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Disjunção
(Romanos 8)
Não há dúvida de que o posicionamento que faz a disjunção à ventura do nefasto, persiste através dos tempos e as diferenças na antropologia tornam-se cada vez maiores (v.20). Hoje, …os crentes, encorajadores e simpatizantes de Cristo, experimentam o impacto de três forças sociológica convergentes na convivência impaciente dos incrédulos, na exigência autoritária irreal dos mandatários, e na desaceleração da obediência na família (v.18).
Enquanto para o imprudente errar rápido é melhor do que acertar lento – já para o sensato, acertar mesmo que lento é o posicionamento primordial de escolha (v.5); da mesma forma que o direito de ouvir um crente não inclui o direito de ser levado a acreditar nele. Porque se você pensa: Eu posso vencer com Cristo, então, pela sua fé você pode. Mas, se você pensa que você não pode, aí todo mundo diz que você tem razão! (v.7) É o ativo matemático humano pulverizando no espiritual as chances de criar uma armadilha de falso entusiasmo (v. 31).
Depois do banho de sangue que abateu o Senhor Jesus naquela cruz a mais de 2000 anos no passado (v.3), quando os pioneiros seguidores do Messias reverenciados pela fé resultante de sua iniciativa e visão da ressurreição (v.11) - acabaram se esvaindo por amor de Deus (v.36), uma coisa ficou clara: A fé é inegociável e fundamental (v.37). Hoje, mais do que nunca, a fim de colocar em prática formas inusitadas de atrair os que causam desgraça a se mesmo, à criar um sentimento de fidelidade e prudência ao bem comum (v.21).
É preciso irrigar a fé, de maneira a escolher uma trajetória de crescimento mais forte e duradoura, que lembre a de uma árvore, com iniciativas de expansão que se propagam a partir do Senhor Jesus Cristo (v.19). Os resultados obtidos, tendem a ser demasiado altos nos crentes fracos de culpa ou em declínio e demasiado baixos nos crentes fortes em inquietação ou em difusão imaginário de perigo (v.7).
As distintas etapas do ciclo da fé requerem determinadas oportunidades possíveis e legítimas de crescimento compatibilizando com outros seguimentos da vida, contudo, é necessário respeitar uma lei fundamental: "Nunca se negocia a fé que se tem em Cristo" (v.2).
Assim sendo, o futuro será vivenciado pelos "novos crentes" inclusive os da "melhor idade" que serão pessoas com outros hábitos, tais como voltar a estudar a Bíblia aos 50 anos, apaixonar-se no seu casamento aos 60, reinventar-se no serviço do Senhor ao 70 e até vivificar sua fé aos 80 (v.30). Acompanhando quem sabe uma espécie de cronologia que aconteceu na sociedade americana chamada "meia-idadescência" – revolução da longevidade. Essa meia-idadescência, vem do olhar para dentro de si e entender o que é a motivação espiritual (v.27). Enquanto não se fizer isso, fica o apego aos velhos hábitos de envolver-se em disputas desnecessárias como aquelas que buscam metas de vida exterior, tais como dinheiro em excesso, vitória e poder (v.26).
Sentimentos de fé, é importante na capacidade de atender às necessidades espirituais com as respostas certas entre elas, o de ver, ouvir e calar as coisas que não agradam a Deus (v.8); consciência no fazer das obras com liberdade emocional e empatia, melhorando a qualidade relacional, entendendo que amar a Cristo é um conceito que faz as pessoas tratarem umas às outras para glorificar o nome de Deus (v.28).
Os filhos de Deus não vivem um Cristo crucificado pelos pecados do mundo embora sejam eternamente agradecidos pela troca, porem, sustentam um estilo de vida fundamentado na ressurreição de Jesus que é a vitória de Deus (v.29). Cristo ressuscitou e com a igreja ficou a esperança e nós temos que alcançar o mundo para levar a esperança da ressurreição no lugar de Cristo. Me buscaram, eu te busquei e tu hás de buscar aquele que buscará o seu próximo (...)Amem! Quem tem a coragem de assumir o empecilho deste fluente, que possa a vir estagnar as águas desta esperança? (v.38-39).
Ir. Clédio Monteiro
2002-11-23
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DEUS HABITA ENTRE NÓS
Oração:
"Deus Pai,
eu tenho sede
de uma intimidade mais profunda
em minha relação com o Senhor.
Eu quero conhece-lo hoje
mais pessoalmente."

