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Peixinho de Deus
Para um grande número de pessoas, a vida laboriosa parece muito mais importante, imediata e intensa do que a vida que têm de enfrentar no relacionamento com a igreja. Isso porque no trabalho, parece que se exerce o controle sobre os próprios resultados relacionados com os lucros dos negócios que é um dos desafios do mundo moderno, muito mais hoje do que jamais o foi em nenhuma outra época.
Prosperidade financeira e investimento estão em toda parte. Mas nem o dilema do sucesso e nem o ápice de uma longa carreira têm necessariamente de interferir na qualidade de vida espiritual de ninguém. O trabalho é um meio de vida e em doses limitadas, pode ser até benéfico porem, como relaxamento de tenção a princípio mas, por designo consagrado, o alimento espiritual em você, na família, no trabalho e até mesmo no social, é fundamental e de uma importância impar. Porque interfere diretamente na capacidade de evoluir, fazendo aprender coisas novas na vida ativa, devendo portanto ser uma dependência para se levar muito a sério.
Mas como entrar nessa de viver uma vida espiritual sem se ter nenhuma experiência ou até mesmo tendência? Como eu vou saber que estou norteado na direção certa? Que disciplina devo seguir para me aperfeiçoar nisto? A resposta é simples, procurando um relacionamento com a pessoa aí, ao seu lado. Você pode está perguntando agora: Só isso? E devo fazer isto com o meu colega aqui de turma? Ou, lá em casa com o meu irmão mais novo? Ou, com o meu conjugue? Imagine, fazer isto com o meu inimigo (oculto) lá do serviço. O que eles sabem sobre espiritualidade Cristã para que eu possa aprender como eles? Eu diria nada, nada mesmo, porem, eles estão aí ao seu lado por um propósito divino esperando que você teste a sua capacidade caridosa adormecida, de amar sem ser amado, aceitar sem perguntar, agradar sem esperar ser agradado, socorrer por querer, auxiliar a fazer alguma coisa, perdoar sem ser perdoado... (grande São Francisco de Assis). Com o tempo, quando menos esperar, você, aquele homem orgulhoso, vive agora um novo modo humilde; aquele mentiroso que vivia em você, agora é tão sincero; aquele egoísta... egoísta que nada, agora é só bondade; e o arrogante que todos conheciam agora, é uma simplicidade que choca qualquer um; e para não falar do homem desconfiado com o mundo que agora é a confiança e a esperança em pessoa; e o desprezível, ficou agradável, que vale a pena ouvir de novo; por fim, o individualismo, a incredulidade, a estupidez, a infidelidade, deram lugar ao companheirismo, a fé, ao carinho, a lealdade; fazendo daquele homem obscuro, um homem de luz, de compreensão. Ativo, disposto, tranqüilo e harmonioso consigo mesmo e com Deus.
Os céus dirão: nasceu mais um "peixinho de Deus". Isso mesmo, é igual aquele peixinho do nosso pequeno aquário que quando ficamos a admira-lo, nos dar uma paz e agente acaba esquecendo tudo. Como que, com Jesus!
"Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não viu. E dele temos este mandamento, que quem ama a Deus ame também a seu irmão." Deus é Amor. I João 4:7-21.
Ir. Clédio Monteiro
2002-10-11
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Os Acionistas.
Seria eles os reis dos últimos tempos?
Na cena econômica a tendência está para pobreza das massas com a riqueza concentrada nas mãos de muito poucas pessoas. Grandes grupos empresariais "Ponto.Com" será o império onde o conglomerado de acionistas reinarão "on-line" em seus "modelos de negócios". Estes controladores da riqueza serão os reis do comércio e os atormentadores dos endividados e também serão o poder por detrás dos políticos do mundo. fundirão pequenos negócios com grandes companhias corporativas e as corporações farão fusão com outras e aumentarão os lucros, globalizando o comércio em volta deles. O resultado é companhias multinacionais enormes que não têm nenhuma submissão a qualquer comunidade, estado, nação ou as pessoas cuja sua única submissão é da duplicação dos lucros dos seus administradores e acionistas. A tendência, são trabalhadores equiparados aos camponeses e presidentes de companhias que são cada vez mais parecidos com os reis. "Porem, eu e minha casa serviremos ao Senhor" (Josué 24:15).
A meta é estabelecer uma ordem mundial encabeçada pelo protegido deles (o ditador mundial – o anticristo) que passará o tempo todo se esforçando para mudar tudo e criar uma oposição a Deus, como se acha expressado na Bíblia no livro de Daniel: " e ele pretenderá fazer alterações em tempos e em lei ".
O tempo está cada vez mais propício para ‘um homem’ surgir de fora das massas governamentais e unir o mundo como um ditador devido o ambiente político de hoje não haver nenhuma liderança efetiva no mundo. Em todas as nações faltam os líderes fortes e competentes capaz de lidar com os problemas internos e estrangeiros.
O movimento para unir o mundo debaixo de um só governo apoiados pelos acionistas foi ativado desde 1950, e em anos recentes isto se tornou mais que uma realidade porque muitas nações deixaram as suas soberania e concordaram também em deixar controlar o comércio, a moeda e a prática de tratados internacionais como NAFTA, GATT e FMI.
Há uma oportunidade agora para que essas grandes companhias acionárias apresentem um homem como um mito carismático, forte, e atraente aos povos de todas as nações. Baseado nas profecias da Bíblia surgirá esse tal homem, e ele terá êxito unindo as várias nações para reger como um ditador. A moeda corrente ficará obsoleta e com a eliminação de cheques como papel moeda, o cartão de débito se tornará a ferramenta para transações financeiras pessoais. Dessa forma, todas as transações financeiras podem ser controladas pelos computadores das grandes corporações.
Isto não é nenhuma surpresa, porque bancos e governos têm trabalhado para eliminar a moeda corrente, e transações de papel durante décadas. Moeda corrente é cara para produzir, e se presta prontamente para o tráfico de droga, e com equipamento de alta tecnologia, também é falsificado facilmente. Se o que eles tem em vista é estabilidade, então não haverá lugar para a criatividade.
Clédio Monteiro
2002-08-19
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O SUMO VALOR DAS ESCRITURAS
“Para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para a boa obra” (II Tm. 3:15-17).


