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Carro Velho
Muitas igrejas ainda não perceberam que a mudança deve ocorre neste novo milênio: seu foco deve deixar de ser os excessos de cultos e passar a ser as pessoas do mundo. Com isso, tudo deve mudar. Uma dessas, é o fato das igrejas precisarem criar encontros facilitadores que tratem as pessoas do mundo como um propósito para Cristo, em lugar de cultos com os crentes (principalmente os que já estão preparados) servindo de peça de teatro para espectadores curiosos.
No entanto os cultos deverão continuar numa outra esfera tão intensos como antes porem, mais dirigidos aos novatos aos recém chegados ou aos crentes necessitados de misericórdia. Quero dizer que os crentes que se sentem "preparados para a obra do ide", devem deixar os bancos das igrejas e ir a luta lá fora, fazer o bom combate (II Tim 4:7), trazendo novos adeptos para os cultos de louvores através de encontros facilitadores estruturados e contagiantes. Podendo até ser parecidos com cultos mas, num ambiente fora da igreja onde o povo se encontra.
Quando penso assim, refiro-me aos carros sim, os veículos. Quando é que levamos nosso carro na oficina? Não é somente quando ele está com algum problema? Quando ele está com um bom funcionamento, nós não levamos ele para oficina não, ao contrário, nós aproveitamos para usa-lo da melhor maneira possível o tempo todo, gerando benefícios. Então irmão, se você está precisando de uma "oficina" para revisar ou recondicionar sua fé, que você acha que estar igual a um "carro velho", vá a igreja e fique lá o tempo que for preciso: orando, louvando, estudando, jejuando mas, tão logo tenha obtido as forças necessárias de um "carro novo", der uma carona para Cristo e caia fora, desocupe o lugar, vá atrás de outros "carros" que estão precisando de "oficina" senão eles vão terminar abandonados em um ferro velho desses e quando isso acontecer, será tarde demais para todos nós.
A estratégia dos encontros devem ser com intuito de relacionamentos, para atrair as pessoas certas, seja no local ou depois do evento, seja no culto como um todo. O valor dos encontros para Cristo é conseqüência da vitória na salvação, obtida por meio do relacionamento, que oferece a possibilidade de expressão de interesses e paixões pela igreja de Cristo.
Para desenvolver e implementar a estratégia, os membros que trabalharão nestes encontros devem sentir-se envolvidos nas decisões do ministério; é fundamental aplicar educação pessoal e espiritual e treinamento relacional continuamente; é preciso outorga-los de forma testemunhal perante a igreja o que for concernente as obras voluntárias realizadas como metas; e os líderes jamais podem querer competir com seus membros.
Sabemos que as mudanças são conflituosas por natureza. A fase em que uma igreja se prepara para ocupar novo espaço na evangelização, defronta com a realidade de ter de deixar alguns "carros velhos" e isso, é carregado de emoções contraditórias, esbarrando em inúmeras dificuldades e, em certas ocasiões, fracassa tragicamente. Porem, tem o risco de não fracassar devido o surgimento de novos líderes, fazendo das dificuldades momentâneas, período de grande empolgação e promessas, o ápice de uma longa e árdua caminhada. É na verdade a voz de Deus pelo Senhor Jesus, que em tudo que o diabo diz: "é o fim", fazendo-nos saber que "é apenas o começo". Quando Cristo morreu na cruz, o diabo deve ter dito "É o Fim!" Mas, com certeza Deus disse: "Não, É Apenas O Começo da Minha Igreja".
O pastor e o líder ministerial bem assessorado por sua comunidade de amor em Cristo podem atuar como bússola neste processo de mudança e ajudar a nunca perder a visão de Salvar e Batizar.
Ir. Clédio Monteiro
2002-11-02
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enviado por Clédio - Dio as 01:41:36. comentários[1]

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Características do povo de Deus
O resultado é vitória e paz!

