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O HOMEM NÃO É DEUS.




Por: Luiz Clédio Monteiro

O extraordinário ponto de apoio que o Reino de Deus tem na Terra, é a Igreja de Cristo. Ali está o berço da Fé conduzida pelo Espírito Santo, para que o amor (Jesus) seja propagado ate os confins da terra, como a única esperança viva de consolação a todos quanto estão cansados de carregar o peso do seu fardo, para receber descanso e aprender de Cristo. Ele, é o amor, é manso e humilde de coração, e os que o buscam, encontrarão descanso para suas vidas (Mt. 11: 28-29).

Se já é difícil para nós saber o que é, ou qual é essa “Igreja,” mais difícil ainda é entender Jesus em Mateus (24:15-16), dizendo: “Quando vocês virem à abominação da desolação, da qual falou o profeta Daniel, estabelecido no lugar onde não deveria estar, - que o leitor entenda! ...Fujam...”

Devemos estar atentos para não desanimar, e, não se deixar enganar por pessoas que apresentam falsos projetos de salvação, aproveitando a devastação, a solidão; o desamparo. Os estragos causados por estas calamidades, trarão grandes tristezas ao povo. Nessa hora por causa da consternação, a idéia (da falsa salvação) é a pessoa querer ser o seu próprio deus; viver a sua própria natureza carnal, como uma única colação do sobrenatural - Deus e o Demônio, serão credos de um passado longínquo do cristianismo.

Esse homem buscará motivações surpreendentes através das filosofias existenciais que tomam como ponto de partida e objeto principal da reflexão, o modo de ser próprio do homem na sua concretude individual, singular e solitária, capaz de ensiná-los a realidade do pensamento da razão, tornando o homem tema inevitável de consideração de si mesmo, pelo o que ele é, como meio para a sua sobrevivência, e, não pelo que pode Deus, fazer por ele no sobrenatural.

Ele não busca mais o amor como reserva de esperança, mas sim, um poder que o transforme em sua própria divindade. Toda a necessidade de culto religioso ou espiritual é apontada, efetivamente, para o próprio bel-prazer (os mais íntimos), da pessoa, em oposição ao direcionamento de Deus.

Enquanto o cristianismo diz: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas (as boas novas) aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos.” (Jesus Cristo, em Mt. 11:25). A mercadologia sugere: “Cabe à empresa identificar os talentos e oferecer os instrumentos e as oportunidades de desenvolvimento que ajudem a acelerar o crescimento dos profissionais, em especial aqueles identificados como potenciais.” (Caio Lauer). Podemos ver claramente dois caminhos: Um, pelo o amor, restabelece os insignificantes. E, o outro, pela razão, tonifica os diplomados.

A maioria destes homens confiante da sua sabedoria e inteligência, são rebeldes orgulhosos, atuam como indivíduos poderosos que agem através da personalidade, criatividade e progresso do seu próprio carater e decide suas ambições na vida, não se importando com o que os outros possam dizer. Tem Deus como uma criação dos humanos, e que, dessa forma, a adoração de uma divindade, acaba sendo a adoração de o próprio ser humano. LaVey, o satanista, sugere que os homens racionais internalizem seus deuses e adorem a si próprios, daí a máxima, "eu sou meu próprio deus."

Desta formas os sonhos espirituais da perseverança, as privações de jejuns e abstinência, são substituídos pelo da existência vital da remição plena das penas temporais. Sendo o pecado permissível como sabedoria pura, se isto for para a gratificação física, mental ou emocional do homem! A bondade, seja para quem a merece; responsabilidade para o responsável; o crédito para quem tem. E, a vingança, será permitida como sendo, “faço a ti o que fizeste a mim;” ao invés de virar a outra face!
O homem não é Deus. “Pode o homem ter razão diante de Deus? Ou pode um mortal ser puro diante do seu Criador?” (Jó 4:17).
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