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DEUS, NÃO É FÁCIL!



Deus, não é fácil!
Por: Luiz Clédio Monteiro.

Hoje mesmo, Ele puxou a minha orelha. Já que ontem à noite, na casa do amado casal Tavico e Marlene, em reunião do “grupo pequeno” da nossa igreja PIB; a gente falava da estratégia de - como mudar o mundo em 40 dias. Conforme o livro do David Jeremiah.

Hoje no carro, com minha esposa, dando uma carona ao próprio ir., Tavico, fiz uma parada, no sinal, bem ao lado daquele batalhão de gente que entregam panfletos e lavam pára-brisas; enquanto recebia os panfletos comentando alguma coisa entre nós, saquei uma nota de 2,00 e tavico, algumas moedas. Então eu disse ao limpador - hoje você vai receber um pouco mais. E, quando ele viu o valor recebido, disse: “Então, hoje, eu abençoarei você e sua família; pode ir.”

Deu para notar a fé daquele limpador? Fiquei abismado com aquilo. Nunca vi tanta confiança, tanta naturalidade, em abençoar alguém . Parece que ele não sabia o que estava fazendo. É que nós esquecemos, e, não mais cremos, que um limpador, por ser limpador de pára-brisas, pode ter fé e autoridade para abençoar. Confesso que fiquei enrubescido e confuso; uma vez, querendo surpreende-lo com dinheiro; eu, é que fui surpreendido com valores espirituais vindo de alguém tão simplório. Nunca esperado.

Eis a questão, porque não fazemos assim desse modo, pensei. Igual ao limpador de pára-brisas? Ao invés de pedirmos para que Deus abençoe as pessoas. Como fazemos: “Deus te abençoe...!” Simplesmente, não abençoamos as pessoas diretamente, no nome Dele, e por Ele, e com Ele? - “Eu, te abençoo...” Se, pedimos para Deus abençoar alguém, não estamos abençoando, estamos apenas intercedendo. É só isso que devemos fazer? Não devemos comprometer as nossas bençãos? Porque, por que não temos, ou por que não cremos?

Não seria mais real, mais confiante, mais convincente, mais categórico, e, menos farsante, nós mesmos abençoarmos diretamente as pessoas, pela fé que temos, pelo poder que recebemos, pela autoridade que sabemos que Cristo nos deu; do que preferir jogar a responsabilidade para Deus, para Jesus e o Espírito Santos; uma vez, que, a Santíssima Trindade, já nos convocou ao campo, pois a seara está grande, e precisa de trabalhadores? [Lc. 10: 2] E lhes recomendou: “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da plantação que mande obreiros para fazerem a colheita

Talvez seja abstrato demais para nós, abençoarmos alguém. Talvez a teologia cristã, não permite abençoadores. Seria necessário sermos tendenciosamente mais limpadores de pára-brisas, e menos teólogos, para compreendermos o valor de abençoarmos alguém e sua família, com a nossa própria língua. Como quem fala línguas estranhas.

É bíblico abençoarmos. Seremos benditos ao abençoar; e, não teremos a benção de Deus se não abençoarmos – “bendito seja quem o abençoar” (Gn. 27: 29b) - ...“e bendito seja quem o abençoar”.

Creio sinceramente que ele alcançou (novamente), a graça do nosso Pai, Jeová Shalon; por ter me abençoado. Creio que os céus se abriram diante da sua c - edulidade, diante da sua pobreza, diante da sua ingenuidade e simplicidade, mas também diante da uma espiritualidade santa, reservada, silenciosa, desconhecida, mas grandiosa.

É na obediência a Deus, que surge o verdadeiro abençoador. Nós recebemos ordem de abençoar: pois devemos abençoar e não voltar atrás (Nm. 23:20) - Recebi ordem de abençoar: pois eu abençoarei e não voltarei atrás.


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