O crente que é parte desse povo, em geral tem fé mas, as vezes, não é obediente. E quando está sobre a liderança do Senhor ele obtém muitas vitórias diante dos inimigos, conforme Deus prometera (Js 21.43-34).
Entretanto, a questão subentendida na vida de alguns crentes é o não cumprimento da promessa do Senhor com relação ao repouso na paz e graça, que advém dessa desobediência em detrimento a uma campanha inicialmente cheia de sucesso pela confiança em Cristo que subitamente dar lugar a alianças com outros indivíduos e crenças as quais foram proibidas por Deus (Êx. 23.32). O resultado, é a não finalização das obras proposta pelo crente diante do átrio devido ao fracasso e em conseqüência, a promessa de Deus que estava condicionado a obediência a fim de testar o nível do compromisso do crente, se mostra ausente.
O sincretismo religioso estabelece no crente a apostasia pois ao mesmo tempo em que adoram a Cristo, também associam-se as fertilidade locais e a amplitude desta apostasia é indicada pelo fato de nossos pais e até mesmo nós, termos grande influencia Católica – religião tradicional de idolatria aberta que mistura a adoração a Deus por Cristo e ao mesmo tempo à ‘Mãe de Jesus’ literalmente como mediadora, a qual nos foi imposta sem confissão de fé. Esta apostasia provoca o Juízo de Deus contra a vida do crente a fim de traze-lo de volta para si.
A repetida desobediência e a apostasia proporcionam o padrão do testamento da vida de muitos crentes. E esse padrão sempre se repete:
- O crente faz o que é mau (Jz. 2.11);
- O Senhor entrega o crente na mão dos inimigos (Jz. 2.14);
- O crente clama ao Senhor (Jz. 2.18);
- O senhor envia um libertador (Jz. 2.16); implícito na Igreja de Cristo de maneira significativa, entretanto, um irmão ou pastor é sempre enviado inicialmente (Jz. 6.8);
- O resultado é vitoria e paz (Jz. 3.10);

Contudo, não há declaração de paz duradoura porque ela precisa ser vigiada e obedecida e qualquer mudança no padrão da narrativa refletem na declaração dos ‘Pastores de Cristo’ (Eliezer - Jz. 2.19) de que, depois da opressão de uma tentação e da libertação providenciada por Deus (subentendido Cristo), o crente volta para um estado pior do que o anterior tornando-se uma espiral descendente da desobediência e não simplesmente a repetição de um fracasso.
Aqui a permissão de Deus na multiplicação da maldade do crente e compensada pela sua obra de libertação pela graça, à luz do arrependimento do povo, embora saiba o Senhor que a contrição não seja genuína.
Esta apostasia crescente estabelece o pano de fundo para a próxima grande revelação da salvação associada com a vinda de Cristo.

Por Clédio Monteiro
Em 2002-03-23
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enviado por Clédio - Dio as 01:41:19. comentários[0]

