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    terça-feira, 7 de outubro de 2008

    Life is Good? (a vida é boa?).

    Deus não está movendo as coisas pelo nosso ponto de vista nem pelo nosso projeto particular e sim pelo plano Dele.
    Deus se embrenha através de uma entrada violenta em oposição ao “status quo humano” recusando, sonho egoísta e manipulador, formalismo religioso e tradicionalismo estéril da sociedade... É um ministério confrontante e milagroso (Mt. 11: 12). O ser humano não tem condições de entender o caminho de Deus o tempo todo de forma que lhe convença (Is. 55: 8-9).
    Graças a Deus que é assim que a coisa funciona e assim sendo dou novamente graças a Deus, pois o projeto de Deus é imenso e grande o suficiente par usar cada um de nós. Busquemos o Senhor com relação à situação e peçamos Sua visão.
    Já disseram, a vida é uma novela. Todos nós temos uma “ponta” a fazer nessa grande novela de Deus. Novela tem de tudo, alguém tem que ser da turma dos coadjuvantes e figurantes, para a função de mendigo, de garçom, do padeiro, do vendedor, do fracassado, do cego, do lavador de pára-brisa nos semáforos, do drogado, do preso e tantas outras coisas mais que ninguém quer ser.
    Por outro lado alguém será escolhido para o papel do mocinho, da patricinha, do diretor do complexo industrial onde grande parte dos figurantes trabalhará. Outras posições doutoradas e presidenciáveis serão dadas a muitos que por serem dignas, são eles chamados de abençoados e vitoriosos. Vaidosos, acham que foram eles com suas sabedorias, conseguiram seus diplomas nessa grande novela que é a vida. E como uma mosca no mel, tem inveja de si. Mas a mosca se afoga no grosso caldo melado. Come, mas morre (Mt. 19: 25-26).
    Tudo muito parecido com o elenco das novelas das tevês. Mas com uma grande diferença, o mero coadjuvante ou figurante no projeto de Deus, ganha igual ao autor principal e ate recebe seu pagamento primeiro. Muito diferente do que acontece pelas bandas de cá (Mt. 20: 12-16).
    Como achar que a vida é boa quando caímos no papel de simples coadjuvantes de sei lá de que categoria, e na maioria das vezes recebendo um salário atrasado e indigno? Só tem uma explicação para esses que vivem felizes coadjuvando na vida – um dia eles creram no que Deus disse a respeito deles, e esperam o cumprimento das promessas de Deus que tudo pode. E na peleja do dia-a-dia dizem festivamente – “sairei com alegria e em paz serei guiado” (Is. 55: 12).
    Quando Deus revela Sua vontade, devemos manter nossos olhos abertos na realidade da Sua Palavra e não nas circunstâncias naturais. Ou seja, devemos exercer o nosso papel com a fé de quem tem o que o dinheiro não pode comprar e com a convicção de quem já viu o que ninguém pode ainda ver (Hb. 11:1).
    Isso pode ser difícil porque fomos treinados incorretamente pelo mundo de tal modo, murmuramos com medo da fome, de não ter casa para morar, de vergonha de ser incompetente, ou por simples vaidade de ser mais que os outros - ainda assim por medo de ser desprezados.
    Concordar que as circunstâncias é um opróbrio; lutar para vencê-las, é estar de acordo com o projeto de Deus.
    Logo vamos tomar um vinho com o papai, sentir o cheiro da mamãe e abraçar forte o nosso irmão. Isso sem falar de todas as pessoas queridas que habitam no nosso coração, que dar muita saudade.
    Sabe aquela frase que diz que fazer o que esperam que seja feito é muito chato... E que ser levado é premissa para criatividade... (Davi que o diga). Então vamos desobedecer ao mundo e permanecer na fé, que é a linguagem materna dos nascidos-de-novo.
    Luiz Clédio

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