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    quarta-feira, 28 de outubro de 2009

    Enfadonho cotidiano




    Por: Luiz Clédio Monteiro

    Aquilo que mina a nossa ansiedade, corroendo lentamente nossos dias, pode não ter nada haver com o que muitas vezes vivemos e somos conhecidos como sendo nossa competência cultivada e praticada na vida. Bom mesmo é quando morremos lentamente pelo que cativa nossa mente e coração.

    Porque quando somos arrastados pelo que amamos, somos ligados estruturalmente ao que, por natureza, nos é, inseparável. A opressão das contestações não são violência para nós, que, embora nos ataque, sentimo-nos defendido pela liberdade de sofrer pelo que acreditamos, ainda que assim o mundo nos veja acorrentados, mas contudo, livres. Estamos em todos os lugares. Somos especiais quando temos algo especial para defender. ]

    Ainda que os indecisos achem que se não lutamos contra o que nos aperta excessivamente somos imprevisíveis, e, se lutamos estamos gastando tempo como alguém que não sabe para onde vai, que não se satisfaz com o lugar aonde chegou. Contudo, oferecemos nosso hábito de permanecer acreditando naquilo que amamos e assim poder mostrar ao mundo de uma maneira especial o quanto confiamos no merecimento da constância pertinente.

    O merecimento do apreço busca os que o procuram, e, se esconde dos que se acham merecidos de estima. Porque é grotesco os que congratulam-se por se acharam digno de consideração, visto que, inexplicável é o cotidiano que nos deixa perplexo com o seu habitual de todo dia, e não conseguimos estranhar. Logo, não valorizamos por ser freqüente nos bastidores do nosso grande teatro, que, de tão amiudado, e repetido, muitas vezes, continuamente, nos traz dúvida, quanto a sua certeza, fazendo-nos viver sobre os joelhos, quanto, poderíamos com um pouco mais de confiança, fazê-lo ser superior em qualidade para nós; ao invés de nos contentar, com o quanto ele foi bom.

    Não precisamos ser um poço de competência e coragem mas, todo aquele que fala em nome daquilo que crer, deve procurar agir como se hoje fosse a última chance que lhe restou para defender o que parece ser realmente puro à sua realidade; o que só será possível conhecendo a fundo sua grandeza. E, ao enfadonho cotidiano, que incompreensivelmente não é reconhecido pelo que faz, nem para o que serve, por conseguinte, a ele, não cabe ser presunçoso, soberbo ou jactante em vaidade. Em vista disso, nada no mundo o consome mais completamente do que a fanfarronice.

    O cotidiano as vezes parece enfadonho, mas é imprescindível que estejamos genuinamente interessado em entender o que ele significa para nós. Talvez nós o redescobriremos um dia e passemos a vê-lo sobre um outro ponto de vista em direção a um relacionamento forte e estável, e, nunca mais negaremos sua existência em nossas vidas.

    O que nos lembra tudo isso?

    2 comentários:

    1. Amado creio que nosso casamento com Cristo "converssão", é muito parecido como o matrimonio natural, que quando um dos parceiros está em crise e busca traição geralmente coloca culpa no "cotidiano" enfadonho mas que na verdade é pura desculpa pra falta do cultivo do amor.
      vivemos tempos difícéis todos sabemos mas a verdade é que a Palavra se cumpre e o amor de muitos já se esfriou faz tempo.
      Excelente post parabens

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    2. Amigo e xará Luis,
      você entendeu perfeitamente...
      é isso mesmo.

      forte abraço

      paz para toda família.

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