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Rubens,
Deus, purificou o coração de todos nós pela nossa fé em Cristo.
Uma vez que a salvação vem pela graça de Jesus, preocupar-se com sangue torna-se um rito de sujeição à lei cerimonial mosaica que Pedro chamou de "jugo insuportável" e só serve para entusiasmar as pessoas na obediência da "prática religiosa". Seitas.
Na verdade, nenhum rito em si tem valor espiritual; o valor está no seu significado que ali em At. 15:29 é apenas de tradição alimentar e não de condição de salvação. Porem, onde reina o amor fraternal, qualquer divergência não resultará em contenda.
Rubens, os Testemunhas de Jeová é uma seita baseada em experiências humanas que predomina nos ensinos escatológicos com base nos livros de Daniel e Apocalipse.
Ela busca os sinais que anunciam o fim para todas as mazelas da humanidade e não acreditam na existência de três pessoas distintas e um só Deus. A Trindade. Com isso, rejeitam a divindade de Jesus e sua ressurreição corporal. E sobre a aparição de Jesus aos apóstolos, eles dizem que simplesmente Jesus se materializou assim como em sua ascensão. Eles também não acreditam no Espírito Santo. Para ele, é apenas uma força ativa de Deus para executar a sua vontade.
Quanto a nós homens, somos apenas uma alma, ou seja, o homem não possui uma alma. Morreu o homem, morreu a alma.
Quanto a salvação, há duas classes: os 144 mil de apocalipse 14 3-4, que constituem a congregação celestial, por determinação de Deus e os salvos resgatados por Jesus destinados a habitar a terra. E o inferno é simplesmente a sepultura.
Por fim afirmam que todas as religiões (com exceção da TJ) são falsas e tiveram sua origem em Satanás.
Rubens, segundo 2Tm. 4:3, Nestes tempos, as pessoas terão comichão nos ouvidos ou seja ouvirão com motivos e interesses torcidos, com caprichos egoístas, atitudes contrárias às verdades; são também os que freqüentam a igreja mas não aceitarão a fé apostólica, as exigências bíblicas. Ouvirão aquilo que querem ouvir. Não aceitarão a pregação do perdão, arrependimento, santidade, separação do mundo; mas ouvirão novas experiências. Novas verdades que se baseiam em testemunhos de visões e sucessos individuais.
Mas tu Rubens sê sóbrio, moderado e não te preocupas com sangue, pois Jesus disse que perigoso é o que sai da boca do homem porque vem do coração.
A demais, limite-se a defender a sua fé cristã com firmeza, mas jamais com ofensa e retenha firme a fiel palavra que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar na sã doutrina como para convencer os contradizentes. (Tito 1.9).
Que a tua vida seja devotada ao Senhor Jesus.
Saudações,
Ir. Clédio
Em resposta ao abaixo.

Sent: Monday, September 16, 2002 3:38 PM
Subject: Qual o certo sobre o Sangue?
Alguém pode me explicar quem esta certo Os Testemunha de Jeová ou os
demais, quando se fala do Sangue em Atos 15.29 como repassado a seguir é
certo ou não; - Fazer transfusão de sangue e ou comer comidas que levam
sangue, enfim alguém sabe o que é certo fazer ou como agir, se levarmos ao
pé da letra esta passagem da Bíblia da forma escrita não podemos fazer nem
transfusão de sangue e nem comer nada que leva sangue, gostaria de saber
mais a respeito se alguém puder me explicar ficaria muito grato.

Rubens

(AT 15:29) "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e
do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem
fazeis se vos guardardes. Bem vos vá."


enviado por Clédio - Dio as 01:39:56. comentários[0]