No princípio não havia o Velho Testamento. Enoque ‘andou com Deus’ sem nenhuma palavra escrita que o guiasse. Abraão dependia de comunicações verbais com Deus para conhecimento da verdade divina. José, no Egito não podia consolar-se com a leitura da Bíblia, mas certamente recordava as tradições daquilo que Deus tinha falado com seus antepassados, e que ele, José, tantas vezes tinha ouvido repetir durante a sua mocidade.

Os manuscritos originais desenvolveu-se num período de mil anos pelo aumento de um livro após outro e copiados em 331 a.C. Os Santos Escritos foram reunidos pela primeira vez para o latim por são Jerônimo em 285 d.C. Foi inevitável que muitos livros antigos se perdessem, o que em grande parte explica o desaparecimento de todos os manuscritos originais da Bíblia com exceção do livro de Isaías encontrado em 1947 nas encostas do Mar Morto.

Durante os séculos, cristãos eruditos tem procurado verificar quais os livros religiosos que podem incluir na lista de “Escrituras divinamente inspiradas” (“graphê theopneustos”), e sobre a maior parte há completo acordo. Contudo, os romanistas incluem diversos livros que os evangélicos chamam “apócrifos”. Por outro lado, a Igreja Ortodoxa rejeita alguns que nós incluímos, como 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse.
Um dos manuscritos bíblicos mais antigos do mundo “o Códex Sinaiticus” inclui a Epístola de Barnabé (No museu Britânico encontra-se parte das epístolas de Barnabé encontradas em 1859 nas encostas do Sinai).
O cânon ou catálogo dos livros sagrados não foi determinado desde o começo por qualquer autoridade apostólica, mas pela percepção espiritual da Igreja. Quando, afinal o Concilio de Trento pronunciou-se, muito mais tarde (no ano 1550) sobre o assunto, resolveu incluir no cânon os chamados “livros Apócrifos”.

