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Câmera lenta



Por: Luiz Clédio Monteiro

A vida, só faz sentido, se for para se dar assiduidade a momentos de felicidade. Do contrário, é só penúria, amargura, nada vai fazer sentido.

Meus momentos de felicidade, importam aflições; mas nunca amargura. A cada dia, a minha afinidade com Jesus, me traz gozo no Espírito, amadurecimento visionário, onde a sua manifestação, é autêntica em todos os acontecimentos do meu cotidiano.

Dessa forma, o meu viver é um livro, e, a cada capítulo, a história vai afunilando a consonância, do “quase” de cada perigo; do “então”, de cada conselho; do “porque”, de cada provação; do “sentido”, de cada advertência...

São milhares de pequenas coisas; vibrantes, em sua definição; alegres, pelo seu desenrolar; esplêndidos, pela manifestação; gratificantes, pelo propósito; modestos, mas amplo na geração de resultado.

Entretanto não sinto ter imunidade em nada; sou passivo de todo sofrimento, embora tenha a certeza de não está só em nenhum deles. Contudo, cada ponto, cada ato, cada caso, dependendo do que está por vir, tenho uma sensação de que as coisas em volta acontecem como que, em “câmera lenta” (entende?); sendo assim, tenho todo tempo do mundo para proteger a defesa ou investir no ataque; podendo no entanto, decidir errado, mas consciente de que recebi de Deus, o tempo oportuno necessário. Não, como privilégio, mas como justiça de Deus!

As consequências, ficam ao meu favor. Embora tendo decidido (às vezes) pelo mais improvável de dar certo. Decidi por confiança no mais compreensível da minha fé. Não sei se me fiz entender. Quero dizer, que, no meu ponto de vista, o que me faz seguir em frente vitorioso ou derrotado; não é a escolha certa ou errada, das melhores práticas; mas sim, a convicção de não ter traído a minha fé. Pela certeza nela, que é em Deus; faço a escolha da direção, que, se não for a certa, a fé que agrada a Deus, move a misericórdia que restaura.

Assim, qualquer que seja a minha condição de vida, seja nesse ou naquele empreendimento; seja passando necessidade por ganhar pouco; seja com dívidas ou lá de que forma for; contanto que eu esteja sendo honesto, digno, posso permanecer onde estou, vivendo latente na fé, um dia por dia; o Senhor estará comigo, ha todo momento, minuto por minuto, nas pequenas coisas, ou nas grandes decisões - a “câmera lenta” vai continuar funcionando a meu favor.

Jamais partilharei esta glória, que é de Jesus, com outro. Sou um homem sem ídolos, persistente na fé da Divina Providencia. Meu viver, é um mistério de Cristo. Nunca estou numa mesma posição. Fazendo a mesa coisa. Vivendo da mesma condição. Mas sempre estarei trabalhando, mesmo de forma independente, o serviço da salvação. E, como que assistindo em “câmera lenta” vejo, a obra da fé; o trabalhado da amizade; a paciência da esperança. Como fruto da dependência de Deus. Shalon!
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