Antes de conhecer Deus na intimidade de um fim como uma relação pessoal que eu associo como o meu matrimônio, outros conheceram Deus estando com Deus. Quando eles pecaram e foram banidos da presença de Deus, perderam a relação deles com Deus e o conhecimento de Deus que era intrínseco àquela relação. E você e eu herdamos essa separação.
Deus foi anunciado em minha vida por Cristo através da sua Igreja; e antes de aceitar Cristo como meu Salvador, eu sabia algo de Deus, mas eu não conhecia Deus, porque eu não tinha nenhuma relação com Ele, porque eu não conhecia a sua "Palavra".
Em essência, no desígnio original de Deus, conhecimento é relacionamento; como alguém insinuando uma relação pessoal íntima; ao passo que na vida social geralmente não se compara o conhecimento de alguém com intimidade pessoal.
A necessidade de estar em relação com Deus e para saber que Deus estar em foco consigo, é necessário que a sua "Palavra" se torne carne (Jo. 1:14) nos três aspectos da sua vidas. Ou seja: O Evangelho representando a forma mais alta do seu conhecimento filosófico. Se tornando que como carne, é igual a dizer que o conhecimento de Deus através de Cristo, ficou pessoal e relacional ao ponto de haver transformação de caráter, mansidão de espírito e melhoramento pessoal.
O verdadeiro conhecimento de Deus só pode ser descoberto em uma relação íntima com Cristo – O único procriado do Pai. E com isso, estando agora disponível para evangelizar o mundo por Deus na carne de Jesus Cristo.
Em Cristo nós podemos conhecer Deus pessoalmente cheio de graça e verdade e não só saber a sua glória ou ter conhecimento Dele.
Por Cledio Monteiro
Em 2002-04-27
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CRESCER SEXUALMENTE

Adequar a mente às necessidades reais, no segundo a sua parte humana, já equipada com o desejo bem robustecido, é trabalho de transformação. O que figura neste trabalho simboliza o sexo em todos os seus aspectos: desde a energia criativa até o desejo animal; a paixão com seus labirintos e suas grandes ilusões, separando o ‘eu’ do universo do desejo; e o eu equilibrado levando o sexo ao domínio e a consciência do eu superior da alma.
Nesta etapa do desenvolvimento da alma, o homem é ainda a unidade que percebe a si mesma separado, dividido do seu continente pelas águas da ilusão, com o qual ainda se envolve. Domar o sexo significa, aqui, controlar seu universo emocional, moral e render benefícios espirituais. Note-se que o sexo não é para ser massacrado, nem morto, mas montado e guiado sob a maestria do homem.

Os que vivem o sexo na maneira natural do sexo, simbolizam o uso correto da energia da sua natureza animal, onde o homem é o sexo reprodutor que o eleva à sua natureza superior correspondendo a um ser corretamente polarizado em três aspecto divino da alma: vontade espiritual, amor com sabedoria e inteligência ativa. E que, por esse ato, tornam-se um único corpo.

A vontade espiritual, simboliza a consciência superior não separatista do homem santo, do sexualmente ativo. O amor com sabedoria controla o desejo a conduzi-lo a uma atividade inteligente, até lá, só é possível depois que o homem se torna solitário, isto é, quando assume a própria evolução sem esperar que outros decidam por ele. Somente depois de provas duras de “fracassos” (capital importante para criar essa receptividade), é que ele estará em condições de controlar a energia sexual. Antes disso, essa energia apenas alimenta e atrai os seus desejos. O labirinto do desejo sexual é vencido quando o homem já perdeu uma série de ilusões, pois então as promessas de gozo não mais o atraem tanto.