A Bíblia em português tem sua versão (parcial) datada em 1279-1325 por D. Diniz (Portugal) com base na Vulgata Latina enquanto que para o Inglês, ela foi traduzida em 1380 por João Wycliff na forma manuscrita em folhas de pergaminho. Posteriormente D. João I, traduziu os Salmos. Outras figuras da monarquia de Portugal também realizaram traduções parciais da Bíblia. A neta do rei D. João I e a filha do Infante D. Pedro, a Infanta D. Filipa, traduziu do francês os Evangelhos. Porem, foi em 1648 que João Ferreira de Almeida convertido na fé evangélica aos 17 anos, iniciou a grande obra da tradução completa da Bíblia para o português. Ele ainda perdeu todos os manuscritos traduzidos e teve de reiniciar a obra de tradução novamente, concluindo em 1676 e impressa em Amsterdã em 1681. Revisada depois por Ribeiro Santos, foi encontrado mais de 2.000 erros de tradução devido a complexidade do idioma. O pastor Jacobus op den Akker completou a tradução do Velho Testamento em 1748 interrompido pela morte de Almeida em 06 de ago. de 1691.

No Brasil, em 1847, a Bíblia sagrada foi traduzida pela primeira vez em São Luis do Maranhão por frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré baseada na Vulgata. Essa tradução tornou-se famosa por trazer em seu prefácio pesadas acusações contra as “Bíblias protestantes” que segundo os acusadores, estariam “falsificadas.” Em 1879 no Rio de Janeiro a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a “Primeira Edição Brasileira” do Novo Testamento de Almeida revisado por José Manoel Garcia e outros de renomes. Em 1898 foi a vez do livro dos Salmos por R F dos Santos. Em 1913 Basílio Teles publicou o livro de Jó. Traduzido do velho idioma Etíope, Esteves Pereira publicou o livro de Amós em 1917. Por essa época surge no Brasil o livro a “Lei de Moisés” (pentateuco), edição bilingües Hebraico-portugês preparado pelo rabino Meir Masiah Melamed. Em 1902 as sociedades bíblicas empenhadas na disseminação da Bíblia no Brasil patrocinaram nova tradução, baseada em manuscritos melhores que os utilizados por Almeida mais não firmou-se no gosto do grande público. Coube ao padre Matos Soares em 1930 realizar a tradução mais popular da Bíblia entre os católicos na atualidade e por conter parênteses defendendo o dogma da igreja romana, teve apoio papal em 1932. A Sociedade Bíblica do Brasil, destinada a “Dar a Bíblia à Pátria” convocou um grupo de hebraítas, helenistas e vernaculistas, a fizeram revisões da tradução de Almeida. A comissão melhorou a linguagem e em 1948 surgiu a edição Revisada e Atualizada; em 1967 a edição Revisada cotejada com os textos em hebraico e grego; Mas recentemente em 1988 publicou a “Bíblia na Linguagem de Hoje.” Em 1990 a Editora Vida publicou a “Contemporânea” e a “Thompson” Atualmente uma comissão constituída de eruditos em grego, hebraico, aramaico e português, coordenada pelo Ver. Luiz Sayão, trabalha em uma nova tradução das Escrituras para a língua portuguesa, sob o patrocino da Sociedade Bíblica Internacional.

A Bíblia Sagrada não só instrui e enobrece a vida do cristão, como também é única e suficiente como Cristo assim o é no nosso caminhar para santidade, desprendendo-nos dos laços do Diabo. Nela encontramos Cristo proclamando o segredo revelado da Salvação – “quem crê não será condenado” (Mc 16:16).