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Autogratificação.
"Senhor, diante de ti está todo meu desejo; o meu gemido não te é oculto". (Sl. 63:1).
"O aspecto mais irônico da luta pela sobrevivência é, talvez, até que ponto um organismo pode ser prejudicado pelo que deseja. A truta é capturada pelo chamariz usado pelo pescador; o rato, pelo queijo. Mas essas criaturas têm uma desculpa: isca e queijo são comida, sustentam. Os humanos dificilmente têm esse consolo. As tentações que quebram a harmonia de seu cotidiano são, na maioria das vezes, pura satisfação de caprichos, desejos e vontades: autogratificação. Ninguém tem que tomar bebida alcoólica, por exemplo. Perceber quando uma distração passou do controle é um dos grandes desafios da vida.
O excesso de desejos insaciáveis não envolve, necessariamente, substâncias físicas. Jogos de azar podem tornar-se obsessivos; sexo pode tornar-se obsessivo. Mas existe uma atividade que se destaca pela ubiqüidade. É o entretenimento mais popular do mundo: a televisão". (pesquisa de ROBERT KUBEY e MIHALY CSINKSZENT da Universidade de Chicago - USA).
Comentando:
A maioria das pessoas admite ter uma relação de amor e ódio com a TV., mais também com o efeito de desejar coisas impróprias, de ter vontade de possuir algo de outro ou de gozar (...), de comer ou beber demais; dos anseios às aspirações proibidas, ou da cobiça, à ambição por dinheiro e até para com o apetite sexual. Na gravidez, a vontade exacerbada de comer e/ou beber determinada(s) coisa(s) fora de época e nas crianças o hábito de comer terra.
É assombroso como o poder que essas ações tem sobre nós. É comum pessoas passarem por momentos constrangedores na vida pelas incontáveis situações em que estando em algum ambiente e vendo algo que os lembre um desejo e simplesmente não conseguem parar de olhar ou desviar o pensamento. E esse tipo de situação não ocorre só quando estamos a conversar, mas quando estamos razoavelmente orando também. Pouca atenção tem sido dada ao poder de sedução da autogratificação (tentação) em meio a oposição da mensagem.
A expressão "vício" - Prática irresistível de mau hábito e desregramento habitual, é preciso na definição e carregado de juízo, mas apreende muito bem a essência de um fenômeno bastante real. Psicólogos, psiquiatras e a igreja definem formalmente essa dependência como distúrbio caracterizado pelo uso que se faz dele.
Todos esses critérios podem ser aplicados ao amor às tentações do mundo. O que não significa que, quem o possui, em si, seja um problema. A tentação se controlada, pode ensinar; pode fazer você atingir padrões elevados; possibilita ensinamento e visão, tão necessária a temperança dos apetites e das paixões. A dificuldade surge quando as pessoas têm o forte sentimento de que não devem leva-la tanto a sério e mesmo assim, se sentem estranhamente incapazes de resistir.
Um pouco de informação sobre como esse veículo tentador exerce seu poder de atração e como se defender, pode ajudar as pessoas a adquirir mais controle sobre sua vida. Um corpo em repouso tende a permanecer em repouso assim como um homem que peca tende a permanecer pecando. A quantidade de horas que as pessoas passam pecando (atendendo ao chamado das tentações) é assombrosa em relação a média que dedicam às atividades de oração do dia: é mais do que o tempo que levam para realizar qualquer outra atividade, como trabalho e sono. Nessa proporção, qualquer indivíduo que chegue até os 75 anos de idade terá passado mais de 2/3 da sua vida pecando. Alguns comentam que essa devoção pecadora significa simplesmente uma opção consciente: as pessoas pecam porque gostam. "Doce Pecado". Lembram? Por isso, tanta gente não tem ressalvas a propósito da quantidade de horas passadas na "delicia das tentações". E é aí que reside a ironia: as pessoas pecam muito mais do que planejaram, ainda que o tempo a mais seja menos gratificante. Os estudos bíblicos mostraram que quanto mais tempo as pessoas passam pecando menos satisfação elas conseguem obter.
Para detectar o comportamento e as emoções no curso normal da vida, em oposição às condições artificiais da tentação, devemos utilizar o método de amostragem de Cristo.
Como era de se esperar, os participantes que passam à assistir "Cultos Evangélicos" dominicais sentem-se relaxados e passivos. Da mesma forma, nos estudos Bíblicos necessário ao critério de conversão, mostram-se com menos estímulo mental em atender o chamado da tentação pecadora do que em períodos de leitura de revistas comuns, ou de assistir TV.
O que mais surpreende é que a sensação de pecar cessa quando o participante dos cultos evangélicos é desligado gradativamente das atividades supérflua do mundo. Esses participantes do Evangelho de Cristo, de uma forma ou de outra, no passado, o pecado os absorveu, chupou-lhes a energia, deixando-os depauperados. Agora restaurados, vivem uma nova vida porem, têm mais dificuldade em concentrar-se depois de pecar do que antes. Em contraste, raramente essas pessoas indicam essa dificuldade depois de ter se arrependido e confessado seus pecados a Cristo. Muitos relatam melhora no humor depois de praticar a confissão em oração ou dedicar-se a pequenas obras missionarias ou intercessoras. E também depois de louvar Deus em culto o humor das pessoas não se altera ou fica pior do que antes. Momentos depois ao deitar-se, se sentem mais relaxados e com ausência de tensão.
A associação é positivamente reforçada porque agora já crentes e batizados em Cristo, permanecem livres durante todo o tempo em que assistem suas vidas ligadas ao Criador e Redentor Jesus Cristo e negativamente reforçada pelo estresse e o mal-estar provocados pela ansiedade que se segue ao ato de descrença a que são submetidos as vezes pelas provações de Cristo (diferente de tentação).
Dito tudo isso, precisamos tomar cuidado para não exagerar. Não há muitas evidências de que os crentes deveriam parar de uma vez de ser o que pensão quando não é o que dizem e muito menos o que fazem. Os problemas decorrem do excesso. "Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios". (Romanos 5:6).
Receber a salvação provoca mais necessidade de ter salvação.
Ir. Clédio Monteiro
2002-08-26
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enviado por Clédio - Dio as 01:39:28. comentários[0]