Portanto, o relacionamento de um indivíduo com a energia sexual depende de seu grau evolutivo. A educação, a atitude e a aprendizagem do homem, ao confrontar-se com essa energia, estão diretamente ligadas à consciência que ele já pode atingir. Em seu livro (HORA DE CRESCER INTERIORMENTE), Paul Brunton esclarece melhor o assunto, apresentando quatro etapas correspondentes à evolução do homem em relação à energia sexual sintetizados a seguir:

q Homem comum – Sua mente é interessada em mais que uma boa vida. Permanece nas aspirações convencionais. Não procura orientação alguma de ninguém no campo do sexo. a não ser para ter mais prazer e bem-estar.

q Aspirante inicial – Usa uma disciplina sexual moderada. Tem ritmo em suas práticas sexuais. Compreende a natureza da força sexual. Impõe-se limites neste campo. Quando ao uso da energia, aceita ou não orientação de alguém mais experiente.

q Aspirante avançado – Busca atingir o mais alto padrão possível de auto-controle. É capaz de abstinência total quando não ligado a alguém. Procria se necessário, porém de modo qualitativo e não quantitativo. Neste caso, cabe eventualmente orientação por parte de alguém mais experiente.

q Indivíduo realizado – Tem total controle da energia sexual. Não tem mais desejos nem paixões. Não necessita de regras de disciplina. Procria quando necessário a título de serviço: prover corpos físicos para evolução de almas. Nenhum conselho e nenhuma orientação externa é cabível ao indivíduo deste nível.

Sugestão para aplicação prática desse estudo:

· Vigiar a qualidade dos desejos que brotam na consciência. Manter um controle estável dos desejos pode ser proporcionado com a vigilância.

