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Dupla implicação




Por: Luiz Clédio Monteiro

Nunca vai existir certeza, entre o homem e Deus. A não ser a confiança, a fé de alguns. Para estes, Cristo afirmou (Mc. 16:17-18): eles expulsarão demônios – ou seja nunca terão medo de nada, e nem serão amedrontados pelas sombras do mal. Realizarão milagres – trarão possíveis soluções para as causas impossíveis. Falarão novas línguas – de uma forma mansa, mas com intrepidez, se expressarão e todos os compreenderão. Pegarão em serpentes – conviverão com pessoas perigosas, e não terá lesão orgânica ou distúrbio espiritual, pela ação maligna, corrompendo moralmente, com maldade, má intenção; interpretação maliciosa. E, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum – não haverá traição que possa deter seu ministério, missão, de salvar o mundo através do Evangelho. Porão as mãos sobre os enfermos, e estes ficarão curados – as dores, as chagas, as opressões, não mais farão prisioneiros, aqueles por quem eles intercederem.

Mas o estranho mundo dos apaixonados pelo prazer do puder, que detêm o domínio do comercio, e que não toleram outros, entre eles e o governo, para não perder os privilégios, tem também suas promessas, garantindo que seus seguidores terão capacidade para banir a justiça que ataca os coisas-ruins; seduzirão por encantamento; raciocinarão por conotação pejorativa; abancarão o serpentear; beberão com o maior prazer e não se embriagam; e, com suas mãos sobre os fracos, oferece-lhes a extinção como cura.

Deus, quer ser adorado na própria estatura da vida humana – onde sua própria vida, é dedicada ao bem dos outros; da mesma forma, como a de Jesus. Isto, é o verdadeiro culto a Deus, e, a adoração em espírito e verdade. (Jo. 4: 16-26). E, receberão o Espírito Santo, saciarão sede de homens; darão vida aos que estão mortos; que, vêem nisso, a presença de Deus; e, se tornarão sinal de contradição para o mundo que classifica seus melhores homens, adotando a medida de comparação entre coisas que custam os olhos da cara.

Tem mais prestigio na sociedade, os que possuem, por exemplo, o raríssimo diamante vermelho. Cobiçado pelos ricaços, que são adorados pelo que podem comprar. Um quilo dessa pedra preciosa chega a custar 15 bilhões de reais. Também são cobiçadas, as garrafas mais valiosas do planeta como: Uísque Glenfiddich 1937, que custa 80 mil reais - Esse é o uísque mais antigo - e caro - do planeta. As 61 garrafas existentes são disputadas em concorridos leilões na Europa. O Vinho Château Lafite Rotschild 1811, 75 mil reais. Esse vinho não é para ser bebido, é de colecionador. O raríssimo exemplar de 192 anos foi arrematado em junho de 2000. Vinho Château Mouton-Rotschild 1945, 70.400 reais. Uma garrafa dessa safra, tida pelos especialistas como a mais saborosa, foi vendida em 1997 em uma casa de leilões inglesa. Vinho Romanée-Conti 1985, 34.700 reais. É a bebida mais cara disponível no Brasil. A safra de 1985 é considerada especial e vem batendo recordes de preço no mundo todo.

O que leva o crente em Cristo, a agir na sua ação, não é a busca de coisas pessoais; ele procura apenas realizar a vontade de Deus, dentro da família, e, esta se apresenta como a expressão da verdade. Nada obstante, replica o mundo que, uma doutrina que impede a realização aquisitiva do homem, nunca pode ser apresentada como algo da vontade de Deus. Com isso abre a disputa no terreno das pedras preciosas, e essências, onde o Rubi Da Birmânia, custa 450 milhões de reais. Essa pedra de cor roxa é encontrada também em jazidas da Tailândia e do Sri Lanka. Um anel de 1 quilate, por exemplo, custa 90 mil reais. A Alexandrita, 450 milhões de reais. A Esmeralda Colombiana, 300 milhões de reais. Os Cosméticos, Absoluto De Íris, 157 mil reais. Essa essência, extraída do caule da flor de íris, é usada no famoso perfume Channel nº 19 e corresponde a menos de 1% do produto. A Absoluto De Violeta, 37 mil reais. A Âmbar Gris, 10 mil reais.

Para o crente, o verdadeiro critério para agradar Jesus e seu Reino, não é ter as coisas mais caras do mundo, mas o fato de está em todas as partes em nome Dele. Mas a realidade do social “Forbes”, é ser reconhecido pelas aquisições de riquezas, onde quer que seja disputado o seu valor. Entretanto ambos, analisam seus prosélitos pelo nível de mando em multiplicar os campos.



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