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Atalaia
"Portanto ouve da minha boca a palavra, e da minha parte dá-lhes aviso". (Ezequiel 33:7).
Resgatar de cada ser humano o melhor que nele existe, é buscar a construção da vida através de cada parte da verdade contidas em todas as pessoas.
Em algum momento encontramos aqueles que sabem; não digo aqueles que dizem saber. Mas haverá sempre alguém, integrando-se na verdade de Cristo que não se ocupa consigo mesmo, iniciando movimentos que contêm a trajetória da fé que opera pelo amor, estão dizendo coisas que são úteis, estão enunciando princípios que são morais, inclusivos e não exclusivos, que não se importam com a terminologia que se use; insistindo que o homem manterá a sua própria estrutura interna da verdade "Consoladora" para si próprio e não a imporá sobre ninguém, mas, testemunhará dela porque são servidores e não alimentam interesses egoístas sobre a sabedoria recebida.
Eles sempre vieram através dos tempos, habitaram entre nós, agiram através de uma inspiração divina e se mostraram extraordinariamente inteligentes. Por suas vidas, deram um exemplo a fim de que pudéssemos seguir seus passos; por suas palavras, entoaram a nota, a mensagem que a humanidade necessitava para dar o passo imediatamente seguinte. Em suas ações, deram uma demonstração de serviço, andaram pelo mundo fazendo o bem, e seus nomes ficaram conosco através dos séculos.
É preciso ser uma figura muito dominante para permanecer nas mentes dos homens por milhares de anos. A maior parte de nós todos é esquecida em vinte anos. Mas o tempo nada significa para eles.
Apelar para esses exemplos de vida que existe entre nós é imprescindível, em qualquer momento, quanto mais, se tratando de enfrentar novos planos que exigem qualidades especiais.
O conhecimento nos revela que, em certa etapa da nossa vida, foi necessária a ajuda destas testemunhas que tocando nosso coração com suas amabilidades de crê, esperar e suportar, fez surgir em nós algo chamado fé, confiança e esperança. Com essa determinação clara e definida, nasce o desejo de expressar a vida e o amor. Assim, pôde haver uma consciência espiritual da necessidade de salvação. E, desinteressado, você passa a testemunhar desta verdade como um atalaia: Que ora intercedendo, serve sem esforço e doa sem sentir-se subtraído em nada.
O trabalho de um ser a serviço, nem sempre parece importante aos olhos dos outros. Geralmente ele tem o mesmo caráter de simplicidade da vida de Cristo tida por quase todos, como de somenos importância. No entanto ele é cheio de humildade pára reconhecer essa condição; de coragem e ousadia para não temer e de discernimento para decidir sabiamente.
Qualquer que seja a forma que esse trabalho assuma, esse serviço não visa ao benefício próprio de quem o executa, mas ao benefício geral, pois, os resultados, não pertencem a quem serve.
Ir. Clédio Monteiro
2002-08-24
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enviado por Clédio - Dio as 01:39:09. comentários[0]