Adaptado do livro OS TRABALHOS DE HÉRCULES. Alice Bailey
Por Clédio Monteiro
2002-02-25
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Crédito de Sangue
Muitas vezes eu via pela TV, ouvia pelo rádio, e até mesmo na igreja, os apelos de pessoas pedindo doação de sangue para seus parentes. Ontem a noite minha irmã ligou-me avisando que mamãe iria operar do joelho e que seria necessário encontrar doadores de sangue. Disse que não havia problema que eu daria um jeito pois tenho uma empresa de instalação e lá tem muitos homens jovens, fortes dispostos a atender meu pedido. E no dia seguinte foi exatamente o que ocorreu quando falei aos instaladores da necessidade de doadores de sangue para minha mãe. Logo apresentou-se três voluntário e nós fomos para Hemomar providenciar as doações. Quando chegamos lá, eu vendo os rapazes alistando-se como doadores voluntários, sentir um impulso (lembrando que o bom comandante não manda seus comandados, mas, chama-os a segui-lo) e sem titubear, alistei-me também (um pouco nervoso) como doador.
De posse da minha inscrição (pensei em desistir) começou o processo de normalização que inclui uma entrevista, alem de uma passagem pelo laboratório para medir a pressão e ver suas batidas cardíaca (Uma ótima notícia para os doadores, somos recebidos como herói de guerra e para o herói é servido um big lanche regrado a suco de frutas, sanduíches de presunto com queijo tanto antes como depois).
Em pleno exercício de doador, encontrei-me deitado naquela cadeira confortável (que mais parecia de ônibus leito), conectado ao sistema de captação de sangue através de uma tubulação que estava ligado ao meu braço por uma agulha que foi inserida com toda delicadeza por uma enfermeira que mais parecia minha mãe devido ao cuidado que ela dispensava, sempre perguntando se eu estava sentido algo e encorajava-me à aceitar a coisa com simplicidade.
Enquanto estou ali deitado esperando que meu sangue encha o reservatório (450 ml somente) ainda marinheiro de primeira viagem, lia os cartazes fixados nas paredes, que enobrecia os doadores como pessoas que estavam ali levando esperanças de vida a centenas de necessitados.
Era declarações de pedidos, incentivos, agradecimentos, como que de alguém que pede aos céus aquilo que lhe é negado na terra. Fiquei comovido e surpreso com a tamanha felicidade de dever cumprido que sentia naquele momento, em troca de uma coisa tão simples que é "doar sangue". Ainda perplexo, pela paz interior que envolvia-me, refletia que o ato de doador, não resolve o problema de pessoas; não salva a vida de ninguém, o doador está sim, atendendo ao apelo do Espirito de Deus que bateu em seu coração e que por amor deste Espirito se ver obediente, mais para glorificar o nome de Deus, do que para salvar vidas, porque as vidas, são salvas por Deus o mesmo que lhe chamou a doador como provação de fé.
E, à alegria que Deus havia me dado em espírito, recebi por escrito ao sair. Deram-me um atestado que dizia: "Crédito de Sangue" (que frase forte! Soava como um passaporte!) e nele vinha atestando com agradecimentos a doação feita por minha pessoa para minha própria mãe. Veja, alguém estava me agradecendo por eu ter doado meu próprio sangue para minha mãe! Não parece coisa do céu aqui na terra? Eu me senti nas nuvens, em meio os anjos. Chorei de alegria pois eu tinha ganho, agora por escrito, um "crédito de sangue" com Deus.
Eu imagino agora, o amor de Deus por Jesus e a glória Deste por seu sangue doado na cruz por todos nós!
Seja um doador de sangue como Jesus foi por nós!
Clédio Monteiro
2002-06-21
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Costela Perdida
(Porém, bem conhecida como morna)
É Lamentável que uma pessoa aparentemente cristã tal como muitos que vemos, ser possível, em um momento para outro, fazer com o Senhor Jesus, que ele mesmo escolheu para o seu convívio com tanta afinidade espiritual e sentimento forte, impossível de separação, e de um bem comum que pode lhe fazer falta, de repente, como se fosse apenas uma abstração confusa e inconveniente, despreza-lo num ato de superioridade dominante tipicamente de quem tudo justifica, quando o objetivo é a gratificação de seus sentidos e que permite usar os outros da forma como ele desejar para realizar seus instintos. (Jeremias 17:9).
