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    sábado, 31 de janeiro de 2009

    Venham à Minha Casa.

    Por: Luiz Clédio Monteiro

    Após ter sido batizada, assim como toda a sua família, ela nos convidou: “Se vocês me consideram fiel ao Senhor, permaneçam em minha casa.” E nos forçou a aceitar (Atos 16: 13-15).

    O princípio de um relacionamento, o começo de uma amizade, pode acontecer em uma beira de rio, numa praia, nas praças, em festas, nas igrejas, mas o aperfeiçoamento deste ato cativante que tem a virtude de acolher, só se concretizará em meio à família, no seio do lar, em comunhão fraternal do comer e beber juntos; na hospitalidade. Nenhum relacionamento subsiste sem que haja nele a hospitalidade.

    Paulo conta que Lidia, uma recém convertida, o constrangeu a ir a sua casa depois de aderir às suas palavras por acreditar em Deus. Foi um exemplo de temor ao Senhor. “E, foi praticando que, sem saber, alguns acolheram anjos” (Hb 13.2).

    Nos meus onze anos de convertido não me lembro de ter convidado o pastor Eliezer a ir a minha casa mais que três vezes e lamento não ter convidado outras tantas. Ora, às vezes me pego descontente por ele não me telefonar, por nunca ter ido a minha casa espontaneamente. Mas eu procuro entender a sua posição.

    Não sei se é correto um pastor chegar às casas de suas ovelhas sem um convite formal, mas Jesus desfrutou a hospitalidade de alguns por iniciativa própria Dele. Só sei que, perdurando tal ausência de acolhimento mútuo; haverá um afã religioso e social acatado entre as famílias dos fieis e o ministério do pastor, mas uma amizade pessoal estimada e terna somente se experimentará através da hospitalidade: forma prática de demonstrar o amor, que coloca a si mesmo e seus recursos à disposição de servir, como a quem serve ao próprio Senhor sem o véu (Mt 25: 35).

    Entretanto uma noite dessas recebi a visita do Pr. Eliezer em sonho. Eu estava em uma reunião falando sobre uma porta grande e eficaz que nos tinha sido aberta e suas dificuldades advindas (I Co. 16:9), quando do nada, ele, Pr. Eliezer saiu por uma porta que estava ao meu lado, virando-se para os presentes disse: “as pessoas pensam que para sobreviver necessitam absorver oxigênio. Na verdade elas precisam respirar fé.” Em seguida virou-se para a porta e desapareceu por traz dela.

    Temos respirado fé, e estamos verdadeiramente vendo esta grande e eficaz porta se abrindo através de novos contratos que estamos prestes a assinar e que alem dos dividendos vai nos trazer grande alegria.

    Se vocês me consideram fiel ao Senhor, venham à minha casa.

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