Compilado da Edição Thompson
Por Clédio Monteiro 2002-02-03


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O significado da Aliança

Nos dias do hoje, os termos estão mais propício para CONTRATO do que para ALIANÇA, haja visto que ‘contrato’ tem seus limites, ao passo que, uma ‘aliança’ é de responsabilidade ilimitada.
Deus criou o sistema de ‘aliança’ que celebra um forte compromisso de lealdade, lealdade até a morte; enquanto o homem em suas alternativas adaptou esse sistema para um outro a princípio parecido mas, diferente no fim chamado ‘contrato’ onde as coisas podem ser rescindidas sem prejuízo das partes.
Uma aliança pode ser feito entre Deus e o homem e entre os homens. Oito aliança entre Deus e o homem estão registrada na Bíblia e nelas o Senhor entrega-se a si mesmo pelos nossos pecados refletindo o amor, a graça e misericórdia de um Deus fiel, capacitado a cumprir a aliança jurada, como um Deus pagador de promessas.
Este é o exemplo que Deus nos deixa quando vamos fazer uma aliança com outra pessoa. Portanto essa aliança deve haver acima de tudo comprometimento e continuidade. Lembrem-se que isto não é um contrato portanto, os termos são de aliança, aliança criado por Deus. Salmo 89:34 “Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que meus lábios proferiram”.
Quando alguém escolhe fazer uma aliança com alguém (como num casamento), eles estão se comprometendo no sistema de Deus. E assim, Deus espera que nós honremos a aliança, ainda que não foi de Sua escolha. Nesta aliança, eles são três pessoas (somando-se a de Deus) e somente Deus pode fazer a aliança de dois em um. Unindo-se a serem feito uma só pessoa no espírito onde não existe mais o “eu”, e sim “nós” numa só força, numa só posse, numa só vitória, que protege vidas aliadas em uma só vida compartilhada e representativa de uma aliança. Sem Deus, isto seria apenas um ‘contrato’ entre duas pessoas. Mateus 19:6 “De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”.
A aliança (seja qual for a sua finalidade) por ser de Deus, é um assunto sério, portanto, “é melhor não votar do que votar e não cumprir com a palavra” (Eclesiastes 5:4,5). Se você quiser ter uma idéia do que é quebrar uma aliança, leia em Deuteronômio 28:15-68. São simplesmente 53 versículo de maldição destinado à aqueles que não cumpriram suas alianças. A maldição é tão pesada para os que abandonaram suas alianças, que em uma parte do versículo (54) diz que “o mais mimoso dos homens e o mais delicado do teu meio será mesquinho para com seu irmão, e para com a mulher do seu amor e para com os demais dos seus filhos”. Não sei se você está entendendo mas, quando nós sofremos, nós estamos sofrendo. Mas, quando nós vemos os que amamos sofrer, aí o sofrimento e triplicado, é horrível, é doloroso, é tremendo porque eles são inocentes e não mereceram sofrer e sofrem por causa do egoísmo e juramento quebrado.
A aliança é o sinergismo onde o total é maior do que a soma das partes devido o fortalecimento de um ao outro no poder e na habilidade de vencer e na igualdade diante de Deus.
“O mesmo deus da paz vos santifique em tudo...” (Tessalonicense 5:23). Esse é o plano de Deus para sua aliança também.

Por Clédio Monteiro
2002-08-09
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O quadro da violência no Brasil.
“O Brasil enfrenta uma guerra social”.

A constituição não está assegurando os direitos individuais e coletivo do cidadão com relação a “inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Segundo o Escritório Internacional para Assuntos de entorpecentes, órgão do Governo norte-americano, o Brasil já é o segundo maior consumidor de cocaína do mundo. Consome entre 40 e 50 toneladas da droga por ano. A pesquisa mostra que crianças e adolescentes começam a trabalhar no narcotráfico, no Rio de Janeiro, a partir de oito anos de idade. A ONU diz que o Brasil enfrenta “uma guerra social”. Para a ONU, quinze mil mortes por ano são um indicador de guerra, e aqui no Brasil, os assassinatos chegaram a 40 mil por ano. A imprensa brasileira em março último divulgou que, no rio, ocorreram 1.067 homicídios em dois meses, número cinco vezes maior do que a carnificina que enluta o Oriente Médio.

Como se não bastasse o escândalo desses números tão avultados, é o próprio Ministro da Segurança Institucional da Presidência da República, General Alberto Cardoso, quem diz, refletindo números certamente verdadeiros, que a violência no País corresponde ao TRIPLO do que mostram as estatísticas policiais. São crimes não notificados devido a “baixa auto-estima da pessoa”. Apenas um terço dos crimes cometidos no País é notificado e dos que foram condenados somente 40 por cento estão nas penitenciarias cerca de 229 mil enquanto os Estados Unidos tem uma população encarcerada de 1,4 milhões e a população não é tão diferente da nossa.