Essas costelas perdidas (sim, porque anteriormente eram ligadas a Cristo), são agora carnais e suas características são notadas pelo desprezo das obrigações de servo e por falta de consideração com a fé dos outros. Eles exibem egocentrismo, fé superficial e age irrefletidamente incluindo baixa tolerância para frustração ou seja, não se zangam com nada, pois desprezam todos a sua volta devido a sua grande irresponsabilidade de afeto para com os outros. Não tem empatia e são ausente de remorso, não tendo ansiedade e nem sentimento de culpa em relação ao seu comportamento legalista (Salmos 139:23-24).
Eles são geralmente manipuladores, incapazes de manter uma relação de amor. Eles mentem com facilidade, abusam, trapaceiam, negligenciam suas famílias e os irmãos em Cristo, e colocam em risco sentimental as vidas de outras pessoas. São como predadores intra-espécies que usam uma aparência cristã para forjar, intimidar e controlar os outros satisfazendo suas próprias necessidades. Em sua falta de consciência cristã, eles apoderam-se friamente daquilo que querem, violando os preceitos sem o menor senso de culpa ou arrependimento. São incapazes de aprender com a derrota. Quando eles descobrem que seu comportamento não está sendo considerado com indulgência pela igreja, eles reagem escondendo-o, mas nunca o suprimindo, e disfarçam de forma inteligente as suas incredulidades (I Coríntios 11:;28).
O canal tem uma inteligência normal ou acima da média. Não mostra sintomas de outras doenças mentais, tais como neuroses, alucinações, delírios, irritações ou psicoses (pois antes, tomaram posse... II Coríntios 5:17). Eles podem ter um comportamento tranqüilo no relacionamento cristã e têm uma considerável presença social e boa fluência verbal. Em alguns casos, eles são os líderes sociais de seus grupos. Poucos irmãos, mesmo após um contato duradouro, são capazes de imaginar o seu "instinto carnal", o qual a maioria deles são capaz de esconder com sucesso durante sua vida inteira, levando-o a uma dupla existência pois são capazes de se controlarem dentro dos limites da tolerabilidade da igreja e da família (ele haviam sido revestidos... Efésios 3:16). Uma característica comum, é quando preparam outros na vida cristã mas, depois vem as dificuldades no relacionamento pois, eles são argumentadores e intimidadores. Seu comportamento com o tempo fica freqüentemente rude, imprevisível e arrogante (I Coríntios 10:15).
O diagnóstico de um carnal é possível, em torno da ausência de oração já evidente nos primeiros anos de conversão e que continua por toda sua vida cristã. Cristãos carnais manifestam tendências e comportamentos que são altamente indicativos de sua incredulidade. Por exemplo, eles são aparentemente imunes ao medo da punição de Deus; não são afetados pela dor da falta de comunhão com Deus e nem pelo derramamento do sangue de Cristo. Nada funciona para alterar seu comportamento indesejável. Eles geralmente desafiam à autoridade dos pastores e líderes. No entanto, é raríssimo os carnais se desenvolverem em estrupradores e assassinos pois eles não têm o tipo mais comum de comportamento agressivo. Isto está correlacionado com um senso de superioridade, de que eles podem exercer poder e domínio irrestrito sobre os outros, ignorar suas necessidades e justificando o uso do que quer que eles sintam para alcancar seus ideais e evitar conseqüências adversas para seus atos. Eles são mornos – "Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca." (Ap. 3:16).
E penso: "Era para ser tão ruim não se poder amar Jesus por não se sentir amor. Mas, a esses o amor não faz falta porque nunca o tiveram".
Ir. Clédio Monteiro
2002-10-30
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"CIÊNCIA DA PALAVRA FALADA"
A ciência da Palavra falada para acessar o poder de Deus.

