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    quarta-feira, 8 de outubro de 2008

    Não Somos Impecáveis!

    E não deveríamos está à procura de justos... (Mc 2: 17c)

    O homem comum é visto com desprezo por alguns religiosos porque colaboram com a dominação do mundo na obediência das opressões e aproveitam para subtrair a seu favor.
    No entanto nós os crentes, somos fracos, temos uma coleção de defeitos, físico, emocional, intelectual; traumas, lembranças dolorosas e comportamentos peculiares. O importante é o que você faz com isso. Normalmente negamos dando desculpas. Embora saibamos que Jesus nunca se impressionou com a força. Pelo contrário, Ele considera os “pobres de espírito” que reconhece as próprias necessidades (Mt. 5: 3). A Bíblia está cheia de homens imperfeitos fazendo coisas extraordinárias – o teu limite não limita Deus (II Co. 4: 7).
    Não somos impecáveis. Não é a nossa função avaliar os outros (Rm. 14: 14). Somos fracos (II Co. 13: 4). Portanto devemos romper a barreira entre o homem convertido e o homem natural. Rejeitando a impostura que estrema um como puro e o outro impuro. Só tem dois pontos: O primeiro é que Jesus é o Cristo e todo poder é Dele; o segundo diz que somos humanos como todo mundo.
    Uns porem descobriram a vontade de servir pela manifestação da fé: a fraqueza que previne a arrogância e limita a dependência pelo mundo incentivando a comunhão (II Co. 12: 9-10), a força que gera independência.
    Relevando o proceder por ausência de conhecimento da verdade cristã e aceitar oferta por impulso da graça humana em servir, o cristão faz do homem comum, anteriormente rejeitado pela hipocrisia religiosa, parte integrante e respeitada de uma nova sociedade (Mc. 2: 13-17).
    Ser incapaz de ver a necessidade de seguir a Jesus, nada mais é que um tempo de espera, uma maturação que provará o amor de Cristo em resgatá-los. Portanto não devemos em hipótese alguma rejeitar os simpatizantes ou ate mesmo os que abandonam a causa de Jesus. Porque nós é que fomos chamados para este salvamento. E chegou a hora do casamento, isto é, do livramento que trará a alegre relação entre Deus e os homens por Jesus.
    Conheço uma estatística (Ekklesia) sobre a estada das pessoas na igreja e o porquê delas às vezes não retornarem:

    Percentual
    Causa do Afastamento
    1%
    Por morte
    3%
    Por mudança
    5%
    Outras amizades
    9%
    Razões competitivas
    14%
    Por descontentamento
    68%
    Por causa da indiferença por parte de alguns irmãos

    Na atividade evangelística de libertação, Jesus mostra que o amor de Deus vem para salvar o homem concretamente e não para manter as estruturas que sugam o homem, que uma vez livre, é impossível encaixá-lo novamente no esqueleto organizacional em que veio. Da mesma forma que o pinto, ao sair do ovo jamais poderá voltar.
    A vida do novo homem cristão rompe definitivamente com a vida simbolizada anterior. Porque o viver cristão não veio para reformar; a vida cristã é uma mudança radical (Mc. 2: 18-22), é o centro da obra de Deus no homem. E para mantê-la viva como um culto agradável a Deus; devemos fazer o bem aos homens.
    Não se trata de amabilidades; atrair com agrados ou promessas; estreitando ou alargando para agradar quem quer que seja. Não. Mas dar sentido totalmente novo aos oprimidos, criar ferramentas novas que possam reger melhor as relações entre os homens. Porque só é bom aquilo que faz o homem crescer e ter mais vida. Toda sociedade que oprime o homem é contra a própria vontade de Deus, e deve ser abolida (Mc. 2: 23-28).

    (Luiz Clédio)
    Agosto/2007

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