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As Coisas Que Virão!
" Em verdade, em verdade te digo que, quando eras moço, te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde tu não queres" (João 21:18).
A coisa mais injusta que se pode fazer a uma pessoa, na minha opinião, é deixar de dizer a ela com toda a franqueza o que pensamos a respeito do seu futuro sem Cristo – "porque sem mim nadas podeis fazer" (João 15:5). Desde que suas palavras sejam bem-intencionadas e construtivas, esteja certo de que elas o ouvirão, ainda que seja extremamente franco e muito difícil de ser engolido – "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai o viticultor" (João 15:1). Leia mais: Vs 2 a 17.
O Departamento de Estatísticas do Trabalho revelou que entre cada 100 pessoas que começam a trabalhar aos 25 anos de idade, aos 65 anos... 1% serão ricas; 4% terão capital adequado para se aposentar; 3% ainda estarão trabalhando; 63% dependerão da Previdência Social, de amigos, de parentes ou instituições de caridade; e 29% terão morrido. Mas sabemos nós, que nenhuma delas estarão irremediavelmente perdidas, se acaso tenham recebido Cristo em suas vidas – "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim" (João 14:1).
Todo mundo tem muitos anos para planejar o próprio futuro. Mas essas estatísticas mostram que apenas cinco entre cada 100 pessoas tem dinheiro para viver por conta própria ao se aposentar e nenhuma das 100 eu diria, estariam devidamente prevenidas sem Cristo – "Choro porque tiraram o meu Senhor, e não sei onde o puseram" (João 20:13).
Algumas poucas mudanças podem fazer uma grande diferença na sua vida – "Recebei o Espírito Santo" (João 20:22). Não tenha medo de mudar ao tentar algo novo, tal como converter-se a Cristo. Você sabe ouvir? Tem fome de aprender "o que é a verdade?" (João 18:38). E é sensível aos acontecimentos bíblicos de João 19: 1-3? "Nisso... mandou açoita-lo... e davam-lhe bofetadas". Então, se o que você quer é algo que lhe ajude a ter paz no futuro, esteja disposto a aceitar um relacionamento com a igreja, contanto que, justo ao modo de Cristo – "Segui-me tu" (João 21:22). A combinação "trabalho e louvor" vai fazer brotar o que ha de melhor em você e terá "grande alegria ao ver o Senhor" (João 20:20).
"Apascenta as minhas ovelhas!" – João 21:17. "E então cada um receberá de Deus o louvor" - I Co. 4:5.
Ir. Clédio Monteiro
2002-10-07
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A VISÃO DO MUNDO

A classe economicamente dominante tende a considerar sua visão de mundo como "correta", negando as outras concepções de vida. Isso lhe permite, através de mecanismos sociais evidentes (por exemplo, a posse dos meios de comunicação) ou não (por exemplo, um dado sistema de ensino teoricamente "igual para todos"), impondo a sua hegemonia, perpetuando-se no poder. É inadmissível que a Igreja de Cristo, inocentemente, faça parte de um desses mecanismos sociais pervertidos, "impondo", através de sua autoridade injustificada, modos de encarar a sua existência estranha ao meio dos que ainda estarão por vim através do ouvir, ler e meditar sobre o Evangelho de Cristo.

Dessa forma, nosso problema é espiritual, mas a ética também diz respeito não sobre a moral, ligada aos costumes, à lei (embora este deva ser respeitado!). Mas de ética no sentido grego de "ETHOS", da "morada" do indivíduo, do seu habitat, daquilo que lhe é familiar, ali onde ele tem a sua identidade e o seu limite, ali onde a vida lhe faz sentido, e que é ali onde a Igreja deve atuar, falando do Plano maravilhoso que Deus tem para suas vidas com propósito de uma abundante e plena paz.