1. Você pode usar a oração para produzir mudanças espirituais e materiais na sua vida
2. Quando se usa o nome de Jesus em súplica, você acessa o poder ilimitado da misericórdia de Deus.
3. A continua pratica da oração aumenta o seu benefício.
Você Pode Usar a Oração Para Produzir Mudanças Espirituais e Materiais na Sua Vida se de fato já proclamaste Cristo como sendo teu único e suficiente Salvador.
É importa portanto para quem você ora; pois o simples fato de exprimir um desejo a um ‘poder superior’ pode trazer resultados surpreendente. E como só se dar o que se tem, convém pedir ao Deus Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo em Seu Nome, porque como Ele é a Verdade, a Ressurreição e a Vida, de certo receberás da graça que Ele vive e exprime
Os cientistas não sabem como nem porque ela funciona. Mas um número cada vez maior de estudos sugere aquilo que, há milhares de anos, as pessoas sabem intuitivamente: a oração realmente funciona.
Um estudo desenvolvido entre os pacientes cardíacos do Hospital Geral de San Francisco por quem as pessoas oravam, revelou que eles se recuperavam melhor do que os pacientes por quem ninguém orava. Os que recebiam orações necessitavam de menos antibióticos e apresentavam menos complicações do que aqueles que não recebiam orações. Referindo-se a esse estudo, um médico chegou a dizer: "Talvez devêssemos receitar o seguinte: ‘Rezar três vezes ao dia’. Quando funciona, funciona mesmo"
Um outro estudo, realizado no Centro Médico de Dartmouth-Hitchcock, verificou como as orações dos pacientes afetavam a sua recuperação em cirurgias cardíacas. Este estudo, desenvolvido em 1995, constatou que os pacientes que buscavam consolo e força na religião, o que provavelmente incluía orações, tinham três vezes mais probabilidades de sobreviver aos seis meses seguintes à operação do que os pacientes "não religiosos".
Algumas pessoas são céticas em relação a estudos como estes, porque crêem que a esperança de melhorar influencia os resultados. Por isso, muitos estudos têm sido realizados com animais e plantas. Estes estudos, sempre feitos com grupos de controle que não recebiam orações, revelaram que os ratos, as sementes e até as células vermelhas do sangue podem ser curadas ou protegidas pela oração. (Ver o livro Healing Words da autoria de Larry Dossey).
Oitenta e dois por cento dos americanos acreditam no poder curador da oração pessoal e 64 por cento acham que os médicos deveriam orar com os pacientes que o desejarem.
Estes estudos mostram como a mente pode ser poderosa e sugerem que a oração funciona. Demonstram um princípio que você talvez já tenha descoberto por si mesmo — o de que as orações podem produzir mudanças espirituais e materiais na sua vida.
Tem uma afirmação conhecida que diz que aqueles que receberam a Cristo e tem a sua vida dirigida pelo Espírito de Deus, tem uma forma poderosa de oração. São chamado de Homem Espiritual "O homem espiritual discerne todas as coisas" (1 Coríntios 2:15,16). Ele tem a vida controlada por Cristo porque Cristo é o centro da sua vida de forma que ele vive fora do centro da sua própria vida, devido as suas ações e atitudes serem controladas por Cristo, resultando em harmonia com o plano de Deus. " Que Deus Seja Magnificado ! "
Surge no momento um estudo sobre a ‘Oração Em Voz Alta’ no qual diz ser mais ‘Eficiente Do Que Uma Oração Silenciosa’.
Esse estudo está baseado no poder do Som. Em Gênesis lemos que Deus iniciou o processo da criação pela palavra. Ele disse "Haja luz !" e o universo começou a ser criado. Será que o som é tão poderoso assim ? Bem, o som faz mais do que estimular o nosso canal auditivo. Sabemos que ele pode ser uma força muito destrutiva — como por exemplo, a nota aguda que estilhaça o cálice de cristal, a explosão do supersônico que destrói o reboco das paredes ou o estampido que precipita a avalanche.
Mas o som é também uma força construtiva, como os médicos e quiropratas estão descobrindo a cada dia. O ultra-som (ondas de som de alta freqüência) está sendo usado para tudo, para limpar feridas, diagnosticar tumores ou pulverizar pedras nos rins. Um dia poderá ser usado até para injetar remédios, tornando as agulhas obsoletas.
Os cientistas têm pesquisado o impacto que o som produz no cérebro. Certo tipo de música clássica, como Bach, Mozart e Beethoven, produz uma grande variedade de benefícios, como a elevação do QI, a expansão da memória e a aceleração do aprendizado. Alguns adeptos da medicina alternativa têm experimentado o uso de tons específicos na cura de órgãos. Outros pesquisadores estão estudando os efeitos de alguns dos sons originados no aparelho vocal humano, como a oração e o canto.
