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    terça-feira, 5 de janeiro de 2010

    O Olho do Dono




    Por: Luiz Clédio Monteiro

    Não controlar seus sonhos traz mais prejuízo do que você pensa. Portanto, controlar pode ser a melhor saída, para que o vosso coração não fique aflito (Jo. 14:1).

    Em um mesmo local, existem árvores frutíferas, como produto excelente; e, as que dão frutos ruins, azedos, embora o plantador, e, o cultivador, seja um só. Na igreja, também é assim; existem bons e maus geradores de frutos, mas o pastor é o mesmo.

    Jesus foi uma videira verdadeira, porque deu bons frutos (Jo 15:1). E nós, somos verdadeiros ou falsos? Embora o lavrador (Deus), seja o mesmo, têm muitas “videiras” aqui dando fruto que não serve nem mesmo para alimentar os tais porcos que se atiraram do precipício.

    Somos por assim dizer, como a “árvore do bem e do mal” que o agricultor (Deus), está mais para viver prevenindo os outros (prosélito), do perigo que nós exercemos, do que, para nos usar como alimento de sal e luz do seu rebanho.

    Assim, muitos de nós pensamos que nos desviamos da igreja, por motivos seculares, profanos, leigos, temporais. Na verdade, fomos devidamente “excluídos, cortados, definitivamente da videira” pelo lavrador, por sermos, deleitosos e aprazíveis para o nosso conforto, mas inútil; sem préstimo para o comando da igreja.

    Enquanto que outros irmãos, vivendo uma luta dramática entre o ter o que comer e quase passar fome, entre poder pagar a luz e quase ficar sem energia, entre ter que pagar a prestação da casa e quase ficar a mercê de um despejo; continuam ali, participando do louvor nos cultos, servindo nos ministérios, passando noites nas vigílias intercedendo, ajudando nas campanhas. Como verdadeiros ramos, que nessas épocas próprias de podaduras - de que, em tudo que precisa, quase tudo falta, mas tem; são floríferos, e conduz na excelência de um bom fruto, a semente da prosperidade do Reino de Deus. São como um verdadeiro adão, que quando andava nu, e não tinha onde morar, ainda assim, se achava feliz, com que vivendo num paraíso.

    Na verdade, era um paraíso, sim; onde adão morava; mas ele não tinha, como nós não temos, a noção, donde vivemos, porque vivemos e com quem vivemos.

    Assim, limpos e inocentes da avareza, os ramos podados pelas provações, estão vergados de frutos, e ainda produzem mais frutos; com isto, ganham mais força e são de mais utilidade, não para si mesmo, mas para as ordens de Jesus. A firmeza nesta obediência, permite Jesus viver neles. Embora, sejam apedrejados por causa dos seus frutos.

    Enquanto isso, aqueles ramos graciosos, cortados, por caírem no descontrole dos sonhos egoístas, amargam o prejuízo das ilusões. Gastados como madeiras, sustentam casas que não são suas; são camas para o prazer, mas não descansam nelas. Por fim, queimados naquilo que era; é, como carvão a venda nas ruas. Seus nomes em meios aos ramos podados pelas provações, são apenas um triste exemplo de “como não fazer” para não perder a graça de viver como um adão.

    Jesus, O Olho do Dono disse: “Sim, eu sou a videira; vocês são os ramos. Todo aquele que vive em Mim, e Eu nele, produzirá muitos frutos. Porque separados de Mim, vocês não podem fazer coisa alguma.” (Jo. 15:5).

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