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O MEU MINISTÉRIO.




Por: Luiz Clédio Monteiro

Ainda no desenrolar do meu artigo, “Minha Vida Convertida,” que se refere à abreviação dos meus doze anos de crente. No que diz respeito ao meu ministério, disse sentir-me - “como um empreiteiro de obra, com permissão apenar para construir sobre os fundamentos prescritos. Sabendo que nada feito em nome de Jesus é em vão.” E, a passagem bíblica inspirada foi, I Corintos 3:16 – “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”.

Como fruto de encontro de casais com Cristo, promovido pela PIB em 1997, iniciei minha trajetória de convertido, focando os casais, que fazem a família, que como eu e minha mulher, não compreendíamos, o porquê de Deus estabelecer, vivermos uma só vida em aliança, como plano de relacionamento espiritual com Ele.

Antes, para mim, ter uma mulher, casar, era apenas uma forma de podermos usufruir dos prazeres sexuais com alguém que gostamos, sem contudo ter que marcar encontro, e, ou pagar por isto. Enquanto que, como homem casado, concluía definitivamente meu caráter de cidadão radicado, facilitando com isto, mais abertura aos créditos financeiros.

Desde menino, em Codó, quando meu pai tinha uma padaria, eu vivia as volta com as empregadas domestica de mamãe, tentando a todo custo, criar um clima de namoro entre elas e os padeiros. Eu tinha um sentimento de pena, só de ver uma mulher adulta, sem um marido. Diga-se de passagens, que, hoje, tem muitos netos delas por ai. E, fui padrinho de muitos filhos.

Para a gloria de Deus, sem saber, praticava meu ministério. Mas vindo para São Luiz, me corrompi na bebida, e, as boas coisas, foram supridas pelas más. De formas, que, a união com uma mulher, já não concebia a mesma que vivi quando menino. Foi preciso Jesus, bater à porta do meu coração, para que eu voltasse a aprender a semear a boa semente, e, o que fazer com as más colheitas.

Então, já convertido, com filhos adultos, tive a dolorosa tarefa de reunir um dia, a minha família para pedir o perdão. Para que eu pudesse entender o verdadeiro significado do perdão, e, aprender como perdoar. Fui falando, falando os mistérios da minha vida, e, os meus filhos foram arregalando os olhos. Minha esposa que tudo ouvia, olhava com pesar para eles, sem me fitar com hostilidade. Revelações profundas foram colocadas à mesa. E, hora nenhuma, quis comprar o meu perdão.

Embora minha família tivesse justificativa para guardar ressentimentos, desde esse dia, eu pude atravessar a sala do apto., com minha bíblia na mão, rumo à igreja, sem, sentir, falta de perdão. Perdão, que recebi em forma de atitude – todos, sem exceção, gradativamente se converteram, e, para minha felicidade, alguns anos depois fui convidado a dar um testemunho em um jantar facilitador, e, todos eles estavam lá, ao meu lado, livres sem nada a reivindicar, porque sabiam que Jesus havia pago o preço dos meus pecados.

Graça a visão de fé e confiança que tive para com minha família, em crer, que, a reconciliação é fato decisivo para a felicidade; hoje, aconselho os casais a não se apegarem as queixas que tenham contra o seu cônjuge; mas sim, considerar o caso, como algo que você pode perdoar, e, Deus, mudar. E, nesta visão de fé, amá-lo, não somente pelas novas qualidades, mas muito mais, pelos defeitos que ainda mudarão um dia.

É assim que vejo as obras profundas realizadas em cada casal pelo Espírito Santo de Deus no nome e poder de Cristo Jesus.

“Eu cri; por isso, é que falei” (II Co. 4:13). Shalon!
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