Som, a energia da criação? Algumas pessoas utilizam o canto para produzir relaxamento ou cura; outras, para contactar Deus e o infinito. Muitas pessoas estão descobrindo também que o som é a energia que produz as coisas, que as faz existir. É a energia que pode criar. Se usarmos a energia do som de forma apropriada, poderemos produzir mudanças positivas em todas as áreas da vida.
Durante séculos os místicos têm afirmado que, na realidade, o som cria a matéria. (Místicas são pessoas que buscam um contato direto com Deus). Os místicos acreditam que o mundo é o reflexo de infinitas combinações de padrões sonoros. Eles dizem que todas as coisas — da maior estrela à pequenina flor, assim como você e eu — somos coagulações de ondas sonoras.
Isto pode ser difícil de entender e mais ainda de acreditar. Mas a ciência tem corroborado algumas das afirmações dos místicos. Em escala cósmica, existem certas evidências de que o som deixou registros nas galáxias. Alguns cientistas afirmam que as galáxias não estão agrupadas ao acaso, mas sim de acordo com um padrão regular. Pesquisas recentes sugerem que foram ondas de som primordiais que ajudaram a criar este padrão de agrupamento
Em seus experimentos, o cientista suíço Hans Jenny fez com que ondas sonoras atravessassem vários tipos de materiais maleáveis, como massa e areia. Quando analisamos os padrões criados por estas ondas, começamos a imaginar como pode ter se dado à criação através do som.
E a canção de todos os seis céus não foi somente ouvida, mas vista. — A Visão de Isaías.
O som através do qual todas as coisas foram criadas não é um som qualquer. É a Palavra de Deus. Místicos hindus, budistas e judeus acreditam que esta Palavra cria e permeia tudo o que existe. Se acreditarmos nos místicos, a Palavra é o maior poder criador do universo.
E existe uma forma de utilizarmos esta força. Os místicos do Oriente e do Ocidente conectam-se com o poder da criação repetindo mantras e os nomes de Deus.*
* Um mantra é uma palavra ou uma combinação de palavras consideradas sagradas. Muitos mantras são compostos de palavras em sânscrito. Segundo a tradição hindu, os mantras foram inspirados por Deus a sábios capazes de ouvir os tons fundamentais do universo.
Os místicos hindus e cristãos acreditam que os mantras podem liberar forças capazes de criar ou destruir. De acordo com textos hindus, os iogues usavam mantras junto com visualizações para acender fogo, materializar objetos (como alimentos), fazer chover e influenciar o desfecho de batalhas.
No entanto, produzir mudanças físicas não era o seu objetivo principal. Eles acreditavam que os mantras os ajudavam a atingir a iluminação e a união com Deus, ao proporcionar proteção e sabedoria, aumentar a concentração e a capacidade de meditação, impulsionando-os em direção a Deus. ‘Mas quem pode ir a Deus senão por Cristo?’
Os hindus e budistas não são os únicos a usar o poder da Palavra. Orações são cantadas e recitadas em igrejas, templos e mesquitas do mundo inteiro. Os católicos rezam o Pai Nosso em voz alta nas suas igrejas. Os judeus recitam o Shema nas sinagogas. Alguns monges cristãos entoam cânticos. Talvez esta prática esteja tão difundida porque pessoas de diferentes religiões reconhecem a eficiência da oração falada.
Shri-Yantra: O yantra é um diagrama geométrico usado na meditação. O Shri-Yantra (tem sido usado durante séculos no Oriente para representar o equivalente visual de um mantra. Ondas de som emitidas através de transmissor eletrônico reproduziram o mesmo padrão do yantra (à direita). Será que a ciência redescobriu o que a antiguidade já conhecia — que o som cria matéria?
O Poder Energizador Dos Cantos Gregorianos - Um grupo de monges beneditinos descobriu um benefício inusitado gerado pelos seus cantos Gregorianos: o canto energizava-os fisicamente.
Em 1967, Alfred Tomatis, médico francês, psicólogo e especialista em ouvido, estudou os efeitos do canto entre os monges beneditinos. Durante centenas de anos, eles mantiveram uma rotina rigorosa, dormindo pouco e cantando de seis a oito horas por dia. Quando um novo abade alterou o horário e diminuiu as horas de canto, eles sentiram-se cansados e letárgicos. Quanto mais dormiam, mais cansados pareciam ficar.
Tomatis foi então chamado para descobrir o que havia de errado com eles. Ele acreditava que cantar (e escutar um certo tipo de música) produzia um efeito especial — o de energizar o cérebro e o corpo. Ele disse que os monges "cantavam para se recarregar”. Ele reintroduziu o canto junto com um programa de audição de sons estimulantes e, rapidamente, os monges descobriram que sua energia havia voltado ao normal. Quer soubessem disso ou não, os monges descobriram o poder do som, especialmente o da oração falada ou cantada.