A perplexidade fica por conta de um ex-presidiário, que estivera preso por cinco anos acusado de tráfego de drogas. Declarara o entrevistado que pretende ser eleito deputado federal por são Paulo, pelo Partido Municipalista Nacional, com o apoio dos criminosos que se agrupam no chamado Primeiro Comando da Capital. A maior perplexidade e que essa entrevista não provocou qualquer reação do Ministério Publico, da Justiça Eleitoral, da OAB e da própria opinião publica.

Mais uma. Atualmente rouba-se, no Brasil, a escandalosa quantidade de 25% da produção anual brasileira de veículos. Não há paralelo no mundo.

O criminoso perdeu o medo da polícia e da Justiça. Inverteram-se as posições: o policial é que tem boas razões para temer o bandido. Não esta alavancado com os recurso que o outro tem.

Criou-se portanto a “Comissão Parlamentar Mista Especial de Segurança Publica” para rastear e reunir todas as proposições relacionados ao tema da segurança, no âmbito das duas Casas, para a confecção de um documento final que, resumida e produtivamente, propusesse saídas inteligentes e ágeis para o problema da violência no País.

Comentando -
Em 2001 o Brasil investiu 80 bilhões de reais (8% do PIB) para combater a violência. Equivalente a R$ 1,28 por brasileiro/dia. É suficiente?

As Igrejas sem receber um centavo do Governo Federal, Estadual e Municipal recuperam mais criminoso e amparam mais brasileiros do que todo aparato disponível no Brasil para combate a violência. Já são 37 milhões de brasileiros exercendo a cidadania com uma Bíblia debaixo do braço.

Uma análise dos fundamentos do crime no Brasil.

AÇÃO QUEM FAZ PORQUE O NORTE

Seqüestros, assaltos, furtos e roubos Os antigos terroristas são hoje, bandidos comuns. Interessados apenas em ganhar dinheiro Organizações internacionais que atuam em Países onde são falhas as repressões Organizar a força policial.Melhorar o sistema de comunicação unificado.
Delinqüência O meliante pratica crime porque não acredita na punição Alto grau de recurso nas leis colocam os criminosos de volta nas ruas Aperfeiçoar a legislação processual, o Código Processual.
Economia da violência Pessoas comum comentem crimes por questões banais Induzidos por excesso de armas Proibição completa do comercio de armas
Louvor a violência Gerando conflitos urbano (arrastão) Devido a pobreza, desemprego e miserabilidade Ação social de combate a misérias.
Narcotráfico – corporação do crime Combate os valores éticos e social da família Desigualdade social A comissão mista deve tratar da questão com prioridade
Dinheiro clandestino - Lavagem Apurado com vendas de drogas e armas pelos favelados em troca da sobrevivência O governo deixou de ser o provedor social das favelas Campanha de confiabilidade do cidadão no Estado.
Alcoolismo A violência sexual no seio da família Publicidade e liberação exagerada do uso da bebidas Responsabilidade do Governo Federal
Banda podre da polícia Alta complexidade do suborno Falta de monitoramento das estruturas policiais nos Estados Criar mais vontade política no congresso
Falsos Brasileiros Cria o esquema de informação privilegiada para o crime dentro do governo Políticos corruptos são usados no processo por dinheiro Consciência do povo ao escolher seus candidatos.
Cultura da Violência Cria gangues nas escolas Falta de liderança institucional Mais presença do Ministério de Educação
Diatribe oposicionista Invasões e grilagem de terras Ação contra as diretrizes de um governo fraco Mais união e bom senso nas diretrizes do Congresso Nacional
Inimputabilidade do menor na criminalidade O crime organizado usa os menores em todos os nível da violência Devido falhas na constituição de punir o menor de 18 anos Criando emenda para reduzir de 18 para 16 anos a responsabilidade do menor
Impunidade do crime O criminoso é condenado e foge pela porta da frente do presídio ou não chega a ser preso Militantes tem privilégio nos cárceres. 300 mil mandato de prisão encalhados Ação rápida no Poder Judiciário
Covardia Crise moral do organismo social O silêncio da opinião publica gravemente doente Depende da liderança do Governo Federal
Ambiente penitenciário O criminoso aprisionado em ambiente promíscuo e violento piora seu estado Para sobreviver, firma compromisso suspeitos a cumprir quando sair Melhorar o sistema penitenciário com seleção criteriosa.
Televisão e a imprensa Torna bandidos como modelo para jovem inexperientes Devido a falta de liderança na família Mais controle das Comunicações.
Fronteiras abertas Internacionalização do crime Livre acesso de drogas e armas Ação do Exercito Brasileiro

