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De plantão, mas desocupado!




Por: Luiz Clédio Monteiro.

Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de orar sempre, sem nunca desistir. Ele dizia: “Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que ia à procura do juiz, pedindo: ‘Faça-me justiça contra o meu adversário!’ Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum; mas essa viúva já está me aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não fique me incomodando’.” E o Senhor acrescentou: “Escutem o que está dizendo esse juiz injusto. E Deus não faria justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? Eu lhes declaro que Deus fará justiça para eles, e bem depressa. Mas, o Filho do Homem, quando vier, será que vai encontrar a fé sobre a terra?” (Lc. 18: 1-8).

Hoje, a insistência na perseverança das nossas orações; não são mais para nos livrar do mau, dos contendores, que poderiam está nos oprimindo como inimigos, não; mesmo porque vivemos negociando, de há muito com esses perversos; mas sim, por estarmos insatisfeitos de alguma forma com a conjuntura presente e, por isto, não desanimamos, como não desanimávamos quando éramos crianças mimadas, já acostumadas a impor, e, ver seus caprichos atendidos pelo pai, que, acatava, como por suborno, ao silêncio ante suas falhas . Agora, tentamos fazer o mesmo com Deus, mas jamais conseguiremos alguma coisa. Com Deus, não se brinca.

Jesus confirmou que Deus fará justiça aos seus eleitos injustiçados. Mas o problema, é saber, se tem alguém em nosso meio, que tenha razão de pedir em oração, justiça a Deus, como fazia aquela viúva ao juiz. Jesus sabia que chegaria, e, já chegou, o tempo em que não haveria resposta para “viúvas injustiçadas.” Pelo simples fato delas não mais existirem. Portanto orações do tipo: “Faça-me justiça contra o meu adversário!” dificilmente serão atendidas, por não serem verdadeiras.

Deus, é justiça, e, atenderá àqueles que, verdadeiramente através da oração, testemunhem o desejo e a esperança de que se faça realmente justiça. Deus, está de plantão, mas desocupado a espera de uma injustiça para vingar. Mas onde andará os injustiçados. Não tem. Os escolhidos, é que são os agressores; os adversários das “viúvas.” Incapazes de confessar a própria pequenez dos pecados, recorrendo à misericórdia de Deus, antes que caiam na ira da justiça de Deus, por causa das falsidades.

De nada adianta o homem tentar justificar a si mesmo, encobrindo a verdade, se fazendo de uma pobre viúva indefesa. A justificação é dom de Deus. Não basta ser perseverante e insistente, tem que ser verdadeiro.

O apóstolo Paulo, e juntamente com ele Barnabé, foram perseguidos por aqueles que se encheram de inveja quando viram que a multidão e quase toda a cidade escutavam a pregação da salvação única e exclusivamente em Jesus Cristo (At 13:50). Quando, que hoje em dia Deus, poderia ter o prazer de livrar algum dos seus eleitos, deste tipo de injustiça, embora esteja recebendo nuvens de preleções?