Comentando –
Independente da sua religião, as orações podem e devem ser acrescentadas às suas devoções diárias. As orações são a forma mais poderosa e eficaz de utilizar a energia de Deus. São a chave para mudar a si mesmo e ao mundo se rogada em nome de Jesus, uma oração pode ser feita em voz alta ou silenciosa logo você descobrirá por experiência própria, o enorme poder que desencadeará ao praticar com fé
As pessoas perguntam: "Por que preciso orar a Deus mais de uma vez?" O motivo é que repetir a ação de oração não significa fazer um pedido várias vezes. Cada vez que oramos em específico, fortalecemos o poder do pedido, qualificando-o cada vez mais com a energia benéfica de Deus. Começamos também a entrar num estado de união com Cristo.
Monges medievais afirmavam que, depois de várias semanas em oração durante várias horas, entravam num estado alterado. Diziam ser capaz de ver uma poderosa luz envolvendo-os, que comparavam à luz que os discípulos viram na face e nas vestes de Jesus quando durante a transfiguração. Um místico descreveu esta condição como "o mais agradável calor", uma "alegria efervescente". Ele dizia encontrar-se num estado além do prazer e da dor, experimentando "leveza e frescor, prazer de viver e insensibilidade à doença e aos sofrimentos". E este é o estado em que a carne é "inflamada pelo Espírito Santo, de modo a que todo homem se torne espiritual" Chamaram-no um momento transformador, no qual alcançaram o mais elevado estado de consciência possível para um ser humano.
Na oração você está conectada com Deus; mas o poder não é seu, o poder é de Deus. Você está em sintonia com Deus. É um estado elevado, completamente diferente dos estados artificiais que alcançamos através de quaisquer outros meios.
A oração é uma concessão de poder. É uma fórmula que dá acesso à autoridade de Deus e à Sua energia criativa, quando utilizada com amor. Ao usá-la, você não está se colocando como se fosse um deus separado de Deus. Pelo contrário, está afirmando a sua união com Deus. Está dizendo: "Deus em mim está fazendo esta oração. A energia de Deus flui através de mim, obedecendo ao pedido que vem em nome do seu Filho Jesus. E Deus está cumprindo a sua lei através da ciência do poder da sua Palavra".
Portanto antes de começar a sua sessão de oração faça uma inspiração lenta e profunda. Relaxe completamente o ar dos pulmões e inspire lentamente, mantenha uma respiração lenta e ritmada, nunca chegue ao ponto de ficar ofegante. Procure respirar bem devagar, feche os olhos, curve sua cabeça, faça uma meditação analisando a te mesmo, visualize seu pedido, concentre-se neste desejo e na sessão de oração, fale ou medite compassadamente e depois, fique um pouco em silêncio, procure não pensar mais em nada como que esperando uma resposta do Espirito Santo e lembre-se você nunca está habilitado a receber nada de Deus e que é pela misericórdia Dele que será atendido o teu pedido e que é pelo sangue de Cristo que são perdoado os teus pecados
Outro benefício da prática da oração é acumular momentos de energia positiva (a força da fé) que pode ser usado em horas de necessidade. É como se fosse um reservatório de emergência. Quando acumula estes momentos, ou reservatório, ele está ali para qualquer emergência, como um acidente de carro ou uma situação perigosa. Você pode acessá-lo fazendo um gesto - como um olhar para céu ou clamar o nome de Cristo (é poderoso/a a ação).
Entrar em um estado mais elevado de consciência, o estado de união com Deus é o motivo pelo qual as pessoas declamam seus decretos, cantos, mantras ("instrumento da mente") e orações.
Lembre-se Ele disse – "Eu Sou a Ressurreição e a Vida !"

Pesquisado por Clédio Monteiro - 2002-01-22

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