Compilado do discurso do Senador Edison Lobão
Sobre a questão da violência que assola o país
Pesquisado por – Clédio Monteiro
2002-07-21
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O Pastor
"Que digo de Ciro (Eliezer): Ele é meu pastor e cumprirá tudo que me apraz (...)" (Isaías 44:28)
Você pode cair nas garras de um falso pastor, e que pode vim a escraviza-lo por muito tempo (...). Portanto, saiba que o verdadeiro pastor é conhecido por sua vida e seus atos: Ele está por demais ocupado em servir sua comunidade para encontrar tempo para fazer com que as pessoas se interessem nele, e se tornem seus ‘escravos’; e não pode fazer promessas, apenas pode dizer a cada ovelha: "Estas são as antigas regras, este é o caminho que todos os santos e Mestres de Sabedoria trilharam, esta é a disciplina a que a cada um tem que submeter-se; e se cada um tentar e persistir e for paciente, seguramente alcançará a meta da salvação".
Ele é um ponto de paz, num mundo de força que se chocam.
Ele balanceia as nossas energias com suas orações e conselhos, quando estamos pendendo para o medo ou para as dúvidas.
Este pastor que mais parece uma maquina de solução de problemas, onde erradamente, nós estamos acostumado a recorrer, é também um homem que tem família e que luta para promover a paz entre os irmão da sua igreja e se desgasta nestas circunstâncias ao ponto de chegar em casa e sua esposa dizer, "sobrou só o bagaço para mim!" As vezes ele vai em casa só para trocar de roupa ou refazer as malas para tornar a voltar ao campo de batalha porque lá, ele tem que consolar a mão do filho que se enforcou, tem que parabenizar o pai do filho que se formou, tem que fazer um culto de agradecimento pela casa nova do irmão, ou pela promoção que recebeu, em fim, ele tem que participar da vida da comunidade sem ter que esquecer ninguém, pois, do contrário, será discriminado.
Irmãos, em nossas orações ele está presente? Mas, com certeza nós estamos presente nas orações dele. Quem de nós já foi ao gabinete deste homem deliberadamente dizer-lhe: "pastor eu vim aqui para orar pelo senhor, pois sei o quanto tem se desgastado por nós", senão, para cobrar santidade dos filhos dele. É, nós não damos folga pra ele nem nessa hora, e queremos que ele dê conta da educação ( e do namoro) dos filhos ao ponto de santifica-los. E se ele reclamar, terá quem biblicamente o repreenda citando Levítico 11:44.
De tanto usarmos nossos pastores, esquecemos as vezes que ele também está aberto às experiência "de queda" que é de certa forma permitido por Cristo, para que assim, ele possa fazer uso dos dons do Espírito Santo que o capacita a reconhecer como se passam as vivências dentro de si próprio. E aprenda à acionar o impulso da auto-realização na regulação do organismo em atualizar-se, manter-se e desenvolver-se na visão cristã por si mesmo. E como a obediência que tem em Cristo, como algo que pertence "natural" em si, ele passa conhecer a "congruência" (quando se é o que é) de uma relação autêntica sem "máscara" ou fachada.
Irmãos na fé. Tornem-se portanto pessoas capazes de tomar uma decisão pessoal, sentindo-se responsável em espírito crítico de "orar incessantemente" pelos vossos pastores e familiares, tratando-os com maleabilidade, utilizando sua misericórdia com inteligência e somente em situações de provações problemáticas, evitando os mexericos para não transforma-los em (bombeiros) apagadores de incêndio. Devemos lembrar que o pastor não é nosso empregado mas, o "mensageiro do nosso livramento" e ungido do Senhor a quem Deus tomou pela mão direita (Isaías 45:1). Relacione pois, vossos nomes com os deles em oração, sem cessar e o Senhor vos guiará. Amém!
Essa correlação é tão exata que apresenta, no pequeno e no grande, um tremendo testemunho da perfeita integridade do Plano de Deus através da igreja de Cristo.
Ir. Clédio Monteiro
2002-08-10
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O índio e a Funai