Isto pode parecer fácil, mas supõe uma formação que excede a Teologia, prendendo-se também à Antropologia, à Filosofia e à própria experiência de vida Cristã. (tendo haver sobre o Dom - sua independência em relação ao evangelista) Levando a fundo as considerações e precedentes, a questão Evangélica, está muito além do âmbito científico, é Bíblica e vai encontrar seu esclarecimento na espiritualidade, razão maior que da política, da ética e da estética, que funciona como elemento de suporte para uma atitude Teológica, aberta à pluralidade evidenciada na Antropologia e na Filosofia podendo vim a proclamar Cristo fazendo muitos a experimentar um relacionamento perfeito com Deus.

O meio sociocultural que dá sentido e realidade à experiência do homem natural precisa ser acessível à experiência do evangelista, para que possa compreender, além de um esforço analítico, o reconhecimento da existência de outro caminho, outra verdade e outra vida com Cristo acima dos contextos sociais, econômicos. E quando o indivíduo percebe Jesus Cristo como Salvador e Senhor, por meio de uma determinada maneira, ele tenta exprimir essa descoberta numa acepção completamente diferente, sem que essa outra face das coisas esteja "errada" em algum sentido. Isso é a prova de que ele creu, e Cristo já deu-lhe o direito de se tornar filho de Deus.

Podemos avaliar as dificuldades teóricas e práticas do evangelismo pelo caminho da linguagem popular onde é possível vislumbrar o universo de crenças em que se move o homem natural. Perceber também a realidade e a legitimidade desse universo e procurar a "tradução" possível entre essas concepções de mundo, envolve um encontro espiritual permanente com Cristo confiando a capacidade de evangelista em Cristo, e crendo que Cristo é o único que pode perdoar, salvar e converter através da graça consedida. Sem essa avaliação prévia a tarefa redunda em fracasso.

Clédio Monteiro
2002-02-16

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A sensação, o desejo e as boas intenções.
É o amor às sensações que leva a humanidade de um lado para outro para satisfazer à fome no mundo econômico ou para satisfazer o desejo de felicidade em um mundo de prazer. Levando-nos a passar pelo nosso inferno pessoal, que leva-nos a ingressar no inferno coletivo.
Os violentos impactos da sensação são buscados para manter a mente ocupada. Buscar atingir em primeiro lugar a sensação é primordial porque ela sempre deixa a mente escravizada, quando esta deveria estar livre; e também, porque o desejo subjaz a todas as sensações - é o que o desejo procura expressar e assim, ganhar satisfação no mundo exterior. Já as boas intenções, não passam de intenção. Todos sabemos que as boas intenções da criatura humana quase nunca correspondem à sua verdadeira necessidade ou à de outrem; elas têm origem no desejo, e por isso permanecem em nível ilusório, como que lutando contra moinhos de vento.
Assim, tem-se no centro o desejo que é o principal, porque motiva e dirige as outras. Em um lado a sensação exemplificando todos os impactos, e do outro lado as boas intenções jamais concretizadas, pelo que, desde há muito se diz que: "O inferno está cheio de boas intenções".
As três juntas, representam todas as ilusões que impedem o progresso da vida espiritual; o materialismo que nos detém no nível inferior da existência; a natureza psíquica inferior, que causa tanta destruição; o medo, sob qualquer manifestação; o medo do fracasso, que impede tantos de agirem, criando somente a inércia. Por isso os guardião do Inferno, simbolizam a sensação, o desejo e as boas intenções.
Não se pode aprender por "ouvir dizer", mas apenas por meio da vivência. Aprenda a lidar com o próprio subconsciente, e tenha condições de servir em âmbito maior. Essa ampliação de sua capacidade de prestar serviço é uma verdadeira realização, do ponto de vista da alma.
Na verdade, à medida que nos libertamos das cadeias que nos prendem (representada pela situação de toda a humanidade) é que nos tornamos aptos a ajudar o próximo e então, passamos a ser cada vez mais úteis ao Plano Evolutivo.

Adaptado do livro OS TRABALHOS DE HÉRCULES. Alice Bailey e do livro HORA DE CRESCER INTERIOMENTE. Trigueirinho.

Por Clédio Monteiro
Em 2002-05-29
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