deus, correndo atrás do poder, é vazio, é apenas aparência. (Sl. 39:6b). Entretanto amar a Deus sobre todas as coisas, não é se apegar a um mundo “ausente” pela introspecção; ou flutuar na esfera poética da beleza dos Salmos. Nem também fazer da unção da interseção, magia, derrubando os outros com sopro mágico. É apenas, e, somente apenas, fazer o que é correto aos olhos de Deus; a saber, ajudar os pobres (?). E, se isto incomodar os poderosos; é melhor lidar por fazer o bem, do que fazendo o mal (1Pe. 3: 17). Alem do mais, o nosso maior poder, está em ver a vontade de Deus sendo realizada aqui na terra (Mt. 18:19).

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