Entre dois anéis!


Por: Luiz Clédio Monteiro

No fundamento do convívio matrimonial, assiste a figura da graça do amor da mulher pelo homem; verso, o estágio próspero, do homem para o sustento da mulher e seus filhos. Consequência do dom aprovado na presença de Deus em favor deles.

Mas, a incidência com a injustiça, é, um estágio contextual inevitável. Por consequente, acende a incapacidade da esperança na mulher, que na prosperidade habitual, mercê da qual, assegura o conforto da família, subjuga o homem, quando este, se arrasta numa sinistra condição financeira, porquanto não admite a perda do padrão de vida, culpando assim, o companheiro pela responsabilidade do futuro divórcio, embora o homem, não veja razão para tanto.

Se a vida de prosperidade para a mulher, é um fato crucial, fundamental, e, inegociável; a graça do amor, sexualmente falando, para o homem, é uma, não; a maior benção de Deus em sua vida. Certa vez, alguém perguntou a um caipira, qual eram as melhores coisas da vida. Ele disse sem pestanejar - dinheiro, mulher, e, bicho de pé. Quando questionaram o porquê do bicho de pé, ele prontamente retrucou - do que adianta ter dinheiro, mulher; se não tiver o bicho de pé! E, que vai proporcionar o bicho de pé? O amor da mulher. E, que vai proporcionar a mulher? O dinheiro – está aqui, o complexo do mundo.

A maior preocupação do homem, no casamento, está no risco do nível do sexo praticado ao longo da vida conjugal, vir a cair na quantidade e qualidade. Que, nem a mulher, com relação ao alto padrão de vida; o homem, também não aceita em hipótese alguma, qualquer relaxamento em ligação de amizade, afeto, etc., condicionado pela baixa atitude sexual da mulher. Qualquer curva decadente nessa área, o alarme soa, o sinal fica vermelho; o homem passa a fingir ser, o que não é; e, os raros orgasmos, que ele possa ter com ela, pode não ser mais ela, que esteja causando. Divórcio a vista. Desta vez a culpa, é dela. Embora a mulher, não veja razão para tanto.

Aprender a lição, de que, o pecado, produz resultados funestos, tanto para um lado, como para o outro, é imprescindível. È necessário reconhecer, que, tem um tempo, em que o mal, prevalece no lar. Neste tempo, como em outros, buscar a sabedoria de Deus (Sl. 43:1). Inteligentemente. Diligentemente. Constantemente. Esperançosamente. É a palavra-chave, para que a iniquidade seja confessada, trazendo com o perdão, a reconciliação da graça, e, a vida, de paz.

Ele – "Deus," é a graça, e, a vida em Jesus - a natureza comunicativa no matrimônio. O encontro com Ele é inevitável. O tempo deste encontro é incerto. Mas a paciência do conviver, a mansidão da comunicação entre os cônjuges denotando amor. É, o preparo eficiente, para o acontecimento. Atos 16:31.
Share on Google Plus

About Doutrina Cristã

7 comentários:

  1. Olá amigo,

    certamente que Deus, em sua infinita misericórdia, jamais deixaria o malfadado urubu sem sua merecida pena (ou penas!)! Pelo menos isso!
    Eu mesmo, se proporcionada a escolha entre:
    - voar desfrutando do cardápio do urubu e
    - andar ao chão, totalmente pelado (sem penas) mas com meu atual cardápio,
    muito provavelmente continuaria a rastejar-me ao chão. rzrz!
    Achei muito boa a sua dica!
    Disfaçarei-me então de urubu!
    Bicho este que não deixa de receber as bençãos divinas, mas aparentemente, péssimo almoço para outrem. rz

    abração,

    Monstro

    ResponderExcluir
  2. Oi, sua visita apareceu no meu blog na hora exata. Vc não imagina o qnt está me ajudando com essas palavras... Já estou te seguindo... Q DEus te abençoe...

    ResponderExcluir
  3. Qua fascínio seu blog...
    Qro seguir com sua licença...fielmente!!!

    ResponderExcluir
  4. Ola Adriana, é uma hora pra mim ve-la seguindo nosso blog. venha e fique a casa é sua alem fo mais somos Monteiro.

    bjs no seu coração...

    ResponderExcluir

Não use o silêncio como a melhor forma de dizer Aleluia!
Deixe seu comentário.
Ele é muito importante.
Obrigado