A relação do homem com a Igreja, a primeira vista, é parecido com a do índio com a Funai. A cosmologia indígena, assim como a do homem, narra a respeito da sua natureza, dos seus princípios, dos outros que ordenam o mundo ou o universo. Representa também modelos complexos que expressam suas concepções a respeito de todas as coisas que existem no mundo. Este índio ou homem, antes do advento da Funai ou da Igreja em sua vida, são capacitados de todas as condições de sobrevivência. Eles sabem tudo que precisam saber para que possam sobreviver nas coisas básicas da vida, tais como: acordar, comer, beber, trabalhar, viajar, divertir, namorar, procriar, dormir... e, em seu ambiente hostil e concorrido, vivem pelos seus próprios esforços, considerando-se um guerreiro contra o resto do mundo.
Os mitos, descrevem as relações ecológicas entre animais, plantas e outros elementos da natureza, da razão de ser de certas relações sociais culturalmente importantes, e para muitas sociedades, o cosmos está ordenado em diversas camadas, onde se encontram divindades, santos, fenômenos atmosféricos e geográficos, animais, espíritos de pessoas e animais, ancestrais humanos, entes sobrenaturais benévolos e malévolos.
Ha um dia, no entanto, que ocorre uma grande mudança na vida de ambos, momento, do qual já participou muita gente: A Igreja faz soar a flauta do louvor ao Senhor, como que proclamando uma trégua em toda hostilidade, propondo uma paz até então desconhecida, da mesma forma, que a Funai se faz presente nas aldeias trazendo desde as vestimentas, ao rádio de pilha, e outras maravilhas modernas de um mundo distante, nunca imaginado. Mas, mesmo assim, há porem, resistência, e alguns, continuarão suas lutas individuais, apegados às tradições como quem diz: aqui fomos deixados, aqui deveremos permanecer. Enquanto, os que atenderam ao chamado de uma nova vida, e vivendo agora em comunidade de amor, observam do ‘alto’ do consolo do Senhor, os que ficaram, e notam o quanto eles cresceram, e não desistirão de tentar levá-los consigo. Porque, os que antes viviam como indivíduos isolados, estão agora vivendo como filhos amados de Deus e louvando nos campos de louvores dos santos do Senhor – "E alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus." (Lc. 10:20b).
Outro aspecto parecido, é o do pós - encontro. A Funai teve observando que a maioria dos índios ‘colonizados’, após o tempo de adaptação, começam a perder o sentido prático das coisas que sabiam para sobreviver, ou seja eles tendem a querer ficar, à mercê do sustendo da Funai. Com o plano de Deus na vida espiritual do homem, acontece a mesma coisa. A maioria tendem a ficar esperando as bênçãos sem cessar. Veja em Isaías 37:30 – lá diz que existe três estações: A primeira, é enfocada em nós mesmo e o objetivo, é receber alimento espiritual passivamente sem nos esforçarmos para buscar. Na segunda, somos mais seletivos, e começamos a buscar o alimento no Senhor diligentemente porem, ainda centrado em nós mesmo. A terceira e ultima estação, o alimento já não está mais baseada no trabalho dos outros, não podemos mais ficar esperando. Agora, temos que semear e colher os nossos próprios frutos espirituais.
Se não reconhecermos a terceira estação, ficaremos que nem o índio com relação a Funai e termina-se por pensar que Deus nos abandonou, que o pastor não é mais como antes, por fim, vem o enfado e o afastamento.
Em que estação você está agora? Receba as plenitudes que Deus lhe ordenou e plante. Plante muito para não morrer de fome espiritual e também para que sobre para os outros que estão nas primeiras estações. Veja exemplo da terceira estação em Mateus 10:8 – "Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai." E Lucas 6:38 – "Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós."
Ir. Clédio Monteiro
2002-12-24
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